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Política

Valmir de Francisquinho afirma estar sendo preterido pela oposição após apoio de Emília Corrêa a Rodrigo Valadares

A declaração da prefeita de Aracaju, Emília Corrêa (Republicanos), de que votará no deputado federal Rodrigo Valadares (atualmente no União Brasil e em processo de filiação ao PL) e no ex-senador Eduardo Amorim para o Senado Federal em 2026 provocou reação imediata no partido e, especialmente, no vice-presidente estadual da sigla, o prefeito de Itabaiana, […]

13/12/2025 · 10h36
Valmir de Francisquinho afirma estar sendo preterido pela oposição após apoio de Emília Corrêa a Rodrigo Valadares

A declaração da prefeita de Aracaju, Emília Corrêa (Republicanos), de que votará no deputado federal Rodrigo Valadares (atualmente no União Brasil e em processo de filiação ao PL) e no ex-senador Eduardo Amorim para o Senado Federal em 2026 provocou reação imediata no partido e, especialmente, no vice-presidente estadual da sigla, o prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho.

O anúncio, feito na quarta-feira (10), gerou desconforto entre membros do Republicanos e foi assunto dominante nos bastidores da política sergipana. A posição de Emília contraria o grupo que recentemente deixou o PL para ingressar no Republicanos justamente por não aceitar apoiar Rodrigo Valadares, apontado como futuro controlador do PL em Sergipe.

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Sentindo-se excluído, Valmir de Francisquinho declarou estar sendo “rifado” pela própria oposição e afirmou que pode tomar, a qualquer momento, uma decisão capaz de alterar o cenário político do Estado. Um aliado do prefeito de Itabaiana confirmou a insatisfação e disse que não houve reunião interna para discutir o posicionamento de Emília, reforçando que divergências são “situações normais” tanto na oposição quanto na base governista.

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Embora tenha irritado parte do Republicanos, Emília Corrêa não recuou. A prefeita mantém bom relacionamento com Rodrigo Valadares desde a campanha municipal de 2020, quando apoiou a candidatura dele à Prefeitura de Aracaju. Já Rodrigo, apesar do impasse, preserva a proximidade com Emília e delegou a ela a escolha de lideranças que integrarão a futura chapa majoritária do PL.

A crise teve origem em 2023, quando Rodrigo Valadares assumiu o PL em Sergipe, afastou o empresário Edvan Amorim da presidência e indicou a vereadora Moana Valadares, sua esposa, para o comando partidário. A decisão provocou a saída de Edvan para o Podemos, com o apoio de Valmir e da própria Emília. Na ocasião, ficou acordado que o grupo dissidente não endossaria a candidatura de Rodrigo ao Senado, compromisso que agora é questionado após a declaração da prefeita de Aracaju.

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A declaração da prefeita de Aracaju, Emília Corrêa (Republicanos), de que votará no deputado federal Rodrigo Valadares (atualmente no União Brasil e em processo de filiação ao PL) e no ex-senador Eduardo Amorim para o Senado Federal em 2026 provocou reação imediata no partido e, especialmente, no vice-presidente estadual da sigla, o prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho.

O anúncio, feito na quarta-feira (10), gerou desconforto entre membros do Republicanos e foi assunto dominante nos bastidores da política sergipana. A posição de Emília contraria o grupo que recentemente deixou o PL para ingressar no Republicanos justamente por não aceitar apoiar Rodrigo Valadares, apontado como futuro controlador do PL em Sergipe.

Sentindo-se excluído, Valmir de Francisquinho declarou estar sendo “rifado” pela própria oposição e afirmou que pode tomar, a qualquer momento, uma decisão capaz de alterar o cenário político do Estado. Um aliado do prefeito de Itabaiana confirmou a insatisfação e disse que não houve reunião interna para discutir o posicionamento de Emília, reforçando que divergências são “situações normais” tanto na oposição quanto na base governista.

Embora tenha irritado parte do Republicanos, Emília Corrêa não recuou. A prefeita mantém bom relacionamento com Rodrigo Valadares desde a campanha municipal de 2020, quando apoiou a candidatura dele à Prefeitura de Aracaju. Já Rodrigo, apesar do impasse, preserva a proximidade com Emília e delegou a ela a escolha de lideranças que integrarão a futura chapa majoritária do PL.

A crise teve origem em 2023, quando Rodrigo Valadares assumiu o PL em Sergipe, afastou o empresário Edvan Amorim da presidência e indicou a vereadora Moana Valadares, sua esposa, para o comando partidário. A decisão provocou a saída de Edvan para o Podemos, com o apoio de Valmir e da própria Emília. Na ocasião, ficou acordado que o grupo dissidente não endossaria a candidatura de Rodrigo ao Senado, compromisso que agora é questionado após a declaração da prefeita de Aracaju.

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