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Aracaju, Terça-feira, 23 de junho de 2026
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Valve confirma: Steam Machine sairá por R$ 6 mil sem subsídio

Economia

Valve confirma: Steam Machine sairá por R$ 6 mil sem subsídio

Steam Machine é anunciado a US$ 1.049 e não terá subsídio da Valve, segundo engenheiro.

23/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 14h14
Valve confirma: Steam Machine sairá por R$ 6 mil sem subsídio

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O console da Valve chegará ao mercado sem desconto, custando US$ 1.049. Diferente de Sony e Microsoft, a empresa não pretende subsidiar o equipamento com lucros de jogos próprios.

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O lançamento do Steam Machine, anunciado pela Valve, trouxe à tona uma série de questionamentos sobre seu alto preço de US$ 1.049. Apesar de muitos já esperarem um valor elevado, a cifra gerou surpresa e discussões sobre a estratégia da empresa em comparação com concorrentes como Sony, Microsoft e Nintendo.

A Valve adota uma abordagem distinta em relação ao mercado. Enquanto seus concorrentes costumam oferecer consoles a preços mais baixos, compensando o investimento com lucros provenientes de jogos desenvolvidos por seus estúdios, a Valve não seguirá esse caminho. O engenheiro Pierre-Loup Griffais afirmou:

“Entendemos que os preços altos são menos acessíveis ao público. Estamos mais agressivos agora, tentando nos aproximar ao máximo do custo atual das partes que enviaremos. Porém, é importante lembrar que o hardware da Valve é um programa autossustentável, não subsidiado pela venda de softwares.”

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Segundo Griffais, não há possibilidade de reduzir o preço do Steam Machine para compensar com um aumento nos preços dos jogos na loja digital. Essa medida poderia afastar tanto os potenciais consumidores do novo console quanto aqueles que preferem jogar em PCs. O engenheiro destacou ainda que, embora existam rumores sobre subsídios em produtos anteriores, como o Steam Deck, isso não se aplica ao Steam Machine.

“Se você vir certos produtos, em determinado momento, pode estar abaixo ou acima do custo por uma margem pequena. Acho que existem comentários que fizemos sobre isso antes, sabe, de que o processo é mais difícil e de que tentamos chegar ao máximo perto dos custos. Será o mesmo caso do Steam Machine, certo?”

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Outro fator que contribui para o preço elevado do console é a escassez de hardware. A alta demanda por componentes, especialmente em data centers de inteligência artificial, aumentou os custos de itens como memória RAM e armazenamento. Griffais explicou que, devido a essa escassez, os preços se tornaram mais agressivos, refletindo diretamente no valor final do Steam Machine.

Como a Valve não trabalha com subsídios, o console precisa ser autossustentável, gerando lucros, mesmo que mínimos, para viabilizar sua produção e a de futuros modelos. A expectativa é que, quando a escassez de componentes for resolvida, os preços possam ser reduzidos, mas as previsões mais otimistas indicam que isso pode ocorrer somente a partir de 2028.

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O console da Valve chegará ao mercado sem desconto, custando US$ 1.049. Diferente de Sony e Microsoft, a empresa não pretende subsidiar o equipamento com lucros de jogos próprios.

O lançamento do Steam Machine, anunciado pela Valve, trouxe à tona uma série de questionamentos sobre seu alto preço de US$ 1.049. Apesar de muitos já esperarem um valor elevado, a cifra gerou surpresa e discussões sobre a estratégia da empresa em comparação com concorrentes como Sony, Microsoft e Nintendo.

A Valve adota uma abordagem distinta em relação ao mercado. Enquanto seus concorrentes costumam oferecer consoles a preços mais baixos, compensando o investimento com lucros provenientes de jogos desenvolvidos por seus estúdios, a Valve não seguirá esse caminho. O engenheiro Pierre-Loup Griffais afirmou:

“Entendemos que os preços altos são menos acessíveis ao público. Estamos mais agressivos agora, tentando nos aproximar ao máximo do custo atual das partes que enviaremos. Porém, é importante lembrar que o hardware da Valve é um programa autossustentável, não subsidiado pela venda de softwares.”

Segundo Griffais, não há possibilidade de reduzir o preço do Steam Machine para compensar com um aumento nos preços dos jogos na loja digital. Essa medida poderia afastar tanto os potenciais consumidores do novo console quanto aqueles que preferem jogar em PCs. O engenheiro destacou ainda que, embora existam rumores sobre subsídios em produtos anteriores, como o Steam Deck, isso não se aplica ao Steam Machine.

“Se você vir certos produtos, em determinado momento, pode estar abaixo ou acima do custo por uma margem pequena. Acho que existem comentários que fizemos sobre isso antes, sabe, de que o processo é mais difícil e de que tentamos chegar ao máximo perto dos custos. Será o mesmo caso do Steam Machine, certo?”

Outro fator que contribui para o preço elevado do console é a escassez de hardware. A alta demanda por componentes, especialmente em data centers de inteligência artificial, aumentou os custos de itens como memória RAM e armazenamento. Griffais explicou que, devido a essa escassez, os preços se tornaram mais agressivos, refletindo diretamente no valor final do Steam Machine.

Como a Valve não trabalha com subsídios, o console precisa ser autossustentável, gerando lucros, mesmo que mínimos, para viabilizar sua produção e a de futuros modelos. A expectativa é que, quando a escassez de componentes for resolvida, os preços possam ser reduzidos, mas as previsões mais otimistas indicam que isso pode ocorrer somente a partir de 2028.

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