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Vice-presidente chinês promete abrir economia a empresas estrangeiras

Policial

Vice-presidente chinês promete abrir economia a empresas estrangeiras

China reafirma intenção de abrir sua economia a empresas estrangeiras em cúpula.

17/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h02
Vice-presidente chinês promete abrir economia a empresas estrangeiras

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Han Zheng reforçou o plano de liberalização do mercado chinês na Cúpula de Multinacionais de Qingdao. A promessa segue declaração de Xi Jinping feita durante visita de Trump a Pequim.

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O vice-presidente da China, Han Zheng, reforçou na terça-feira (16/06/2026) o plano de abrir cada vez mais a economia do país a empresas estrangeiras. O discurso, realizado durante a 7ª Cúpula de Multinacionais de Qingdao, evidenciou o compromisso chinês de avançar na liberalização de seu mercado interno, uma meta já mencionada pelo presidente Xi Jinping.

Durante a visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Pequim no mês anterior, Xi declarou aos executivos que acompanhavam o líder norte-americano que a China “abrirá cada vez mais as suas portas ao mundo”, sugerindo que esse é um bom momento para avaliação de investimentos no país. A cúpula de Qingdao reforçou esse objetivo com um enfoque ainda mais claro.

No evento, Zheng se dirigiu a executivos de diversas multinacionais e afirmou que o governo chinês está implementando uma série de reformas para aprimorar as políticas voltadas para investimentos estrangeiros. Ele incentivou que novas empresas trouxessem seus produtos para o mercado chinês.

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O vice-presidente citou quatro razões para que as empresas considerem investir na China: o enorme mercado consumidor de 1,4 bilhão de pessoas; um setor industrial robusto que pode apoiar as empresas; as oportunidades de integração com as iniciativas de inovação chinesas; e os esforços do governo para criar um novo modelo de abertura econômica.

O principal objetivo do governo chinês ao propor essa nova abertura econômica é estimular a demanda interna. Apesar do crescimento positivo das empresas chinesas em mercados internacionais, o desempenho no mercado interno não atendeu às expectativas, apresentando quedas ou estagnações recentes nas vendas de varejo.

Para enfrentar essa questão no curto prazo, o governo chinês lançou em novembro um plano que visa cultivar mercados consumidores, avaliado em 1 trilhão de yuans (aproximadamente R$ 800 bilhões) até 2027. A correção da estagnação da demanda interna também é uma das prioridades do Plano Quinquenal Nacional até 2030.

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Além de incentivar as empresas locais a recuperarem seu espaço no varejo, a China está aberta à entrada de novas companhias para estimular os consumidores. Durante a cúpula de Qingdao, foram firmados 20 projetos financiados por capital estrangeiro, totalizando US$ 2,56 bilhões em investimentos. Dentre esses, 9 projetos são voltados para o comércio exterior, com US$ 1,68 bilhão em valor total de importações e exportações, e 2 projetos de cooperação econômica internacional, totalizando US$ 44 milhões.

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O vice-presidente da China, Han Zheng, reforçou na terça-feira (16/06/2026) o plano de abrir cada vez mais a economia do país a empresas estrangeiras. O discurso, realizado durante a 7ª Cúpula de Multinacionais de Qingdao, evidenciou o compromisso chinês de avançar na liberalização de seu mercado interno, uma meta já mencionada pelo presidente Xi Jinping.

Durante a visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Pequim no mês anterior, Xi declarou aos executivos que acompanhavam o líder norte-americano que a China “abrirá cada vez mais as suas portas ao mundo”, sugerindo que esse é um bom momento para avaliação de investimentos no país. A cúpula de Qingdao reforçou esse objetivo com um enfoque ainda mais claro.

No evento, Zheng se dirigiu a executivos de diversas multinacionais e afirmou que o governo chinês está implementando uma série de reformas para aprimorar as políticas voltadas para investimentos estrangeiros. Ele incentivou que novas empresas trouxessem seus produtos para o mercado chinês.

O vice-presidente citou quatro razões para que as empresas considerem investir na China: o enorme mercado consumidor de 1,4 bilhão de pessoas; um setor industrial robusto que pode apoiar as empresas; as oportunidades de integração com as iniciativas de inovação chinesas; e os esforços do governo para criar um novo modelo de abertura econômica.

O principal objetivo do governo chinês ao propor essa nova abertura econômica é estimular a demanda interna. Apesar do crescimento positivo das empresas chinesas em mercados internacionais, o desempenho no mercado interno não atendeu às expectativas, apresentando quedas ou estagnações recentes nas vendas de varejo.

Para enfrentar essa questão no curto prazo, o governo chinês lançou em novembro um plano que visa cultivar mercados consumidores, avaliado em 1 trilhão de yuans (aproximadamente R$ 800 bilhões) até 2027. A correção da estagnação da demanda interna também é uma das prioridades do Plano Quinquenal Nacional até 2030.

Além de incentivar as empresas locais a recuperarem seu espaço no varejo, a China está aberta à entrada de novas companhias para estimular os consumidores. Durante a cúpula de Qingdao, foram firmados 20 projetos financiados por capital estrangeiro, totalizando US$ 2,56 bilhões em investimentos. Dentre esses, 9 projetos são voltados para o comércio exterior, com US$ 1,68 bilhão em valor total de importações e exportações, e 2 projetos de cooperação econômica internacional, totalizando US$ 44 milhões.

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