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Política

Vídeo deepfake com Bolsonaro critica Flávio e viraliza na convenção

Vídeo de IA ironiza Flávio Bolsonaro e sugere voto em Lula durante campanha.

27/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h35
Vídeo deepfake com Bolsonaro critica Flávio e viraliza na convenção

Na convenção do PL, um vídeo gerado por IA mostrou Jair Bolsonaro alegando que eleitores não devem votar em Flávio. Em 25 de julho, a peça reproduziu imagem e voz e afirmou: "Isso que vocês estão vendo aqui não sou eu".

Um vídeo gerado por inteligência artificial, que circulou nas redes sociais, apresenta uma simulação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fazendo declarações sobre seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A produção satírica sugere que os eleitores não devem votar em Flávio, que está se candidatando à Presidência.

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No dia 25 de julho, a IA reproduziu a imagem e a voz de Bolsonaro, onde ele afirma: “Isso que vocês estão vendo aqui não sou eu. Isso é uma simulação da minha imagem e da minha voz feita com inteligência artificial.” O vídeo foi exibido durante a convenção do PL, que marcou o lançamento da candidatura de Flávio.

No entanto, a versão viral do vídeo traz declarações mais contundentes. A simulação de Jair Bolsonaro menciona que Flávio está “envolvido até o talo no escândalo do Banco Master”. Em uma parte do vídeo, o personagem afirma que indicou o filho à Presidência como um “fantoche”, mas se arrependeu, alegando que “ele fez tanta merda na vida que tudo está sendo jogado no ventilador”.

Além disso, o vídeo ironiza a candidatura de Flávio ao concluir que “a melhor opção continua sendo a porra do Lula mesmo. Acho que geral tem que votar no petista porque pelo menos ele sabe governar e não vai vender o Brasil para os Estados Unidos assim como o Flávio vai fazer caso seja eleito”.

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A repercussão do vídeo gerado por IA foi significativa, com muitos usuários compartilhando o conteúdo nas redes sociais. Um dos usuários comentou: “Desculpem os comunistas, mas vou dar razão a ele.” O material destaca o uso da tecnologia para criar conteúdos que geram discussões e polêmicas no cenário político atual.

O uso de inteligência artificial para criar vídeos satíricos não é novo, mas sua capacidade de simular vozes e imagens de figuras públicas levanta questões sobre a veracidade e a ética no uso dessas tecnologias em campanhas eleitorais.

O impacto desse tipo de conteúdo pode influenciar a opinião pública e gerar debates acalorados nas redes sociais, especialmente em um período eleitoral tão polarizado.

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Na convenção do PL, um vídeo gerado por IA mostrou Jair Bolsonaro alegando que eleitores não devem votar em Flávio. Em 25 de julho, a peça reproduziu imagem e voz e afirmou: "Isso que vocês estão vendo aqui não sou eu".

Um vídeo gerado por inteligência artificial, que circulou nas redes sociais, apresenta uma simulação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fazendo declarações sobre seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A produção satírica sugere que os eleitores não devem votar em Flávio, que está se candidatando à Presidência.

No dia 25 de julho, a IA reproduziu a imagem e a voz de Bolsonaro, onde ele afirma: “Isso que vocês estão vendo aqui não sou eu. Isso é uma simulação da minha imagem e da minha voz feita com inteligência artificial.” O vídeo foi exibido durante a convenção do PL, que marcou o lançamento da candidatura de Flávio.

No entanto, a versão viral do vídeo traz declarações mais contundentes. A simulação de Jair Bolsonaro menciona que Flávio está “envolvido até o talo no escândalo do Banco Master”. Em uma parte do vídeo, o personagem afirma que indicou o filho à Presidência como um “fantoche”, mas se arrependeu, alegando que “ele fez tanta merda na vida que tudo está sendo jogado no ventilador”.

Além disso, o vídeo ironiza a candidatura de Flávio ao concluir que “a melhor opção continua sendo a porra do Lula mesmo. Acho que geral tem que votar no petista porque pelo menos ele sabe governar e não vai vender o Brasil para os Estados Unidos assim como o Flávio vai fazer caso seja eleito”.

A repercussão do vídeo gerado por IA foi significativa, com muitos usuários compartilhando o conteúdo nas redes sociais. Um dos usuários comentou: “Desculpem os comunistas, mas vou dar razão a ele.” O material destaca o uso da tecnologia para criar conteúdos que geram discussões e polêmicas no cenário político atual.

O uso de inteligência artificial para criar vídeos satíricos não é novo, mas sua capacidade de simular vozes e imagens de figuras públicas levanta questões sobre a veracidade e a ética no uso dessas tecnologias em campanhas eleitorais.

O impacto desse tipo de conteúdo pode influenciar a opinião pública e gerar debates acalorados nas redes sociais, especialmente em um período eleitoral tão polarizado.

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