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79% dos americanos esperam que conflito com Irã seja prolongado

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79% dos americanos esperam que conflito com Irã seja prolongado

Pesquisa revela que 79% dos americanos acreditam em prolongamento do conflito com o Irã.

14/07/2026 · 20h58
79% dos americanos esperam que conflito com Irã seja prolongado

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Quase quatro em cada cinco norte-americanos acreditam que a participação militar dos Estados Unidos na guerra contra o Irã se estenderá por um longo período. O percentual, que chegou a 79%, representa um aumento significativo em relação aos 65% registrados no final de março, de acordo com uma pesquisa realizada pela Reuters/Ipsos.

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Somente 18% dos entrevistados afirmaram esperar que o conflito termine rapidamente, em questão de semanas. O levantamento foi realizado entre 10 e 12 de julho de 2026, com a participação de 1.019 adultos nos Estados Unidos. A margem de erro da pesquisa é de cerca de 4 pontos percentuais.

A pesquisa também revelou preocupações com os efeitos econômicos da guerra, além de um apoio minoritário às ações militares norte-americanas. Os principais resultados do levantamento foram: 79% dos entrevistados disseram esperar uma participação militar prolongada; 18% acreditam que a guerra terminará em poucas semanas; 37% aprovaram os ataques dos Estados Unidos contra o Irã; 60% preveem uma piora no preço da gasolina durante o próximo ano; e 50% afirmaram que os custos do conflito não valeram a pena.

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Os dados foram coletados em um momento de intensificação dos confrontos entre os EUA e o Irã, que ocorre após o enfraquecimento do acordo provisório firmado em 17 de junho, que estabelecia um cessar-fogo e um período adicional de 60 dias para negociações. No entanto, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou o fim da trégua em 8 de julho.

No último sábado, 11 de julho, o Irã restringiu novamente a navegação pelo estreito de Ormuz, levando os Estados Unidos a realizar uma nova rodada de bombardeios contra diversos alvos iranianos, incluindo sistemas de defesa aérea e estruturas de mísseis. Esta operação também marcou a primeira utilização de drones marítimos pelos militares norte-americanos em combate.

Os iranianos, por sua vez, responderam com ataques a instalações militares dos Estados Unidos localizadas no Bahrein, Kuwait e Jordânia. Em uma declaração feita na segunda-feira, 13 de julho, Trump afirmou que os Estados Unidos assumiriam a função de “guardiões” do estreito de Ormuz e anunciou a retomada do bloqueio contra embarcações iranianas, além de uma taxa de 20% sobre as cargas transportadas por navios que busquem proteção norte-americana na região.

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A alta do custo de vida representa um risco político significativo para o Partido Republicano, especialmente com as eleições legislativas se aproximando em novembro. A aprovação de Trump permanece em níveis baixos desde o início do conflito, refletindo a crescente preocupação da população com os desdobramentos da guerra.

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Quase quatro em cada cinco norte-americanos acreditam que a participação militar dos Estados Unidos na guerra contra o Irã se estenderá por um longo período. O percentual, que chegou a 79%, representa um aumento significativo em relação aos 65% registrados no final de março, de acordo com uma pesquisa realizada pela Reuters/Ipsos.

Somente 18% dos entrevistados afirmaram esperar que o conflito termine rapidamente, em questão de semanas. O levantamento foi realizado entre 10 e 12 de julho de 2026, com a participação de 1.019 adultos nos Estados Unidos. A margem de erro da pesquisa é de cerca de 4 pontos percentuais.

A pesquisa também revelou preocupações com os efeitos econômicos da guerra, além de um apoio minoritário às ações militares norte-americanas. Os principais resultados do levantamento foram: 79% dos entrevistados disseram esperar uma participação militar prolongada; 18% acreditam que a guerra terminará em poucas semanas; 37% aprovaram os ataques dos Estados Unidos contra o Irã; 60% preveem uma piora no preço da gasolina durante o próximo ano; e 50% afirmaram que os custos do conflito não valeram a pena.

Os dados foram coletados em um momento de intensificação dos confrontos entre os EUA e o Irã, que ocorre após o enfraquecimento do acordo provisório firmado em 17 de junho, que estabelecia um cessar-fogo e um período adicional de 60 dias para negociações. No entanto, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou o fim da trégua em 8 de julho.

No último sábado, 11 de julho, o Irã restringiu novamente a navegação pelo estreito de Ormuz, levando os Estados Unidos a realizar uma nova rodada de bombardeios contra diversos alvos iranianos, incluindo sistemas de defesa aérea e estruturas de mísseis. Esta operação também marcou a primeira utilização de drones marítimos pelos militares norte-americanos em combate.

Os iranianos, por sua vez, responderam com ataques a instalações militares dos Estados Unidos localizadas no Bahrein, Kuwait e Jordânia. Em uma declaração feita na segunda-feira, 13 de julho, Trump afirmou que os Estados Unidos assumiriam a função de “guardiões” do estreito de Ormuz e anunciou a retomada do bloqueio contra embarcações iranianas, além de uma taxa de 20% sobre as cargas transportadas por navios que busquem proteção norte-americana na região.

A alta do custo de vida representa um risco político significativo para o Partido Republicano, especialmente com as eleições legislativas se aproximando em novembro. A aprovação de Trump permanece em níveis baixos desde o início do conflito, refletindo a crescente preocupação da população com os desdobramentos da guerra.

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