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Famosos

Falece Roberto Marquis, o “Guarda Juju” de A Praça É Nossa

Com mais de 60 anos de carreira, o comediante deu vida a personagens icônicos como Teobaldo, Tanaka e Osório; SBT emite nota de pesar destacando sua gentileza e profissionalismo. A confirmação da morte de Roberto Marquis veio através de seus familiares, que optaram por não divulgar a causa do falecimento. O ator era uma das […]

24/03/2026 · 10h36
Falece Roberto Marquis, o “Guarda Juju” de A Praça É Nossa

Com mais de 60 anos de carreira, o comediante deu vida a personagens icônicos como Teobaldo, Tanaka e Osório; SBT emite nota de pesar destacando sua gentileza e profissionalismo.

A confirmação da morte de Roberto Marquis veio através de seus familiares, que optaram por não divulgar a causa do falecimento. O ator era uma das figuras mais queridas dos bastidores do SBT, onde construiu uma parceria de longa data com Carlos Alberto de Nóbrega.

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Uma Vida Dedicada ao Riso

Roberto Marquis não foi apenas um humorista, mas um criador de tipos inesquecíveis:

  • O Início (1962): Estreou na TV Tupi, vivenciando a era de ouro da televisão ao vivo e consolidando-se como um ator versátil.
  • Guarda Juju: Seu personagem de maior sucesso nasceu originalmente em comerciais de TV. Devido ao enorme carisma e aceitação do público, o guarda de trânsito atrapalhado ganhou um lugar fixo no banco de A Praça É Nossa.
  • Versatilidade: Além do Juju, Marquis interpretou o longevo Teobaldo, o japonês Tanaka e o rabugento Osório, demonstrando sua capacidade de mudar de sotaque e trejeitos com maestria.

Homenagem do SBT

Em nota oficial, a emissora de Silvio Santos destacou o lado humano do artista:

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“Solícito, gentil e sempre pronto a fazer rir, Marquis deixa saudade em seus companheiros e na plateia, com a certeza de ter feito muita gente mais feliz neste mundo.”

Carlos Alberto de Nóbrega, visivelmente abalado, também prestou homenagens internas, lembrando que Marquis era um “exímio profissional” que ajudava a manter o clima alegre nos camarins, mesmo nos dias mais cansativos de gravação.

Marquis era mestre em criar frases que grudavam na cabeça do telespectador. Antes mesmo da era dos “memes”, seus personagens já ditavam o ritmo das conversas nas ruas. Sua partida marca o fim de uma geração de humoristas que prezavam pela piada clássica, pelo timing perfeito e pelo respeito absoluto ao público familiar.

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Com mais de 60 anos de carreira, o comediante deu vida a personagens icônicos como Teobaldo, Tanaka e Osório; SBT emite nota de pesar destacando sua gentileza e profissionalismo.

A confirmação da morte de Roberto Marquis veio através de seus familiares, que optaram por não divulgar a causa do falecimento. O ator era uma das figuras mais queridas dos bastidores do SBT, onde construiu uma parceria de longa data com Carlos Alberto de Nóbrega.

Uma Vida Dedicada ao Riso

Roberto Marquis não foi apenas um humorista, mas um criador de tipos inesquecíveis:

  • O Início (1962): Estreou na TV Tupi, vivenciando a era de ouro da televisão ao vivo e consolidando-se como um ator versátil.
  • Guarda Juju: Seu personagem de maior sucesso nasceu originalmente em comerciais de TV. Devido ao enorme carisma e aceitação do público, o guarda de trânsito atrapalhado ganhou um lugar fixo no banco de A Praça É Nossa.
  • Versatilidade: Além do Juju, Marquis interpretou o longevo Teobaldo, o japonês Tanaka e o rabugento Osório, demonstrando sua capacidade de mudar de sotaque e trejeitos com maestria.

Homenagem do SBT

Em nota oficial, a emissora de Silvio Santos destacou o lado humano do artista:

“Solícito, gentil e sempre pronto a fazer rir, Marquis deixa saudade em seus companheiros e na plateia, com a certeza de ter feito muita gente mais feliz neste mundo.”

Carlos Alberto de Nóbrega, visivelmente abalado, também prestou homenagens internas, lembrando que Marquis era um “exímio profissional” que ajudava a manter o clima alegre nos camarins, mesmo nos dias mais cansativos de gravação.

Marquis era mestre em criar frases que grudavam na cabeça do telespectador. Antes mesmo da era dos “memes”, seus personagens já ditavam o ritmo das conversas nas ruas. Sua partida marca o fim de uma geração de humoristas que prezavam pela piada clássica, pelo timing perfeito e pelo respeito absoluto ao público familiar.


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