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Economia

Auditores fiscais de Sergipe iniciam greve por tempo indeterminado e fazem ato em frente à Assembleia

Transmissão: Record Auditoras e auditores fiscais de Sergipe decretaram greve por tempo indeterminado após assembleia realizada na segunda-feira. A...

25/03/2026 · 13h28 · Atualizado às 18h38
Auditores fiscais de Sergipe iniciam greve por tempo indeterminado e fazem ato em frente à Assembleia

Auditoras e auditores fiscais de Sergipe decretaram greve por tempo indeterminado após assembleia realizada na segunda-feira. A paralisação começa nesta terça-feira (24) e será marcada por um ato público em frente à Assembleia Legislativa do estado.

De acordo com o presidente do Sindifisco, José Antônio, a decisão foi motivada pela proposta salarial apresentada pelo governo Mitidieri, considerada insuficiente pela categoria por não cobrir a inflação do período. Segundo o sindicalista, a pauta de reivindicações foi protocolada há seis meses e a insatisfação aumentou apesar de a Secretaria da Fazenda (Sefaz) divulgar recordes de arrecadação.

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José Antônio afirmou ainda que, em reunião agendada pelo governador na semana passada, foi apresentada uma proposta linear de aproximadamente 4%, percentual que, na avaliação do sindicato, fica aquém das perdas acumuladas — estimadas em 7,35% apenas durante a atual gestão.

A paralisação abrangerá a sede da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), os Centros de Atendimento ao Cidadão (Ceacs/Sefaz), os Comandos Fiscais e os postos fiscais. Na sede da Sefaz e nos Ceacs, as atividades serão suspensas a partir das 7h. Nos postos fiscais, a greve terá início no momento da troca de plantão, às 9h.

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Principais reivindicações

O Sindifisco concentra a pauta na recomposição do poder de compra e na valorização da carreira. Entre os pontos destacados estão:

  • Recomposição para 2026 conforme previsão da Constituição Federal;
  • Transformação de gratificações em vencimento, visando garantir segurança jurídica a servidores ativos e aposentados;
  • Devolução do valor do BAP inativo, cortado de aposentados e pensionistas;
  • Revisão da pauta do auxílio-saúde;
  • Ajuste do último internível da carreira de auditor.

O movimento prevê mobilizações nas unidades e unidades de atendimento descritas, com a expectativa de que o governo e o sindicato retomem negociações. A paralisação segue por tempo indeterminado até que haja acordo entre as partes.

 

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Auditoras e auditores fiscais de Sergipe decretaram greve por tempo indeterminado após assembleia realizada na segunda-feira. A paralisação começa nesta terça-feira (24) e será marcada por um ato público em frente à Assembleia Legislativa do estado.

De acordo com o presidente do Sindifisco, José Antônio, a decisão foi motivada pela proposta salarial apresentada pelo governo Mitidieri, considerada insuficiente pela categoria por não cobrir a inflação do período. Segundo o sindicalista, a pauta de reivindicações foi protocolada há seis meses e a insatisfação aumentou apesar de a Secretaria da Fazenda (Sefaz) divulgar recordes de arrecadação.

José Antônio afirmou ainda que, em reunião agendada pelo governador na semana passada, foi apresentada uma proposta linear de aproximadamente 4%, percentual que, na avaliação do sindicato, fica aquém das perdas acumuladas — estimadas em 7,35% apenas durante a atual gestão.

A paralisação abrangerá a sede da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), os Centros de Atendimento ao Cidadão (Ceacs/Sefaz), os Comandos Fiscais e os postos fiscais. Na sede da Sefaz e nos Ceacs, as atividades serão suspensas a partir das 7h. Nos postos fiscais, a greve terá início no momento da troca de plantão, às 9h.

Principais reivindicações

O Sindifisco concentra a pauta na recomposição do poder de compra e na valorização da carreira. Entre os pontos destacados estão:

  • Recomposição para 2026 conforme previsão da Constituição Federal;
  • Transformação de gratificações em vencimento, visando garantir segurança jurídica a servidores ativos e aposentados;
  • Devolução do valor do BAP inativo, cortado de aposentados e pensionistas;
  • Revisão da pauta do auxílio-saúde;
  • Ajuste do último internível da carreira de auditor.

O movimento prevê mobilizações nas unidades e unidades de atendimento descritas, com a expectativa de que o governo e o sindicato retomem negociações. A paralisação segue por tempo indeterminado até que haja acordo entre as partes.

 

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