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Segurança Pública

Aumento de casos de violência contra mulheres acende alerta em Sergipe em março

Março trouxe um aumento preocupante de episódios de violência contra mulheres em Sergipe, segundo relatos e acompanhamento da Ordem dos Advogados do...

26/03/2026 · 09h35 · Atualizado às 19h14
Aumento de casos de violência contra mulheres acende alerta em Sergipe em março

Março trouxe um aumento preocupante de episódios de violência contra mulheres em Sergipe, segundo relatos e acompanhamento da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Sergipe (OAB/SE). Nas últimas semanas foram divulgados casos graves, entre eles o assassinato de uma mulher no município de Capela, um novo registro de violência em Propriá e uma ocorrência recente no bairro Farolândia, em Aracaju. Esses episódios integram um quadro que inclui onze tentativas de feminicídio no estado.

A OAB/SE afirma que está acompanhando os desdobramentos desses casos e pede respostas articuladas por parte do poder público e da sociedade. A entidade destaca que os números conhecidos representam apenas parte do problema, já que há um alto índice de subnotificação: muitas mulheres não procuram ajuda por medo, dependência econômica ou falta de confiança nas instituições.

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A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CDDM) da OAB/SE intensificou as ações institucionais voltadas ao tema, atuando no acompanhamento de processos, no diálogo com autoridades e no fortalecimento da rede de proteção às vítimas. A seccional ressalta que o enfrentamento da violência exige trabalho contínuo e integração entre segurança pública, sistema de justiça, políticas de assistência social e outras políticas públicas.

Como parte dessa estratégia, a OAB Sergipe instituiu uma política permanente de combate à violência contra a mulher por meio da Resolução nº 04/2026. A medida, segundo a entidade, consolida a defesa da dignidade feminina como eixo permanente da atuação institucional, com caráter estratégico e não apenas pontual.

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A OAB/SE também afirma que a violência contra a mulher não pode ser naturalizada ou relativizada. Para a entidade, cada ocorrência precisa ser investigada com rigor, com responsabilização efetiva dos agressores e com acolhimento adequado às vítimas, considerando o impacto nas vidas e nas famílias.

banco vermelho

A diretoria da OAB Sergipe programou uma reunião com a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CDDM) e com a Secretária-Geral do Conselho Federal da OAB para tratar da adoção de medidas concretas que fortaleçam a rede de apoio e para cobrar dos poderes públicos o aperfeiçoamento do sistema de proteção às mulheres no estado. A Ordem diz estar à disposição para contribuir com o fortalecimento dessas políticas e garantir apoio às vítimas.

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Março trouxe um aumento preocupante de episódios de violência contra mulheres em Sergipe, segundo relatos e acompanhamento da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Sergipe (OAB/SE). Nas últimas semanas foram divulgados casos graves, entre eles o assassinato de uma mulher no município de Capela, um novo registro de violência em Propriá e uma ocorrência recente no bairro Farolândia, em Aracaju. Esses episódios integram um quadro que inclui onze tentativas de feminicídio no estado.

A OAB/SE afirma que está acompanhando os desdobramentos desses casos e pede respostas articuladas por parte do poder público e da sociedade. A entidade destaca que os números conhecidos representam apenas parte do problema, já que há um alto índice de subnotificação: muitas mulheres não procuram ajuda por medo, dependência econômica ou falta de confiança nas instituições.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CDDM) da OAB/SE intensificou as ações institucionais voltadas ao tema, atuando no acompanhamento de processos, no diálogo com autoridades e no fortalecimento da rede de proteção às vítimas. A seccional ressalta que o enfrentamento da violência exige trabalho contínuo e integração entre segurança pública, sistema de justiça, políticas de assistência social e outras políticas públicas.

Como parte dessa estratégia, a OAB Sergipe instituiu uma política permanente de combate à violência contra a mulher por meio da Resolução nº 04/2026. A medida, segundo a entidade, consolida a defesa da dignidade feminina como eixo permanente da atuação institucional, com caráter estratégico e não apenas pontual.

A OAB/SE também afirma que a violência contra a mulher não pode ser naturalizada ou relativizada. Para a entidade, cada ocorrência precisa ser investigada com rigor, com responsabilização efetiva dos agressores e com acolhimento adequado às vítimas, considerando o impacto nas vidas e nas famílias.

banco vermelho

A diretoria da OAB Sergipe programou uma reunião com a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CDDM) e com a Secretária-Geral do Conselho Federal da OAB para tratar da adoção de medidas concretas que fortaleçam a rede de apoio e para cobrar dos poderes públicos o aperfeiçoamento do sistema de proteção às mulheres no estado. A Ordem diz estar à disposição para contribuir com o fortalecimento dessas políticas e garantir apoio às vítimas.

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