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Atriz Cássia Kis é acusada de impedir mulher trans de usar banheiro no Barra Shopping

Cássia Kis foi acusada de protagonizar um episódio de transfobia contra uma mulher transexual na sexta-feira, 24/5, dentro do banheiro feminino do Barra...

26/04/2026 · 17h41 · Atualizado às 19h04
Atriz Cássia Kis é acusada de impedir mulher trans de usar banheiro no Barra Shopping

Cássia Kis foi acusada de protagonizar um episódio de transfobia contra uma mulher transexual na sexta-feira, 24/5, dentro do banheiro feminino do Barra Shopping, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. A vítima, identificada como Roberta Santana, trabalha no local e registrou o confronto em vídeo, que passou a circular nas redes sociais.

De acordo com o relato de Roberta, Cássia estava na mesma fila para utilizar o banheiro e, ao encontrar a mulher transexual, teria passado a proferir insultos e questionamentos sobre sua presença no espaço. A funcionária afirma que, mesmo depois de entrar em uma cabine, continuou a ouvir comentários de teor transfóbico vindos da atriz. Ao sair, diz que a atriz e outra pessoa ligada ao estabelecimento continuaram a indagar por que ela estava no banheiro feminino.

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Roberta disse ter hesitado antes de publicar o vídeo por receio de exposição, e relatou sentir vergonha ao relembrar o episódio ocorrido no ambiente em que trabalha diariamente. Segundo ela, a discussão incluiu questionamentos sobre sua identidade, com alegações de que ela deveria usar o banheiro masculino — algo que, segundo a vítima, foi negado por ela, que pontuou ter documentos e se identificar como mulher trans.

No registro em vídeo, a mulher aparece relatando a situação e explicando que decidiu gravar o confronto para registrar as falas dirigidas a ela. O caso ganhou repercussão nas redes sociais após a viralização do material gravado por Roberta.

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A acusação se soma a outros desdobramentos jurídicos envolvendo Cássia Kis. Em outubro de 2024, a atriz tornou-se ré por homofobia após denúncias consideradas preconceituosas; a denúncia foi recebida pelo Ministério Público do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), apresentada pela Antra (Articulação Nacional dos Transgêneros) e pelo ator José de Abreu. O processo criminal foi arquivado em 2025, mas a ação segue tramitando na esfera cível.

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As partes envolvidas não divulgaram posicionamentos adicionais além das manifestações feitas nas redes sociais.

 

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Cássia Kis foi acusada de protagonizar um episódio de transfobia contra uma mulher transexual na sexta-feira, 24/5, dentro do banheiro feminino do Barra Shopping, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. A vítima, identificada como Roberta Santana, trabalha no local e registrou o confronto em vídeo, que passou a circular nas redes sociais.

De acordo com o relato de Roberta, Cássia estava na mesma fila para utilizar o banheiro e, ao encontrar a mulher transexual, teria passado a proferir insultos e questionamentos sobre sua presença no espaço. A funcionária afirma que, mesmo depois de entrar em uma cabine, continuou a ouvir comentários de teor transfóbico vindos da atriz. Ao sair, diz que a atriz e outra pessoa ligada ao estabelecimento continuaram a indagar por que ela estava no banheiro feminino.

Roberta disse ter hesitado antes de publicar o vídeo por receio de exposição, e relatou sentir vergonha ao relembrar o episódio ocorrido no ambiente em que trabalha diariamente. Segundo ela, a discussão incluiu questionamentos sobre sua identidade, com alegações de que ela deveria usar o banheiro masculino — algo que, segundo a vítima, foi negado por ela, que pontuou ter documentos e se identificar como mulher trans.

No registro em vídeo, a mulher aparece relatando a situação e explicando que decidiu gravar o confronto para registrar as falas dirigidas a ela. O caso ganhou repercussão nas redes sociais após a viralização do material gravado por Roberta.

A acusação se soma a outros desdobramentos jurídicos envolvendo Cássia Kis. Em outubro de 2024, a atriz tornou-se ré por homofobia após denúncias consideradas preconceituosas; a denúncia foi recebida pelo Ministério Público do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), apresentada pela Antra (Articulação Nacional dos Transgêneros) e pelo ator José de Abreu. O processo criminal foi arquivado em 2025, mas a ação segue tramitando na esfera cível.

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As partes envolvidas não divulgaram posicionamentos adicionais além das manifestações feitas nas redes sociais.

 

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