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Mulher que acusa Cássia Kis de transfobia diz que vai processar a atriz

Roberta Santana, funcionária do Barra Shopping, afirmou ao portal LeoDias, por meio da repórter Letícia Campos, que pretende levar à Justiça a...

26/04/2026 · 17h40
Mulher que acusa Cássia Kis de transfobia diz que vai processar a atriz

Roberta Santana, funcionária do Barra Shopping, afirmou ao portal LeoDias, por meio da repórter Letícia Campos, que pretende levar à Justiça a acusação de transfobia contra a atriz Cássia Kis. O episódio, segundo Roberta, ocorreu na sexta-feira, 24 de abril, em um banheiro feminino do shopping localizado na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, e ganhou repercussão nas redes sociais no sábado, 25 de abril.

Entenda o caso

De acordo com o relato publicado pela vítima, Cássia Kis teria estado na mesma fila para usar o banheiro e teria começado a proferir ofensas e ataques verbais a Roberta. Mesmo depois que a funcionária entrou em uma das cabines, ela diz ter ouvido comentários de teor transfóbico. Ao sair do espaço, Roberta relatou que a atriz e outra funcionária do estabelecimento continuaram a questionar sua presença no banheiro.

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Roberta declarou à reportagem que não procurou imediatamente a administração do shopping após o ocorrido e que pretende registrar um boletim de ocorrência em uma delegacia especializada. Além disso, informou que vai mover ação judicial contra a atriz pelo crime de transfobia.

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No relato, a vítima descreveu o constrangimento sofrido durante o episódio. Ao mencionar que Cássia deveria respeitar a presença de uma travesti no banheiro feminino, Roberta afirma que a atriz teria perguntado se ela estaria “assumindo que era homem”. A trabalhadora acrescentou que, diante da hostilidade, sua reação foi a de gravar a cena com o celular, e que ouviu a atriz alegar que não usa o banheiro masculino, argumentando assim que Roberta não deveria estar ali — espaço que, segundo a vítima, é seu por direito.

Vale lembrar que desde 2019 atos de discriminação ou hostilidade por motivo de identidade de gênero ou orientação sexual são tratados como crime no Brasil. A decisão do Supremo Tribunal Federal enquadra transfobia e homofobia na Lei de Racismo (Lei 7.716/1989), sujeitando os responsáveis a penas que podem incluir detenção e multa.

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Roberta Santana, funcionária do Barra Shopping, afirmou ao portal LeoDias, por meio da repórter Letícia Campos, que pretende levar à Justiça a acusação de transfobia contra a atriz Cássia Kis. O episódio, segundo Roberta, ocorreu na sexta-feira, 24 de abril, em um banheiro feminino do shopping localizado na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, e ganhou repercussão nas redes sociais no sábado, 25 de abril.

Entenda o caso

De acordo com o relato publicado pela vítima, Cássia Kis teria estado na mesma fila para usar o banheiro e teria começado a proferir ofensas e ataques verbais a Roberta. Mesmo depois que a funcionária entrou em uma das cabines, ela diz ter ouvido comentários de teor transfóbico. Ao sair do espaço, Roberta relatou que a atriz e outra funcionária do estabelecimento continuaram a questionar sua presença no banheiro.

Roberta declarou à reportagem que não procurou imediatamente a administração do shopping após o ocorrido e que pretende registrar um boletim de ocorrência em uma delegacia especializada. Além disso, informou que vai mover ação judicial contra a atriz pelo crime de transfobia.

No relato, a vítima descreveu o constrangimento sofrido durante o episódio. Ao mencionar que Cássia deveria respeitar a presença de uma travesti no banheiro feminino, Roberta afirma que a atriz teria perguntado se ela estaria “assumindo que era homem”. A trabalhadora acrescentou que, diante da hostilidade, sua reação foi a de gravar a cena com o celular, e que ouviu a atriz alegar que não usa o banheiro masculino, argumentando assim que Roberta não deveria estar ali — espaço que, segundo a vítima, é seu por direito.

Vale lembrar que desde 2019 atos de discriminação ou hostilidade por motivo de identidade de gênero ou orientação sexual são tratados como crime no Brasil. A decisão do Supremo Tribunal Federal enquadra transfobia e homofobia na Lei de Racismo (Lei 7.716/1989), sujeitando os responsáveis a penas que podem incluir detenção e multa.

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