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Internacional

AIE exige reabertura imediata do Estreito de Ormuz após acordo de paz com Irã

Fatih Birol, da AIE, pede reabertura do Estreito de Ormuz sem condições após acordo com Irã.

18/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h58
AIE exige reabertura imediata do Estreito de Ormuz após acordo de paz com Irã

O diretor da AIE, Fatih Birol, cobrou a reabertura do Estreito de Ormuz sem condições. A hidrovia é vital para o fluxo global de petróleo e seu fechamento alarmou mercados mundiais.

O diretor-geral da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, saudou na quinta-feira, 18 de junho, o acordo provisório que visa pôr fim à guerra com o Irã. Durante um evento em Istambul, Birol pediu a reabertura do Estreito de Ormuz sem condições, destacando a importância dessa hidrovia para o fluxo global de petróleo.

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Birol observou que diversos países estão reavaliando suas políticas energéticas, uma vez que a possibilidade de o estreito ser fechado novamente é evidente, especialmente após o seu fechamento durante o conflito. Ele enfatizou que a segurança da navegação é crucial para a estabilidade dos mercados de energia.

“A confiança é fundamental nos mercados globais de energia”, afirmou Birol, referindo-se à recente queda nos preços do petróleo desde a assinatura do acordo de paz.

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O acordo proposto contempla a reabertura do estreito por parte de Teerã, além do levantamento do bloqueio naval dos EUA ao Irã. Essa medida pode representar o fim da maior interrupção no fornecimento de petróleo da história, de acordo com a AIE.

A guerra com o Irã, que teve início em 28 de fevereiro com ataques conjuntos dos EUA e de Israel, resultou na perda de mais de 14 milhões de barris por dia (bpd) da produção de petróleo no Oriente Médio, segundo dados da AIE. A situação destaca a vulnerabilidade do mercado energético global, que depende fortemente do transporte seguro de petróleo através do Estreito de Ormuz.

Com a expectativa de que a reabertura ocorra sem condições, a AIE discutirá novas estratégias com países afetados, buscando restabelecer a confiança e a estabilidade no setor energético mundial. Birol reiterou a necessidade de cooperação internacional para evitar futuras crises no fornecimento de petróleo, que podem impactar economias globalmente.

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O diretor da AIE, Fatih Birol, cobrou a reabertura do Estreito de Ormuz sem condições. A hidrovia é vital para o fluxo global de petróleo e seu fechamento alarmou mercados mundiais.

O diretor-geral da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, saudou na quinta-feira, 18 de junho, o acordo provisório que visa pôr fim à guerra com o Irã. Durante um evento em Istambul, Birol pediu a reabertura do Estreito de Ormuz sem condições, destacando a importância dessa hidrovia para o fluxo global de petróleo.

Birol observou que diversos países estão reavaliando suas políticas energéticas, uma vez que a possibilidade de o estreito ser fechado novamente é evidente, especialmente após o seu fechamento durante o conflito. Ele enfatizou que a segurança da navegação é crucial para a estabilidade dos mercados de energia.

“A confiança é fundamental nos mercados globais de energia”, afirmou Birol, referindo-se à recente queda nos preços do petróleo desde a assinatura do acordo de paz.

O acordo proposto contempla a reabertura do estreito por parte de Teerã, além do levantamento do bloqueio naval dos EUA ao Irã. Essa medida pode representar o fim da maior interrupção no fornecimento de petróleo da história, de acordo com a AIE.

A guerra com o Irã, que teve início em 28 de fevereiro com ataques conjuntos dos EUA e de Israel, resultou na perda de mais de 14 milhões de barris por dia (bpd) da produção de petróleo no Oriente Médio, segundo dados da AIE. A situação destaca a vulnerabilidade do mercado energético global, que depende fortemente do transporte seguro de petróleo através do Estreito de Ormuz.

Com a expectativa de que a reabertura ocorra sem condições, a AIE discutirá novas estratégias com países afetados, buscando restabelecer a confiança e a estabilidade no setor energético mundial. Birol reiterou a necessidade de cooperação internacional para evitar futuras crises no fornecimento de petróleo, que podem impactar economias globalmente.

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