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Internacional

Intel sobe 6,5% após Trump revelar parceria com Apple para chips nos EUA

Trump revela acordo entre Apple e Intel, fazendo ações da Intel dispararem 6,5%.

19/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h52
Intel sobe 6,5% após Trump revelar parceria com Apple para chips nos EUA

Trump antecipou nas redes sociais um acordo entre Intel e Apple para produção de chips em solo americano. O anúncio surpreendeu o mercado e fez as ações da Intel dispararem antes mesmo da abertura do pregão.

O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que a Intel e a Apple voltarão a trabalhar juntas, antecipando um acordo que ainda não havia sido oficialmente confirmado por ambas as empresas. Segundo Trump, a Intel irá produzir chips para a Apple em solo americano, uma discussão que vem sendo debatida desde o ano passado.

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Em uma postagem na rede social Truth Social, Trump fez a revelação, que teve um impacto imediato no mercado financeiro. As ações da Intel dispararam cerca de 6,5% nas negociações que antecederam a abertura do mercado, consolidando uma recuperação significativa da empresa, cujos papéis valorizaram aproximadamente três vezes desde o início do ano. Por outro lado, as ações da Apple apresentaram uma leve alta de 0,8%, operando em estabilidade.

A parceria entre a Intel e a Apple pode trazer benefícios mútuos. Para a Apple, essa aliança representa uma estratégia para mitigar riscos logísticos e geopolíticos, uma vez que a empresa, atualmente, depende da taiwanesa TSMC para a fabricação de seus chips. As fábricas da TSMC estão operando no limite de sua capacidade devido à alta demanda global por semicondutores, especialmente para inteligência artificial.

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Para a Intel, conseguir o selo de aprovação da Apple como cliente é uma conquista significativa. A empresa tem enfrentado dificuldades nos últimos anos, perdendo espaço para a TSMC, mas esse novo contrato assegura um fluxo constante de demanda. O anúncio da parceria ocorre em um momento estratégico, coincidindo com o início da produção da nova litografia 18A-P, que promete até 9% mais desempenho em relação à anterior 18A.

A colaboração entre as duas gigantes também se alinha à agenda econômica do governo dos EUA, que busca reduzir a dependência comercial em relação à China e proteger as cadeias de suprimentos de tecnologia. O governo americano adquiriu uma participação acionária de 10% na Intel no ano passado e anunciou um investimento de US$ 10 bilhões para expandir a infraestrutura de fábricas de chips no país.

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Trump antecipou nas redes sociais um acordo entre Intel e Apple para produção de chips em solo americano. O anúncio surpreendeu o mercado e fez as ações da Intel dispararem antes mesmo da abertura do pregão.

O ex-presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que a Intel e a Apple voltarão a trabalhar juntas, antecipando um acordo que ainda não havia sido oficialmente confirmado por ambas as empresas. Segundo Trump, a Intel irá produzir chips para a Apple em solo americano, uma discussão que vem sendo debatida desde o ano passado.

Em uma postagem na rede social Truth Social, Trump fez a revelação, que teve um impacto imediato no mercado financeiro. As ações da Intel dispararam cerca de 6,5% nas negociações que antecederam a abertura do mercado, consolidando uma recuperação significativa da empresa, cujos papéis valorizaram aproximadamente três vezes desde o início do ano. Por outro lado, as ações da Apple apresentaram uma leve alta de 0,8%, operando em estabilidade.

A parceria entre a Intel e a Apple pode trazer benefícios mútuos. Para a Apple, essa aliança representa uma estratégia para mitigar riscos logísticos e geopolíticos, uma vez que a empresa, atualmente, depende da taiwanesa TSMC para a fabricação de seus chips. As fábricas da TSMC estão operando no limite de sua capacidade devido à alta demanda global por semicondutores, especialmente para inteligência artificial.

Para a Intel, conseguir o selo de aprovação da Apple como cliente é uma conquista significativa. A empresa tem enfrentado dificuldades nos últimos anos, perdendo espaço para a TSMC, mas esse novo contrato assegura um fluxo constante de demanda. O anúncio da parceria ocorre em um momento estratégico, coincidindo com o início da produção da nova litografia 18A-P, que promete até 9% mais desempenho em relação à anterior 18A.

A colaboração entre as duas gigantes também se alinha à agenda econômica do governo dos EUA, que busca reduzir a dependência comercial em relação à China e proteger as cadeias de suprimentos de tecnologia. O governo americano adquiriu uma participação acionária de 10% na Intel no ano passado e anunciou um investimento de US$ 10 bilhões para expandir a infraestrutura de fábricas de chips no país.

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