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Política

André do Prado confirma Eduardo Bolsonaro como suplente no Senado por SP

André do Prado anunciou que Eduardo Bolsonaro será seu suplente ao Senado em São Paulo.

20/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h22
André do Prado confirma Eduardo Bolsonaro como suplente no Senado por SP

O deputado André do Prado oficializou a chapa para o Senado em São Paulo. Eduardo Bolsonaro será o 1º suplente, mesmo com inelegibilidade ainda em disputa no STF.

O deputado estadual e pré-candidato ao Senado pelo PL, André do Prado, anunciou neste sábado (20) que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro será seu suplente na disputa pela Casa Alta em São Paulo. O anúncio foi feito durante o evento de lançamento da chapa para a corrida eleitoral, onde André afirmou que os dois ‘estarão juntos’ nas eleições.

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André do Prado destacou a importância da presença de Eduardo em sua candidatura, afirmando:

‘Ele continua como meu 1º suplente, existem recursos que ainda podem ser impetrados e a gente acredita que o plenário do Supremo possa reverter isso.’

No evento, que ocorreu em Guarulhos, o pré-candidato também mencionou que a vaga ao Senado deveria ter sido ocupada por Eduardo. ‘Agradeço ao Eduardo pelo apoio e confiança, porque essa vaga era para ser dele, e o Eduardo não vai poder disputar o Senado. Obrigado a ele por essa confiança. Defenderei no Senado todas as pautas da direita, que o Eduardo também defende, para garantir a atuação dos nossos valores’, disse André.

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O evento contou com a presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e do senador Flávio Bolsonaro, que também comentou sobre a situação política de Eduardo. Flávio mencionou que a escolha de André do Prado não foi fácil e lamentou a ausência do ex-deputado:

‘Infelizmente, por conta de uma suposta defesa da democracia, fizeram abusos e o Eduardo não pôde estar aqui com a gente hoje.’

Na última terça-feira (16), Eduardo Bolsonaro foi condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a 2 anos e 4 meses de prisão por coação no curso do processo que apurou uma tentativa de golpe de Estado no Brasil. Além da pena privativa de liberdade, a Suprema Corte também determinou que o ex-deputado pague 50 dias-multa, fixados em dois salários mínimos cada, e impôs uma restrição eleitoral que pode durar até 12 anos e 2 meses.

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O deputado André do Prado oficializou a chapa para o Senado em São Paulo. Eduardo Bolsonaro será o 1º suplente, mesmo com inelegibilidade ainda em disputa no STF.

O deputado estadual e pré-candidato ao Senado pelo PL, André do Prado, anunciou neste sábado (20) que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro será seu suplente na disputa pela Casa Alta em São Paulo. O anúncio foi feito durante o evento de lançamento da chapa para a corrida eleitoral, onde André afirmou que os dois ‘estarão juntos’ nas eleições.

André do Prado destacou a importância da presença de Eduardo em sua candidatura, afirmando:

‘Ele continua como meu 1º suplente, existem recursos que ainda podem ser impetrados e a gente acredita que o plenário do Supremo possa reverter isso.’

No evento, que ocorreu em Guarulhos, o pré-candidato também mencionou que a vaga ao Senado deveria ter sido ocupada por Eduardo. ‘Agradeço ao Eduardo pelo apoio e confiança, porque essa vaga era para ser dele, e o Eduardo não vai poder disputar o Senado. Obrigado a ele por essa confiança. Defenderei no Senado todas as pautas da direita, que o Eduardo também defende, para garantir a atuação dos nossos valores’, disse André.

O evento contou com a presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e do senador Flávio Bolsonaro, que também comentou sobre a situação política de Eduardo. Flávio mencionou que a escolha de André do Prado não foi fácil e lamentou a ausência do ex-deputado:

‘Infelizmente, por conta de uma suposta defesa da democracia, fizeram abusos e o Eduardo não pôde estar aqui com a gente hoje.’

Na última terça-feira (16), Eduardo Bolsonaro foi condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a 2 anos e 4 meses de prisão por coação no curso do processo que apurou uma tentativa de golpe de Estado no Brasil. Além da pena privativa de liberdade, a Suprema Corte também determinou que o ex-deputado pague 50 dias-multa, fixados em dois salários mínimos cada, e impôs uma restrição eleitoral que pode durar até 12 anos e 2 meses.

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