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Policial

PF deflagra operação contra banco ligado ao bispo Edir Macedo

Operação Miragem da Polícia Federal investiga crimes financeiros envolvendo o Banco Digimais.

23/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 14h19
PF deflagra operação contra banco ligado ao bispo Edir Macedo

A Operação Miragem mira o Banco Digimais por crimes financeiros. Mais de 50 agentes cumprem nove mandados de busca e apreensão em várias cidades do país.

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (23), a Operação Miragem para investigar crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, conforme previsto na Lei nº 7.492/1986. A operação ocorre em várias cidades e envolve o cumprimento de mandados judiciais direcionados ao Banco Digimais.

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A instituição financeira, controlada pelo bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, é o foco das investigações. Ao todo, mais de 50 policiais federais estão envolvidos na operação, que inclui a execução de nove mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal em São Paulo.

Entre as medidas adotadas estão a quebra de sigilos bancário e fiscal dos investigados, bem como o sequestro e bloqueio de bens e valores que podem atingir até R$ 670 milhões. A Polícia Federal afirma que as investigações foram embasadas por relatórios do Banco Central, que indicam que os investigados teriam manipulado demonstrativos contábeis e registros regulatórios para ocultar a verdadeira situação financeira do Banco Digimais.

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A operação visa desmascarar ações que, segundo a PF, foram realizadas para aparentar solvência perante os órgãos de controle e para viabilizar operações consideradas supostamente irregulares. Os envolvidos na ação poderão ser responsabilizados por crimes como gestão fraudulenta, inserção de dados falsos em demonstrativos contábeis e realização de operações de crédito proibidas pela legislação financeira.

As investigações seguem em andamento, e a Polícia Federal está concentrada na coleta de evidências que possam corroborar as suspeitas levantadas. A efetividade das ações adotadas nesta operação pode trazer novas informações à luz sobre os procedimentos administrativos do Banco Digimais e suas práticas financeiras.

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A Operação Miragem mira o Banco Digimais por crimes financeiros. Mais de 50 agentes cumprem nove mandados de busca e apreensão em várias cidades do país.

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (23), a Operação Miragem para investigar crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, conforme previsto na Lei nº 7.492/1986. A operação ocorre em várias cidades e envolve o cumprimento de mandados judiciais direcionados ao Banco Digimais.

A instituição financeira, controlada pelo bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, é o foco das investigações. Ao todo, mais de 50 policiais federais estão envolvidos na operação, que inclui a execução de nove mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal em São Paulo.

Entre as medidas adotadas estão a quebra de sigilos bancário e fiscal dos investigados, bem como o sequestro e bloqueio de bens e valores que podem atingir até R$ 670 milhões. A Polícia Federal afirma que as investigações foram embasadas por relatórios do Banco Central, que indicam que os investigados teriam manipulado demonstrativos contábeis e registros regulatórios para ocultar a verdadeira situação financeira do Banco Digimais.

A operação visa desmascarar ações que, segundo a PF, foram realizadas para aparentar solvência perante os órgãos de controle e para viabilizar operações consideradas supostamente irregulares. Os envolvidos na ação poderão ser responsabilizados por crimes como gestão fraudulenta, inserção de dados falsos em demonstrativos contábeis e realização de operações de crédito proibidas pela legislação financeira.

As investigações seguem em andamento, e a Polícia Federal está concentrada na coleta de evidências que possam corroborar as suspeitas levantadas. A efetividade das ações adotadas nesta operação pode trazer novas informações à luz sobre os procedimentos administrativos do Banco Digimais e suas práticas financeiras.

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