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Mundo

Líderes internacionais expressam solidariedade à Venezuela após terremotos

Líderes internacionais manifestam solidariedade à Venezuela após terremotos que deixaram 32 mortos.

25/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 06h24
Líderes internacionais expressam solidariedade à Venezuela após terremotos

Líderes de diversos países reagiram aos terremotos que atingiram a Venezuela na quarta-feira, 24 de junho de 2026, resultando na morte de ao menos 32 pessoas. O balanço oficial ainda não inclui eventuais vítimas na região de La Guaira, apontada pelo governo venezuelano como a mais afetada pelos tremores.

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, manifestou sua preocupação e consternação ao receber a notícia. Ele destacou que instruiu o Ministério das Relações Exteriores a avaliar a situação em conjunto com a Embaixada do Brasil em Caracas e a estudar medidas de assistência. “Reafirmo nossa determinação em apoiar o governo da presidenta encarregada Delcy Rodríguez na recuperação das áreas afetadas desse país irmão”, declarou Lula em sua rede social.

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A líder da oposição venezuelana, Maria Corina Machado, também se pronunciou, afirmando que suas orações estão com as famílias afetadas. “Meu coração, meu abraço infinito e minhas orações estão com cada lar venezuelano nestas horas de angústia”, disse ela. Machado expressou sua esperança de que “a força, a serenidade e a solidariedade” prevaleçam no país durante este momento difícil.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, caracterizou os terremotos como “massivos em escala” e lamentou o “número devastador de mortes”. Ele afirmou que os EUA estão prontos para ajudar e que instruíram todas as agências do governo a se prepararem para uma rápida ação, ressaltando que os primeiros relatos não são bons.

O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, atualmente detido nos Estados Unidos, também fez uma declaração de solidariedade. Em mensagem atribuída a ele e a sua esposa, Cilia Flores, ambos pediram pela união e solidariedade da população venezuelana, além de apoio às equipes de resgate e proteção aos grupos mais vulneráveis.

O presidente da Argentina, Javier Milei, manifestou sua solidariedade e destacou que seu governo está acompanhando a situação. Ele se comprometeu a colaborar com assistência humanitária em coordenação com organismos internacionais, enfatizando a necessidade de uma resposta unida da comunidade internacional.

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A presidenta do México, Claudia Sheinbaum, informou que sua equipe já contatou o governo venezuelano e que está preparando a ajuda necessária, incluindo pessoal especializado em resgate e saúde. “O México sempre é e será solidário”, afirmou.

O presidente do Equador, Daniel Noboa, anunciou o envio imediato de ajuda humanitária, ressaltando que a humanidade deve sempre guiar a ação de um mandatário. O presidente do Panamá, José Raúl Mulino, e o presidente do Chile, José Antonio Kast, também ofereceram apoio e se colocaram à disposição para coordenar ações de ajuda.

O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, garantiu que 300 socorristas e paramédicos estão prontos para partir para a Venezuela com 50 toneladas de equipamentos e suprimentos. Além disso, a presidente da Costa Rica, Laura Fernández Delgado, expressou seu apoio à população venezuelana nesta hora de dor.

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O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, e o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, também manifestaram suas condolências e ofertas de assistência. O presidente da França, Emmanuel Macron, e a política peruana Keiko Fujimori se uniram aos demais líderes em expressar solidariedade às vítimas e seus familiares.

Os terremotos, com magnitudes de 7,2 e 7,5, atingiram a região central da Venezuela em um intervalo de menos de um minuto. A vice-presidenta Delcy Rodríguez informou que mais de 700 feridos foram atendidos em hospitais e que as aulas e atividades não essenciais do serviço público foram suspensas em resposta à tragédia.

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Líderes de diversos países reagiram aos terremotos que atingiram a Venezuela na quarta-feira, 24 de junho de 2026, resultando na morte de ao menos 32 pessoas. O balanço oficial ainda não inclui eventuais vítimas na região de La Guaira, apontada pelo governo venezuelano como a mais afetada pelos tremores.

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, manifestou sua preocupação e consternação ao receber a notícia. Ele destacou que instruiu o Ministério das Relações Exteriores a avaliar a situação em conjunto com a Embaixada do Brasil em Caracas e a estudar medidas de assistência. “Reafirmo nossa determinação em apoiar o governo da presidenta encarregada Delcy Rodríguez na recuperação das áreas afetadas desse país irmão”, declarou Lula em sua rede social.

A líder da oposição venezuelana, Maria Corina Machado, também se pronunciou, afirmando que suas orações estão com as famílias afetadas. “Meu coração, meu abraço infinito e minhas orações estão com cada lar venezuelano nestas horas de angústia”, disse ela. Machado expressou sua esperança de que “a força, a serenidade e a solidariedade” prevaleçam no país durante este momento difícil.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, caracterizou os terremotos como “massivos em escala” e lamentou o “número devastador de mortes”. Ele afirmou que os EUA estão prontos para ajudar e que instruíram todas as agências do governo a se prepararem para uma rápida ação, ressaltando que os primeiros relatos não são bons.

O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, atualmente detido nos Estados Unidos, também fez uma declaração de solidariedade. Em mensagem atribuída a ele e a sua esposa, Cilia Flores, ambos pediram pela união e solidariedade da população venezuelana, além de apoio às equipes de resgate e proteção aos grupos mais vulneráveis.

O presidente da Argentina, Javier Milei, manifestou sua solidariedade e destacou que seu governo está acompanhando a situação. Ele se comprometeu a colaborar com assistência humanitária em coordenação com organismos internacionais, enfatizando a necessidade de uma resposta unida da comunidade internacional.

A presidenta do México, Claudia Sheinbaum, informou que sua equipe já contatou o governo venezuelano e que está preparando a ajuda necessária, incluindo pessoal especializado em resgate e saúde. “O México sempre é e será solidário”, afirmou.

O presidente do Equador, Daniel Noboa, anunciou o envio imediato de ajuda humanitária, ressaltando que a humanidade deve sempre guiar a ação de um mandatário. O presidente do Panamá, José Raúl Mulino, e o presidente do Chile, José Antonio Kast, também ofereceram apoio e se colocaram à disposição para coordenar ações de ajuda.

O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, garantiu que 300 socorristas e paramédicos estão prontos para partir para a Venezuela com 50 toneladas de equipamentos e suprimentos. Além disso, a presidente da Costa Rica, Laura Fernández Delgado, expressou seu apoio à população venezuelana nesta hora de dor.

O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, e o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, também manifestaram suas condolências e ofertas de assistência. O presidente da França, Emmanuel Macron, e a política peruana Keiko Fujimori se uniram aos demais líderes em expressar solidariedade às vítimas e seus familiares.

Os terremotos, com magnitudes de 7,2 e 7,5, atingiram a região central da Venezuela em um intervalo de menos de um minuto. A vice-presidenta Delcy Rodríguez informou que mais de 700 feridos foram atendidos em hospitais e que as aulas e atividades não essenciais do serviço público foram suspensas em resposta à tragédia.

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