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Viridis avança em financiamento do projeto Colossus de terras raras em Minas Gerais

Viridis Mining avança na captação de recursos para o projeto Colossus em Minas Gerais.

09/07/2026 · 19h01
Viridis avança em financiamento do projeto Colossus de terras raras em Minas Gerais

A Viridis Mining and Minerals, empresa australiana, anunciou que atingiu um marco técnico considerado crucial para o financiamento do projeto Colossus, que se destina à extração de terras raras em Minas Gerais. A atualização na estimativa de recursos minerais elevou a confiança geológica de parte do depósito, conforme comunicado divulgado nesta quinta-feira, 9 de julho de 2026.

O projeto agora conta com um recurso mineral total de 473 milhões de toneladas, com um teor de 2.505 ppm de TREO (óxidos totais de terras raras) e 592 ppm de MREO (óxidos magnéticos de terras raras). Essa atualização é vista como um passo fundamental para a viabilização do projeto, permitindo que a Viridis avance para a fase de contratação de dívidas necessárias ao financiamento.

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Entre os avanços, destaca-se a definição de um recurso mineral medido de 31 milhões de toneladas, com teores de 2.858 ppm de TREO e 758 ppm de MREO. Este volume de recursos medidos deve sustentar os primeiros anos do plano de lavra e facilitar a busca por financiamento, conforme afirma a companhia.

“Esta atualização de recursos representa outro marco importante no desenvolvimento do Projeto Colossus”, afirmou Rafael Moreno, diretor-gerente da Viridis. Ele ressaltou que a sondagem adensada “entregou exatamente” o que a empresa buscava: aumentar a confiança geológica e definir um recurso medido capaz de sustentar os anos de maior valor da produção planejada.

A Viridis destacou que a atualização atende a um requisito técnico-chave para o financiamento da dívida do projeto, e a expectativa é que parte do cronograma inicial de produção se converta em reservas provadas na etapa do Estudo de Viabilidade Definitivo (DFS). A decisão final de investimento (FID) está prevista para o segundo semestre de 2026.

Moreno ainda enfatizou que o marco vai além da geologia, pois também representa um avanço em termos de financiamento. “Definir mais de cinco anos de recursos medidos para o plano inicial de mina satisfaz um requisito técnico-chave para o financiamento de dívida do projeto”, completou.

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A empresa também observou que o recurso mineral atualmente definido cobre apenas cerca de 12% da área total de Colossus, o que indica potencial para novas expansões. A Viridis quer posicionar Colossus como um dos principais projetos globais de terras raras em argila de adsorção iônica, que são depósitos que permitem, em alguns casos, rotas de processamento menos intensivas em comparação com projetos de rocha dura.

Os óxidos magnéticos de terras raras, como neodímio, praseodímio, disprósio e térbio, são valorizados por sua aplicação em ímãs permanentes, utilizados em motores elétricos, turbinas eólicas, equipamentos eletrônicos e tecnologias de defesa. Esses elementos possuem um valor econômico superior em comparação com terras raras mais abundantes, como lantânio e cério.

A Viridis informou que os elementos raros mencionados representam cerca de 24% do TREO no recurso medido e indicado, o que melhora a atratividade econômica do projeto a longo prazo. A empresa também definiu uma zona de alto teor, com 97 milhões de toneladas apresentando teores acima de 4.000 ppm de TREO e 1.000 ppm de MREO, material que deve contribuir para os primeiros anos de produção.

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“Estamos excepcionalmente bem posicionados para entregar um perfil inicial de produção de alto teor”, concluiu Moreno.

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A Viridis Mining and Minerals, empresa australiana, anunciou que atingiu um marco técnico considerado crucial para o financiamento do projeto Colossus, que se destina à extração de terras raras em Minas Gerais. A atualização na estimativa de recursos minerais elevou a confiança geológica de parte do depósito, conforme comunicado divulgado nesta quinta-feira, 9 de julho de 2026.

O projeto agora conta com um recurso mineral total de 473 milhões de toneladas, com um teor de 2.505 ppm de TREO (óxidos totais de terras raras) e 592 ppm de MREO (óxidos magnéticos de terras raras). Essa atualização é vista como um passo fundamental para a viabilização do projeto, permitindo que a Viridis avance para a fase de contratação de dívidas necessárias ao financiamento.

Entre os avanços, destaca-se a definição de um recurso mineral medido de 31 milhões de toneladas, com teores de 2.858 ppm de TREO e 758 ppm de MREO. Este volume de recursos medidos deve sustentar os primeiros anos do plano de lavra e facilitar a busca por financiamento, conforme afirma a companhia.

“Esta atualização de recursos representa outro marco importante no desenvolvimento do Projeto Colossus”, afirmou Rafael Moreno, diretor-gerente da Viridis. Ele ressaltou que a sondagem adensada “entregou exatamente” o que a empresa buscava: aumentar a confiança geológica e definir um recurso medido capaz de sustentar os anos de maior valor da produção planejada.

A Viridis destacou que a atualização atende a um requisito técnico-chave para o financiamento da dívida do projeto, e a expectativa é que parte do cronograma inicial de produção se converta em reservas provadas na etapa do Estudo de Viabilidade Definitivo (DFS). A decisão final de investimento (FID) está prevista para o segundo semestre de 2026.

Moreno ainda enfatizou que o marco vai além da geologia, pois também representa um avanço em termos de financiamento. “Definir mais de cinco anos de recursos medidos para o plano inicial de mina satisfaz um requisito técnico-chave para o financiamento de dívida do projeto”, completou.

A empresa também observou que o recurso mineral atualmente definido cobre apenas cerca de 12% da área total de Colossus, o que indica potencial para novas expansões. A Viridis quer posicionar Colossus como um dos principais projetos globais de terras raras em argila de adsorção iônica, que são depósitos que permitem, em alguns casos, rotas de processamento menos intensivas em comparação com projetos de rocha dura.

Os óxidos magnéticos de terras raras, como neodímio, praseodímio, disprósio e térbio, são valorizados por sua aplicação em ímãs permanentes, utilizados em motores elétricos, turbinas eólicas, equipamentos eletrônicos e tecnologias de defesa. Esses elementos possuem um valor econômico superior em comparação com terras raras mais abundantes, como lantânio e cério.

A Viridis informou que os elementos raros mencionados representam cerca de 24% do TREO no recurso medido e indicado, o que melhora a atratividade econômica do projeto a longo prazo. A empresa também definiu uma zona de alto teor, com 97 milhões de toneladas apresentando teores acima de 4.000 ppm de TREO e 1.000 ppm de MREO, material que deve contribuir para os primeiros anos de produção.

“Estamos excepcionalmente bem posicionados para entregar um perfil inicial de produção de alto teor”, concluiu Moreno.

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