Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Política

PDT apoia Lula no 1° turno após 12 anos e define alianças estaduais

O PDT oficializa apoio a Lula no 1° turno após 12 anos, com alianças estaduais firmadas.

20/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 11h03
PDT apoia Lula no 1° turno após 12 anos e define alianças estaduais

O PDT (Partido Democrático Trabalhista) oficializou seu apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições deste ano. A convenção que selou essa aliança ocorreu nesta segunda-feira (20) e marcou um retorno significativo da sigla ao apoio a um candidato do PT no primeiro turno, após 12 anos de distanciamento.

Durante a convenção, o partido também anunciou sua parceria com o PT na candidatura de Juliana Brizola (PDT) ao governo do Rio Grande do Sul e Requião Filho (PDT) ao governo do Paraná. Essa aliança demonstra uma nova estratégia política do PDT, buscando fortalecer sua presença nas disputas estaduais.

Publicidade

Após a convenção, o PDT organizou um ato político em sua sede em Brasília, que contou com a presença do presidente Lula e do presidente do PDT, Carlos Lupi, além de outros líderes do partido de diversas partes do país. O evento simbolizou a união entre as legendas e o compromisso com as candidaturas apresentadas.

“Estamos prontos para trabalhar juntos em prol do nosso projeto e de nossas candidaturas”, afirmou Carlos Lupi durante o ato político.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

O PDT viveu momentos conturbados durante o governo Lula 3, quando Carlos Lupi ocupava o cargo de ministro da Previdência e esteve no centro de uma das principais crises do governo, relacionadas a fraudes bilionárias no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Naquela ocasião, Lupi indicou Alessandro Stefanutto à presidência da autarquia, que posteriormente foi indiciado pela Polícia Federal.

Com o apoio a Lula, o PDT retorna ao palanque do PT pela primeira vez desde 2014, quando esteve na coligação de Dilma Rousseff, que venceu a reeleição naquele ano. Desde então, a sigla optou por lançar Ciro Gomes como candidato à presidência nas últimas duas eleições. Em 2018, o PDT declarou “apoio crítico” a Fernando Haddad no segundo turno, diante da candidatura de Jair Bolsonaro. Já em 2022, o partido decidiu apoiar Lula, novamente contra Bolsonaro.

Ciro Gomes deixou o PDT no final de 2025 e se filiou ao PSDB, onde agora se apresenta como pré-candidato ao governo do Ceará. Ele busca retornar ao comando do estado e está em negociações com o PL de Jair Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência.

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

O PDT (Partido Democrático Trabalhista) oficializou seu apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições deste ano. A convenção que selou essa aliança ocorreu nesta segunda-feira (20) e marcou um retorno significativo da sigla ao apoio a um candidato do PT no primeiro turno, após 12 anos de distanciamento.

Durante a convenção, o partido também anunciou sua parceria com o PT na candidatura de Juliana Brizola (PDT) ao governo do Rio Grande do Sul e Requião Filho (PDT) ao governo do Paraná. Essa aliança demonstra uma nova estratégia política do PDT, buscando fortalecer sua presença nas disputas estaduais.

Após a convenção, o PDT organizou um ato político em sua sede em Brasília, que contou com a presença do presidente Lula e do presidente do PDT, Carlos Lupi, além de outros líderes do partido de diversas partes do país. O evento simbolizou a união entre as legendas e o compromisso com as candidaturas apresentadas.

“Estamos prontos para trabalhar juntos em prol do nosso projeto e de nossas candidaturas”, afirmou Carlos Lupi durante o ato político.

O PDT viveu momentos conturbados durante o governo Lula 3, quando Carlos Lupi ocupava o cargo de ministro da Previdência e esteve no centro de uma das principais crises do governo, relacionadas a fraudes bilionárias no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Naquela ocasião, Lupi indicou Alessandro Stefanutto à presidência da autarquia, que posteriormente foi indiciado pela Polícia Federal.

Com o apoio a Lula, o PDT retorna ao palanque do PT pela primeira vez desde 2014, quando esteve na coligação de Dilma Rousseff, que venceu a reeleição naquele ano. Desde então, a sigla optou por lançar Ciro Gomes como candidato à presidência nas últimas duas eleições. Em 2018, o PDT declarou “apoio crítico” a Fernando Haddad no segundo turno, diante da candidatura de Jair Bolsonaro. Já em 2022, o partido decidiu apoiar Lula, novamente contra Bolsonaro.

Ciro Gomes deixou o PDT no final de 2025 e se filiou ao PSDB, onde agora se apresenta como pré-candidato ao governo do Ceará. Ele busca retornar ao comando do estado e está em negociações com o PL de Jair Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA