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Política

Senador Jaques Wagner tenta vender terreno de R$ 15,8 milhões após operação da PF

Senador Jaques Wagner tenta vender terreno avaliado em R$ 15,8 milhões após operação da PF.

20/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h28
Senador Jaques Wagner tenta vender terreno de R$ 15,8 milhões após operação da PF

O senador Jaques Wagner (PT-BA) teve uma tentativa de venda de um terreno, avaliado em R$ 15,8 milhões, barrada por um cartório na Bahia. A negociação ocorreu no dia 19 de junho, um dia após o parlamentar ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) relacionada ao extinto Banco Master.

Por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, Wagner foi alvo de mandados de busca e apreensão, além de uma ordem de restrição de atividades econômicas. Em função disso, a Justiça notificou bancos, órgãos públicos e cartórios para impedir negociações financeiras em andamento. Essa medida resultou na proibição da venda da propriedade para a Lagoons Empreendimentos, cujo sócio é o Grupo City, responsável pela gestão do Esporte Clube Bahia. A informação foi divulgada por um veículo de comunicação e confirmada por outras fontes.

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De acordo com interlocutores do STF, essa ação é uma prática comum em casos envolvendo alvos de investigação. A defesa do senador nega qualquer irregularidade, afirmando que a negociação teve início em 2024 e foi finalizada em 2025.

“O acordo previa a permuta do imóvel por lotes do empreendimento e o pagamento antecipado de R$ 2 milhões, valor devidamente declarado, com o recolhimento do imposto sobre o ganho de capital (DARF pago em 30/06/2025). A escritura pública foi lavrada em maio de 2026, preservando a natureza da operação como uma permuta”, diz a defesa.

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A operação da PF que resultou nos desdobramentos contra Wagner afirmou que foram identificados “elementos indicativos de recebimento de vantagens econômicas indevidas” pelo parlamentar, diretamente ou indiretamente, por meio de familiares, pessoas de confiança e estruturas societárias ligadas ao grupo econômico sob investigação.

Os elementos mencionados na decisão da operação incluíam o uso gratuito de aeronaves, estruturação de pagamentos, benefícios e aquisições patrimoniais. Após a operação, Jaques Wagner confirmou sua saída da liderança do governo no Senado Federal.

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O senador Jaques Wagner (PT-BA) teve uma tentativa de venda de um terreno, avaliado em R$ 15,8 milhões, barrada por um cartório na Bahia. A negociação ocorreu no dia 19 de junho, um dia após o parlamentar ser alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) relacionada ao extinto Banco Master.

Por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, Wagner foi alvo de mandados de busca e apreensão, além de uma ordem de restrição de atividades econômicas. Em função disso, a Justiça notificou bancos, órgãos públicos e cartórios para impedir negociações financeiras em andamento. Essa medida resultou na proibição da venda da propriedade para a Lagoons Empreendimentos, cujo sócio é o Grupo City, responsável pela gestão do Esporte Clube Bahia. A informação foi divulgada por um veículo de comunicação e confirmada por outras fontes.

De acordo com interlocutores do STF, essa ação é uma prática comum em casos envolvendo alvos de investigação. A defesa do senador nega qualquer irregularidade, afirmando que a negociação teve início em 2024 e foi finalizada em 2025.

“O acordo previa a permuta do imóvel por lotes do empreendimento e o pagamento antecipado de R$ 2 milhões, valor devidamente declarado, com o recolhimento do imposto sobre o ganho de capital (DARF pago em 30/06/2025). A escritura pública foi lavrada em maio de 2026, preservando a natureza da operação como uma permuta”, diz a defesa.

A operação da PF que resultou nos desdobramentos contra Wagner afirmou que foram identificados “elementos indicativos de recebimento de vantagens econômicas indevidas” pelo parlamentar, diretamente ou indiretamente, por meio de familiares, pessoas de confiança e estruturas societárias ligadas ao grupo econômico sob investigação.

Os elementos mencionados na decisão da operação incluíam o uso gratuito de aeronaves, estruturação de pagamentos, benefícios e aquisições patrimoniais. Após a operação, Jaques Wagner confirmou sua saída da liderança do governo no Senado Federal.

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