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Mundo

Houthis impõem bloqueio naval à Arábia Saudita em nova escalada de conflito

Houthis do Iémen anunciam bloqueio naval à Arábia Saudita, impactando o fornecimento de energia.

21/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h16
Houthis impõem bloqueio naval à Arábia Saudita em nova escalada de conflito

Aliados do Irã, os houthis do Iêmen anunciaram na segunda-feira (20 de julho de 2026) a imposição de um bloqueio naval à Arábia Saudita. Essa ação representa uma nova frente contra os Estados Unidos no contexto da guerra do Oriente Médio e amplia as ameaças ao fornecimento global de energia.

O Irã havia pressionado os houthis a fechar o estreito de Bab el-Mandeb, caso os EUA continuassem atacando a infraestrutura iraniana. Essa passagem, que liga o mar Vermelho ao golfo de Áden, é considerada a segunda maior rota de exportação de petróleo da região.

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Em um comunicado, os houthis declararam um “embargo marítimo contra o criminoso inimigo saudita, com base no princípio de ‘olho por olho’, com efeito imediato”. Yahya Saree, porta-voz militar do grupo rebelde, afirmou que a decisão foi uma resposta ao que chamou de “cerco injusto e opressor” que a Arábia Saudita impôs ao Iêmen.

Em resposta, o Ministério das Relações Exteriores da Arábia Saudita divulgou um comunicado também na segunda-feira, repudiando as declarações do porta-voz dos houthis. O ministério afirmou que o país tem trabalhado ao longo dos últimos anos com o governo legítimo do Iêmen para aliviar o sofrimento do povo iemenita, por meio da continuidade de projetos de desenvolvimento e do fornecimento de derivados de petróleo para operar usinas de energia.

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Até o momento, não foram divulgadas informações sobre como os houthis planejam implementar o bloqueio marítimo, nem se isso incluirá a retomada de ataques contra embarcações na região. O fechamento do estreito de Bab el-Mandeb poderia reduzir a oferta global de petróleo em aproximadamente 7%, ao impedir que a maioria das exportações sauditas deixasse a área.

Essa interrupção se somaria à redução nos fluxos de petróleo causada pela guerra no Golfo e pelo bloqueio do estreito de Ormuz, que já cortou cerca de 10% da oferta mundial. A situação continua a se desenvolver e pode ter implicações significativas para o mercado global de energia.

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Aliados do Irã, os houthis do Iêmen anunciaram na segunda-feira (20 de julho de 2026) a imposição de um bloqueio naval à Arábia Saudita. Essa ação representa uma nova frente contra os Estados Unidos no contexto da guerra do Oriente Médio e amplia as ameaças ao fornecimento global de energia.

O Irã havia pressionado os houthis a fechar o estreito de Bab el-Mandeb, caso os EUA continuassem atacando a infraestrutura iraniana. Essa passagem, que liga o mar Vermelho ao golfo de Áden, é considerada a segunda maior rota de exportação de petróleo da região.

Em um comunicado, os houthis declararam um “embargo marítimo contra o criminoso inimigo saudita, com base no princípio de ‘olho por olho’, com efeito imediato”. Yahya Saree, porta-voz militar do grupo rebelde, afirmou que a decisão foi uma resposta ao que chamou de “cerco injusto e opressor” que a Arábia Saudita impôs ao Iêmen.

Em resposta, o Ministério das Relações Exteriores da Arábia Saudita divulgou um comunicado também na segunda-feira, repudiando as declarações do porta-voz dos houthis. O ministério afirmou que o país tem trabalhado ao longo dos últimos anos com o governo legítimo do Iêmen para aliviar o sofrimento do povo iemenita, por meio da continuidade de projetos de desenvolvimento e do fornecimento de derivados de petróleo para operar usinas de energia.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre como os houthis planejam implementar o bloqueio marítimo, nem se isso incluirá a retomada de ataques contra embarcações na região. O fechamento do estreito de Bab el-Mandeb poderia reduzir a oferta global de petróleo em aproximadamente 7%, ao impedir que a maioria das exportações sauditas deixasse a área.

Essa interrupção se somaria à redução nos fluxos de petróleo causada pela guerra no Golfo e pelo bloqueio do estreito de Ormuz, que já cortou cerca de 10% da oferta mundial. A situação continua a se desenvolver e pode ter implicações significativas para o mercado global de energia.

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