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Justiça

Investigação sobre financiamento do filme ‘Dark Horse’ avança em duas frentes distintas

Duas investigações distintas sobre o filme 'Dark Horse' visam esclarecer seu financiamento.

27/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h52
Investigação sobre financiamento do filme ‘Dark Horse’ avança em duas frentes distintas

O filme “Dark Horse”, que aborda a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, está sendo alvo de investigações separadas pela Polícia Federal, com autorização de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Embora ambas as apurações tratem do mesmo projeto, cada uma se concentra em aspectos distintos do financiamento.

A primeira investigação, sob a relatoria do ministro Flávio Dino, está voltada para possíveis irregularidades na destinação de emendas parlamentares. Neste contexto, a análise inclui repasses que totalizam R$ 2 milhões direcionados ao Instituto Conhecer Brasil, que é gerido por Karina da Gama, responsável pela produtora do filme. Essa apuração foi impulsionada após um pedido de investigação apresentado pelos deputados Tabata Amaral e Henrique Vieira.

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A investigação foi desencadeada por suspeitas já existentes relacionadas à execução de emendas, e não diretamente pelo filme.

Por outro lado, a investigação conduzida pelo ministro André Mendonça se concentra em suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master e seu controlador, Daniel Vorcaro. Durante esse inquérito, emergiu a suspeita de que recursos associados a Vorcaro poderiam ter sido utilizados para financiar a produção do “Dark Horse”.

Com a anuência da Procuradoria-Geral da República, Mendonça autorizou a investigação sobre a possibilidade de milhões de reais vinculados ao empresário terem sido utilizados na produção do filme.

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Ainda que as duas investigações tenham motivações diferentes, ambas buscam esclarecer a origem dos recursos que financiaram o longa. Enquanto a apuração de Dino examina a possível utilização irregular de emendas, a de Mendonça investiga a movimentação financeira relacionada a Vorcaro.

A defesa do senador Flávio Bolsonaro argumenta que a divisão das investigações pode levar a sobreposições de diligências e a decisões contraditórias, o que comprometeria o andamento dos processos. Por essa razão, foi solicitado ao presidente do STF a unificação das investigações sob a relatoria de Mendonça.

O pedido ainda aguarda análise e, até que uma decisão seja tomada, as investigações continuam em paralelo, cada uma seguindo seu próprio caminho em busca de esclarecimento sobre o financiamento do filme.

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O filme “Dark Horse”, que aborda a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, está sendo alvo de investigações separadas pela Polícia Federal, com autorização de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Embora ambas as apurações tratem do mesmo projeto, cada uma se concentra em aspectos distintos do financiamento.

A primeira investigação, sob a relatoria do ministro Flávio Dino, está voltada para possíveis irregularidades na destinação de emendas parlamentares. Neste contexto, a análise inclui repasses que totalizam R$ 2 milhões direcionados ao Instituto Conhecer Brasil, que é gerido por Karina da Gama, responsável pela produtora do filme. Essa apuração foi impulsionada após um pedido de investigação apresentado pelos deputados Tabata Amaral e Henrique Vieira.

A investigação foi desencadeada por suspeitas já existentes relacionadas à execução de emendas, e não diretamente pelo filme.

Por outro lado, a investigação conduzida pelo ministro André Mendonça se concentra em suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master e seu controlador, Daniel Vorcaro. Durante esse inquérito, emergiu a suspeita de que recursos associados a Vorcaro poderiam ter sido utilizados para financiar a produção do “Dark Horse”.

Com a anuência da Procuradoria-Geral da República, Mendonça autorizou a investigação sobre a possibilidade de milhões de reais vinculados ao empresário terem sido utilizados na produção do filme.

Ainda que as duas investigações tenham motivações diferentes, ambas buscam esclarecer a origem dos recursos que financiaram o longa. Enquanto a apuração de Dino examina a possível utilização irregular de emendas, a de Mendonça investiga a movimentação financeira relacionada a Vorcaro.

A defesa do senador Flávio Bolsonaro argumenta que a divisão das investigações pode levar a sobreposições de diligências e a decisões contraditórias, o que comprometeria o andamento dos processos. Por essa razão, foi solicitado ao presidente do STF a unificação das investigações sob a relatoria de Mendonça.

O pedido ainda aguarda análise e, até que uma decisão seja tomada, as investigações continuam em paralelo, cada uma seguindo seu próprio caminho em busca de esclarecimento sobre o financiamento do filme.

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