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Política

Eduardo Bolsonaro renuncia a suplência de André do Prado

Eduardo Bolsonaro desiste de ser suplente de André do Prado na disputa ao Senado em 2026.

30/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h33
Eduardo Bolsonaro renuncia a suplência de André do Prado

Ele comunicou a desistência nesta quarta via X, após ouvir assessores jurídicos e avaliar o cenário político. Desde junho é inelegível por condenação do STF por coação, com pena de 4 anos e 2 meses.

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) anunciou, nesta quarta-feira (29/07/2026), que desistiu de sua candidatura como suplente de André do Prado (PL-SP) na disputa pelo Senado em 2026. A decisão foi comunicada em uma publicação na rede social X.

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Segundo Eduardo, a resolução foi tomada após ouvir assessores jurídicos de sua confiança e refletir sobre o atual cenário político brasileiro. Desde junho de 2026, ele está inelegível devido a uma condenação do Supremo Tribunal Federal (STF) pelo crime de coação no curso do processo. A pena imposta foi de 4 anos e 2 meses de reclusão em regime semiaberto, além de uma inelegibilidade que se estenderá por 8 anos.

Com a desistência de Eduardo, as suplências de André do Prado passam a ser ocupadas por Fernando Fiori de Godoy (PL-SP) e Rute Costa (PL-SP). André do Prado, que é presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), integra a chapa do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), que busca a reeleição. O outro candidato ao Senado neste pleito é Guilherme Derrite (PP-SP).

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Atualmente, Eduardo Bolsonaro reside nos Estados Unidos, onde se encontra em autoexílio desde fevereiro de 2025. Alega que a medida é uma forma de escapar de uma “perseguição política” contra sua família. Caso retorne ao Brasil, ele enfrentará as consequências de sua condenação, que inclui o uso de sua posição nos EUA para tentar influenciar ministros do STF durante o julgamento da ação penal contra seu pai, Jair Bolsonaro (PL), por tentativa de golpe de Estado.

No dia 20 de julho, Eduardo obteve um green card do governo de Donald Trump (Partido Republicano), o que lhe garante permanência indefinida nos Estados Unidos, além de direitos de trabalho e acesso a benefícios de saúde estaduais. Apesar disso, ele já declarou em entrevistas que seu objetivo é retornar ao Brasil assim que as condições forem favoráveis.

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Ele comunicou a desistência nesta quarta via X, após ouvir assessores jurídicos e avaliar o cenário político. Desde junho é inelegível por condenação do STF por coação, com pena de 4 anos e 2 meses.

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) anunciou, nesta quarta-feira (29/07/2026), que desistiu de sua candidatura como suplente de André do Prado (PL-SP) na disputa pelo Senado em 2026. A decisão foi comunicada em uma publicação na rede social X.

Segundo Eduardo, a resolução foi tomada após ouvir assessores jurídicos de sua confiança e refletir sobre o atual cenário político brasileiro. Desde junho de 2026, ele está inelegível devido a uma condenação do Supremo Tribunal Federal (STF) pelo crime de coação no curso do processo. A pena imposta foi de 4 anos e 2 meses de reclusão em regime semiaberto, além de uma inelegibilidade que se estenderá por 8 anos.

Com a desistência de Eduardo, as suplências de André do Prado passam a ser ocupadas por Fernando Fiori de Godoy (PL-SP) e Rute Costa (PL-SP). André do Prado, que é presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), integra a chapa do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), que busca a reeleição. O outro candidato ao Senado neste pleito é Guilherme Derrite (PP-SP).

Atualmente, Eduardo Bolsonaro reside nos Estados Unidos, onde se encontra em autoexílio desde fevereiro de 2025. Alega que a medida é uma forma de escapar de uma “perseguição política” contra sua família. Caso retorne ao Brasil, ele enfrentará as consequências de sua condenação, que inclui o uso de sua posição nos EUA para tentar influenciar ministros do STF durante o julgamento da ação penal contra seu pai, Jair Bolsonaro (PL), por tentativa de golpe de Estado.

No dia 20 de julho, Eduardo obteve um green card do governo de Donald Trump (Partido Republicano), o que lhe garante permanência indefinida nos Estados Unidos, além de direitos de trabalho e acesso a benefícios de saúde estaduais. Apesar disso, ele já declarou em entrevistas que seu objetivo é retornar ao Brasil assim que as condições forem favoráveis.

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