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NACIONAL

Eleições 2026: PSB oficializa Geraldo Alckmin como candidato a vice na chapa de Lula à reeleição

Confirmação ocorreu em convenção nacional em Brasília; aliança repete a chapa vitoriosa do pleito de 2022 e reúne ampla coligação partidária.

30/07/2026 · 14h12
Eleições 2026: PSB oficializa Geraldo Alckmin como candidato a vice na chapa de Lula à reeleição

Confirmação ocorreu em convenção nacional em Brasília; aliança repete a chapa vitoriosa do pleito de 2022 e reúne ampla coligação partidária.

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) oficializou, na noite dessa quarta-feira (29), o nome de Geraldo Alckmin como candidato a vice-presidente da República na chapa encabeçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição. A homologação do nome de Lula pelo Partido dos Trabalhadores está prevista para ocorrer no próximo domingo (2), em São Paulo.

A confirmação foi selada durante a convenção nacional da sigla, realizada em Brasília, reunindo lideranças políticas de diversas legendas, parlamentares e o próprio presidente Lula. O evento oficializou também a formação da coligação que apoiará a candidatura, composta por PSB, PT, PCdoB, PV, PDT, PSOL e Rede.

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Defesa da democracia e trajetória

Em seu discurso de agradecimento após a oficialização, Geraldo Alckmin adotou um tom firme em defesa do processo eleitoral e das instituições democráticas, relembrando episódios do cenário político recente.

“Não é possível falar em liberdade querendo derrubar a democracia. A democracia é a guardiã da liberdade. Não é possível falar em liberdade, como no segundo turno da última eleição, utilizando o aparato do Estado para impedir as pessoas de votarem legitimamente e tentando impedir a eleição, propondo a derrubada de um governo eleito. Aliás, quem não acredita na democracia não devia nem disputar a eleição, não devia pedir voto”, declarou Alckmin.

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A repetição da dobradinha com Lula consolida a estratégia do grupo governista em manter uma ponte de diálogo com o setor produtivo e empresarial, segmento no qual Alckmin teve atuação direta ao longo do mandato, acumulando também a chefia do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Com as convenções partidárias em andamento em todo o país, os partidos entram na fase final de homologação dos registros de candidatura junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Confirmação ocorreu em convenção nacional em Brasília; aliança repete a chapa vitoriosa do pleito de 2022 e reúne ampla coligação partidária.

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) oficializou, na noite dessa quarta-feira (29), o nome de Geraldo Alckmin como candidato a vice-presidente da República na chapa encabeçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição. A homologação do nome de Lula pelo Partido dos Trabalhadores está prevista para ocorrer no próximo domingo (2), em São Paulo.

A confirmação foi selada durante a convenção nacional da sigla, realizada em Brasília, reunindo lideranças políticas de diversas legendas, parlamentares e o próprio presidente Lula. O evento oficializou também a formação da coligação que apoiará a candidatura, composta por PSB, PT, PCdoB, PV, PDT, PSOL e Rede.

Defesa da democracia e trajetória

Em seu discurso de agradecimento após a oficialização, Geraldo Alckmin adotou um tom firme em defesa do processo eleitoral e das instituições democráticas, relembrando episódios do cenário político recente.

“Não é possível falar em liberdade querendo derrubar a democracia. A democracia é a guardiã da liberdade. Não é possível falar em liberdade, como no segundo turno da última eleição, utilizando o aparato do Estado para impedir as pessoas de votarem legitimamente e tentando impedir a eleição, propondo a derrubada de um governo eleito. Aliás, quem não acredita na democracia não devia nem disputar a eleição, não devia pedir voto”, declarou Alckmin.

A repetição da dobradinha com Lula consolida a estratégia do grupo governista em manter uma ponte de diálogo com o setor produtivo e empresarial, segmento no qual Alckmin teve atuação direta ao longo do mandato, acumulando também a chefia do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Com as convenções partidárias em andamento em todo o país, os partidos entram na fase final de homologação dos registros de candidatura junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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