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Mundo

Erupção de Fuego obriga evacuação de 1.699 pessoas na Guatemala

A erupção do vulcão Fuego na Guatemala provoca a retirada de moradores e alerta sobre a atividade crítica.

05/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 15h11
Erupção de Fuego obriga evacuação de 1.699 pessoas na Guatemala

Fluxos piroclásticos, lava e colunas de cinzas descem pelas ravinas, afetando comunidades próximas. Autoridades evacuaram ao menos 1.699 moradores de cidades a cerca de 50 km a sudoeste da capital.

A erupção do vulcão Fuego, na Guatemala, forçou a retirada de centenas de moradores de cidades próximas, conforme informaram as autoridades nesta terça-feira (4). A atividade vulcânica atingiu sua fase mais intensa, levando à evacuação de pelo menos 1.699 pessoas, enquanto fluxos piroclásticos descem pelas ravinas ao redor do vulcão.

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Localizado a cerca de 50 quilômetros a sudoeste da Cidade da Guatemala, o vulcão Fuego tem expelido lava e colunas de cinzas desde segunda-feira (3). De acordo com Edwin Rojas, diretor do Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia e Hidrologia, as cinzas se espalharam por até 120 quilômetros, alcançando mais de 5.000 metros de altitude.

“A atividade do vulcão Fuego continua em uma fase explosiva crítica”, afirmou Rojas durante uma coletiva de imprensa nesta terça-feira.

Mais de 29 mil pessoas foram afetadas pela queda de cinzas, conforme informou a agência guatemalteca de gestão de desastres, a Conred. A Direção-Geral de Aviação Civil emitiu um alerta aos pilotos, indicando que as cinzas estão afetando o espaço aéreo a oeste e sudoeste do vulcão, até a fronteira com o México. Apesar da situação, o principal aeroporto internacional da Guatemala permanece em operação.

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Com o objetivo de incentivar mais moradores a deixarem suas casas e buscarem abrigo, pelo menos três regiões decretaram alerta vermelho, o nível máximo. Segundo Claudinne Ogaldes, secretária-executiva da Conred, “infelizmente, a lei da Conred não é coercitiva. Não é como em outros países, onde as autoridades dizem: ‘Precisamos evacuar’, e todos evacuam. Aqui, trata-se de uma recomendação. Por isso, estamos indo de casa em casa para convencer as famílias a deixar a área”.

O ministro da Defesa, Henry Saenz, comunicou que as forças de segurança patrulharão a região para evitar saques, apontados por muitos moradores como o principal motivo para se recusarem a abandonar suas residências. Até o momento, 18 comunidades foram afetadas pela fumaça e pela emissão de cinzas, mas não foram detectados fluxos de lava nem danos a residências.

As aulas foram suspensas em alguns municípios próximos ao vulcão, e a Conred repassou informações ao Ministério da Educação para que este avalie a adoção de novas medidas. Além disso, o acesso de turistas aos vulcões Acatenango e Fuego foi restringido por tempo indeterminado. Como precaução, a Conred também interditou a Rodovia Nacional 14, uma das principais vias de acesso à cidade de Alotenango.

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Considerado um dos mais ativos da América Central, o vulcão Fuego já havia provocado tragédias, como a erupção em 2018, que resultou em centenas de mortos e desaparecidos, segundo a Conred. As autoridades informaram que continuarão monitorando a atividade do vulcão nas próximas 72 horas.

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Fluxos piroclásticos, lava e colunas de cinzas descem pelas ravinas, afetando comunidades próximas. Autoridades evacuaram ao menos 1.699 moradores de cidades a cerca de 50 km a sudoeste da capital.

A erupção do vulcão Fuego, na Guatemala, forçou a retirada de centenas de moradores de cidades próximas, conforme informaram as autoridades nesta terça-feira (4). A atividade vulcânica atingiu sua fase mais intensa, levando à evacuação de pelo menos 1.699 pessoas, enquanto fluxos piroclásticos descem pelas ravinas ao redor do vulcão.

Localizado a cerca de 50 quilômetros a sudoeste da Cidade da Guatemala, o vulcão Fuego tem expelido lava e colunas de cinzas desde segunda-feira (3). De acordo com Edwin Rojas, diretor do Instituto Nacional de Sismologia, Vulcanologia, Meteorologia e Hidrologia, as cinzas se espalharam por até 120 quilômetros, alcançando mais de 5.000 metros de altitude.

“A atividade do vulcão Fuego continua em uma fase explosiva crítica”, afirmou Rojas durante uma coletiva de imprensa nesta terça-feira.

Mais de 29 mil pessoas foram afetadas pela queda de cinzas, conforme informou a agência guatemalteca de gestão de desastres, a Conred. A Direção-Geral de Aviação Civil emitiu um alerta aos pilotos, indicando que as cinzas estão afetando o espaço aéreo a oeste e sudoeste do vulcão, até a fronteira com o México. Apesar da situação, o principal aeroporto internacional da Guatemala permanece em operação.

Com o objetivo de incentivar mais moradores a deixarem suas casas e buscarem abrigo, pelo menos três regiões decretaram alerta vermelho, o nível máximo. Segundo Claudinne Ogaldes, secretária-executiva da Conred, “infelizmente, a lei da Conred não é coercitiva. Não é como em outros países, onde as autoridades dizem: ‘Precisamos evacuar’, e todos evacuam. Aqui, trata-se de uma recomendação. Por isso, estamos indo de casa em casa para convencer as famílias a deixar a área”.

O ministro da Defesa, Henry Saenz, comunicou que as forças de segurança patrulharão a região para evitar saques, apontados por muitos moradores como o principal motivo para se recusarem a abandonar suas residências. Até o momento, 18 comunidades foram afetadas pela fumaça e pela emissão de cinzas, mas não foram detectados fluxos de lava nem danos a residências.

As aulas foram suspensas em alguns municípios próximos ao vulcão, e a Conred repassou informações ao Ministério da Educação para que este avalie a adoção de novas medidas. Além disso, o acesso de turistas aos vulcões Acatenango e Fuego foi restringido por tempo indeterminado. Como precaução, a Conred também interditou a Rodovia Nacional 14, uma das principais vias de acesso à cidade de Alotenango.

Considerado um dos mais ativos da América Central, o vulcão Fuego já havia provocado tragédias, como a erupção em 2018, que resultou em centenas de mortos e desaparecidos, segundo a Conred. As autoridades informaram que continuarão monitorando a atividade do vulcão nas próximas 72 horas.

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