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Aracaju, Segunda-feira, 22 de junho de 2026
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Empresa de genética bovina mira crescimento de 20% em 2026

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Empresa de genética bovina mira crescimento de 20% em 2026

Seleon projeta crescimento de até 20% em 2026 com expansão na genética bovina.

22/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h37
Empresa de genética bovina mira crescimento de 20% em 2026

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A Seleon, responsável por 20% do sêmen bovino produzido no Brasil, aposta na expansão da inseminação artificial e nas exportações para impulsionar os negócios. A alta demanda por animais mais produtivos aquece o setor.

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A valorização da pecuária brasileira e a crescente demanda por animais mais produtivos impulsionam o mercado de genética bovina no país. Nesse cenário, a Seleon projeta um crescimento entre 15% e 20% em volume de negócios para 2026, apoiada pela expansão da inseminação artificial, pela valorização do bezerro e pelo avanço das exportações de material genético brasileiro.

Segundo Bruno Grubisich, diretor da empresa, a Seleon tem registrado uma trajetória de crescimento acima da média do mercado e atualmente é responsável por cerca de 20% do sêmen bovino produzido no Brasil. Ele afirma:

“Nos últimos cinco anos tivemos um crescimento bastante expressivo. Hoje a Seleon possui aproximadamente 20% do market share do sêmen bovino produzido no país, o que nos coloca em uma posição de liderança.”

Atualmente, a empresa mantém 140 touros importados dos Estados Unidos, considerados a maior concentração do país para raças como Angus, Holandês e Jersey. Apenas no segmento Angus, a Seleon produziu cerca de 1 milhão de doses de sêmen nos últimos 12 meses, registrando um crescimento superior a 100% em relação ao período anterior. No setor leiteiro, a expansão também foi significativa, com aumento superior a 50% no volume de sêmen da raça Holandesa comercializado no último ano.

Para atender à demanda crescente, a Seleon tem ampliado sua estrutura produtiva. Grubisich destaca:

“A cada ano aumentamos o número de piquetes, ampliamos a capacidade da central e investimos em novos equipamentos para acompanhar esse crescimento.”

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O executivo também avalia que a inseminação artificial tem acompanhado a valorização da pecuária nacional e se tornou um dos principais indicadores do avanço tecnológico nas fazendas. Ele ressalta que o aumento dos preços dos bezerros está diretamente relacionado ao uso de genética superior, afirmando:

“O bezerro valorizado é justamente aquele com uma carga genética diferenciada. Ele passa necessariamente por processos como inseminação artificial, transferência de embriões e melhoramento genético.”

A seleção brasileira também vem ganhando espaço no mercado internacional. A Seleon atualmente exporta para mais de 35 países e está habilitada a atender praticamente todos os mercados que importam genética bovina brasileira. Grubisich informa que as exportações de sêmen zebuíno praticamente dobraram no último ano, sendo que cerca de 30% desse volume foi produzido pela empresa. Ele afirma:

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“O Brasil se tornou uma referência mundial em pecuária tropical. Países da América Central, África e Ásia buscam genética adaptada às suas condições e encontraram no Brasil um fornecedor confiável.”

Os materiais mais procurados incluem o Nelore, principal raça de corte do país, o Gir Leiteiro e o Girolando. Para Grubisich, o Girolando se destaca por reunir alta produtividade leiteira e uma boa adaptação ao clima tropical. Ele comenta:

“Quando recebemos missões internacionais, percebemos que o Girolando é um dos animais mais procurados. É uma solução desenvolvida no Brasil para a produção de leite em regiões tropicais e que vem ganhando protagonismo dentro e fora do país.”

Com a profissionalização crescente da pecuária brasileira e o avanço das tecnologias reprodutivas, a Seleon espera manter o ritmo de expansão. O diretor conclui:

“A inseminação artificial cresce entre 10% e 15% ao ano e acreditamos que o Brasil será cada vez mais um hub mundial de genética para a pecuária tropical.”

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A Seleon, responsável por 20% do sêmen bovino produzido no Brasil, aposta na expansão da inseminação artificial e nas exportações para impulsionar os negócios. A alta demanda por animais mais produtivos aquece o setor.

A valorização da pecuária brasileira e a crescente demanda por animais mais produtivos impulsionam o mercado de genética bovina no país. Nesse cenário, a Seleon projeta um crescimento entre 15% e 20% em volume de negócios para 2026, apoiada pela expansão da inseminação artificial, pela valorização do bezerro e pelo avanço das exportações de material genético brasileiro.

Segundo Bruno Grubisich, diretor da empresa, a Seleon tem registrado uma trajetória de crescimento acima da média do mercado e atualmente é responsável por cerca de 20% do sêmen bovino produzido no Brasil. Ele afirma:

“Nos últimos cinco anos tivemos um crescimento bastante expressivo. Hoje a Seleon possui aproximadamente 20% do market share do sêmen bovino produzido no país, o que nos coloca em uma posição de liderança.”

Atualmente, a empresa mantém 140 touros importados dos Estados Unidos, considerados a maior concentração do país para raças como Angus, Holandês e Jersey. Apenas no segmento Angus, a Seleon produziu cerca de 1 milhão de doses de sêmen nos últimos 12 meses, registrando um crescimento superior a 100% em relação ao período anterior. No setor leiteiro, a expansão também foi significativa, com aumento superior a 50% no volume de sêmen da raça Holandesa comercializado no último ano.

Para atender à demanda crescente, a Seleon tem ampliado sua estrutura produtiva. Grubisich destaca:

“A cada ano aumentamos o número de piquetes, ampliamos a capacidade da central e investimos em novos equipamentos para acompanhar esse crescimento.”

O executivo também avalia que a inseminação artificial tem acompanhado a valorização da pecuária nacional e se tornou um dos principais indicadores do avanço tecnológico nas fazendas. Ele ressalta que o aumento dos preços dos bezerros está diretamente relacionado ao uso de genética superior, afirmando:

“O bezerro valorizado é justamente aquele com uma carga genética diferenciada. Ele passa necessariamente por processos como inseminação artificial, transferência de embriões e melhoramento genético.”

A seleção brasileira também vem ganhando espaço no mercado internacional. A Seleon atualmente exporta para mais de 35 países e está habilitada a atender praticamente todos os mercados que importam genética bovina brasileira. Grubisich informa que as exportações de sêmen zebuíno praticamente dobraram no último ano, sendo que cerca de 30% desse volume foi produzido pela empresa. Ele afirma:

“O Brasil se tornou uma referência mundial em pecuária tropical. Países da América Central, África e Ásia buscam genética adaptada às suas condições e encontraram no Brasil um fornecedor confiável.”

Os materiais mais procurados incluem o Nelore, principal raça de corte do país, o Gir Leiteiro e o Girolando. Para Grubisich, o Girolando se destaca por reunir alta produtividade leiteira e uma boa adaptação ao clima tropical. Ele comenta:

“Quando recebemos missões internacionais, percebemos que o Girolando é um dos animais mais procurados. É uma solução desenvolvida no Brasil para a produção de leite em regiões tropicais e que vem ganhando protagonismo dentro e fora do país.”

Com a profissionalização crescente da pecuária brasileira e o avanço das tecnologias reprodutivas, a Seleon espera manter o ritmo de expansão. O diretor conclui:

“A inseminação artificial cresce entre 10% e 15% ao ano e acreditamos que o Brasil será cada vez mais um hub mundial de genética para a pecuária tropical.”

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