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Política

STF concentra conflitos da República, diz cientista político

STF é considerado ponto central dos conflitos da República, segundo cientista político.

06/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 11h07
STF concentra conflitos da República, diz cientista político

O Supremo virou epicentro das disputas políticas e jurídicas no Brasil, diz Leandro Gabiati. Para Gabiati, entender o papel do STF é essencial antes de discutir a atuação da Polícia Federal.

O Supremo Tribunal Federal (STF) desempenha atualmente um papel central no sistema político brasileiro, sendo considerado um ponto de convergência para diversos conflitos e problemas enfrentados pela República. Essa análise foi feita por Leandro Gabiati, cientista político e diretor da Dominium, em uma discussão sobre a relação entre a Corte e a Polícia Federal (PF).

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Gabiati enfatizou que, antes de abordar o papel da Polícia Federal, é fundamental entender o posicionamento do STF no contexto institucional do país. Ele destacou:

“O Supremo Tribunal Federal hoje é ponto de convergência de todos os conflitos e problemas da República. Para bem e para mal, mas o Supremo hoje é um ator central.”

No que diz respeito às alegações de suposta interferência política dentro da Polícia Federal, Gabiati observou que a reação corporativa dos superintendentes era previsível. Ele mencionou uma carta assinada por 27 superintendentes da PF, que se manifestaram

“firmemente de forma corporativa para defender a reputação da Polícia Federal.”

O cientista político também comentou sobre a normalidade no ambiente em que a Polícia Federal atua. A analista de Economia, Thais Herédia, ressaltou que a situação está longe de ser estável. Ela citou um episódio em que Dias Toffoli, ao atuar como relator do caso Master, teria dificultado o trabalho da PF, escolhendo peritos e mantendo provas retidas.

“Até o final do ano passado, a gente tinha um ministro do STF, o Dias Toffoli, que era o relator do caso Master, que estava impedindo a Polícia Federal de trabalhar,”

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disse Thais. Ela também comentou que, após a alteração na relatoria para André Mendonça e o surgimento de novos casos, como o do INSS, observou-se uma

“força contrária de outra natureza.”

Segundo ela, o ambiente atual é caracterizado por grande volatilidade e

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“já não é um ambiente de normalidade.”

Essa análise reforça a avaliação de Gabiati sobre a centralidade do STF, indicando que

“é a partir da centralidade que sai a confusão.”

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O Supremo virou epicentro das disputas políticas e jurídicas no Brasil, diz Leandro Gabiati. Para Gabiati, entender o papel do STF é essencial antes de discutir a atuação da Polícia Federal.

O Supremo Tribunal Federal (STF) desempenha atualmente um papel central no sistema político brasileiro, sendo considerado um ponto de convergência para diversos conflitos e problemas enfrentados pela República. Essa análise foi feita por Leandro Gabiati, cientista político e diretor da Dominium, em uma discussão sobre a relação entre a Corte e a Polícia Federal (PF).

Gabiati enfatizou que, antes de abordar o papel da Polícia Federal, é fundamental entender o posicionamento do STF no contexto institucional do país. Ele destacou:

“O Supremo Tribunal Federal hoje é ponto de convergência de todos os conflitos e problemas da República. Para bem e para mal, mas o Supremo hoje é um ator central.”

No que diz respeito às alegações de suposta interferência política dentro da Polícia Federal, Gabiati observou que a reação corporativa dos superintendentes era previsível. Ele mencionou uma carta assinada por 27 superintendentes da PF, que se manifestaram

“firmemente de forma corporativa para defender a reputação da Polícia Federal.”

O cientista político também comentou sobre a normalidade no ambiente em que a Polícia Federal atua. A analista de Economia, Thais Herédia, ressaltou que a situação está longe de ser estável. Ela citou um episódio em que Dias Toffoli, ao atuar como relator do caso Master, teria dificultado o trabalho da PF, escolhendo peritos e mantendo provas retidas.

“Até o final do ano passado, a gente tinha um ministro do STF, o Dias Toffoli, que era o relator do caso Master, que estava impedindo a Polícia Federal de trabalhar,”

disse Thais. Ela também comentou que, após a alteração na relatoria para André Mendonça e o surgimento de novos casos, como o do INSS, observou-se uma

“força contrária de outra natureza.”

Segundo ela, o ambiente atual é caracterizado por grande volatilidade e

“já não é um ambiente de normalidade.”

Essa análise reforça a avaliação de Gabiati sobre a centralidade do STF, indicando que

“é a partir da centralidade que sai a confusão.”

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