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Veículos

Mercado automotivo cresce 15% em julho e registra melhor mês de 2026

Vendas de veículos no Brasil aumentam 15% em julho, alcançando o melhor resultado do ano.

07/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h43
Mercado automotivo cresce 15% em julho e registra melhor mês de 2026

As vendas de veículos no Brasil cresceram 15% em julho na comparação com o mesmo mês do ano anterior, totalizando 279,5 mil unidades vendidas. Este número representa o maior volume de vendas registrado em 2026, conforme relatório divulgado pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) nesta sexta-feira, 7 de agosto.

No acumulado do ano, o setor ultrapassou 1,7 milhão de veículos vendidos, apresentando um aumento de 17,9% em relação aos primeiros sete meses de 2025. A média diária de vendas, no entanto, mostrou uma leve queda, com 12.200 unidades vendidas por dia, a menor média em quatro meses, devido ao maior número de dias úteis em julho em comparação ao mês anterior.

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Outro ponto destacado foi a participação recorde de veículos eletrificados, que representaram 23,5% das vendas de julho, superando as expectativas da Anfavea. Um ano atrás, a participação de elétricos e híbridos era inferior a 11%, o que indica um crescimento de 120%. Durante o mês, foram vendidos 25.800 veículos elétricos puros, 17.400 híbridos e 19.100 híbridos plug-in.

No comércio exterior, as vendas de veículos para outros países totalizaram 39.300 unidades, mostrando uma queda de 20,8% em relação ao mesmo período de 2025. Essa redução foi influenciada por um recuo de 35,4% nas exportações para a Argentina, principal parceiro comercial do Brasil no setor. Com exceção da Colômbia, houve uma diminuição nas exportações para todos os países da América Latina.

Em relação às importações, 45.200 automóveis entraram no Brasil em julho, resultando em um total de 344,1 mil unidades importadas no acumulado do ano, o que representa um aumento de 25,7% sobre 2025. Segundo a Anfavea, esse crescimento é impulsionado principalmente pela China, que mais que dobrou suas exportações para o Brasil, com um aumento de 105,4%, e pelo México, que elevou suas vendas em 23,8% na comparação com o ano passado.

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“Esse volume de quase 350 mil é maior do que a produção no período da maioria das fábricas das nossas associadas, o que indica que poderíamos estar gerando mais demanda para nossas fábricas e fornecedores e, por tabela, mais empregos”, afirmou o presidente da Anfavea, Igor Calvet.

A produção nacional também apresentou resultados positivos, com 253,9 mil veículos produzidos em julho, um aumento de 5,9% em relação ao ano anterior e de 3,1% em comparação a junho deste ano. No total de 2026, a produção somou 1.626.098 unidades, representando um crescimento de 8,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse desempenho posiciona o Brasil como o segundo país com maior crescimento entre os produtores de veículos, atrás apenas da Índia, que registrou um aumento de 14,5%. Em contraste, potências como os EUA e a China apresentaram quedas de 11,7% e 4%, respectivamente, no primeiro semestre.

“É um resultado expressivo da nossa indústria, apesar das dificuldades nas exportações e da entrada de importados bem acima da média dos anos anteriores”, disse Calvet.

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As vendas de veículos no Brasil cresceram 15% em julho na comparação com o mesmo mês do ano anterior, totalizando 279,5 mil unidades vendidas. Este número representa o maior volume de vendas registrado em 2026, conforme relatório divulgado pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) nesta sexta-feira, 7 de agosto.

No acumulado do ano, o setor ultrapassou 1,7 milhão de veículos vendidos, apresentando um aumento de 17,9% em relação aos primeiros sete meses de 2025. A média diária de vendas, no entanto, mostrou uma leve queda, com 12.200 unidades vendidas por dia, a menor média em quatro meses, devido ao maior número de dias úteis em julho em comparação ao mês anterior.

Outro ponto destacado foi a participação recorde de veículos eletrificados, que representaram 23,5% das vendas de julho, superando as expectativas da Anfavea. Um ano atrás, a participação de elétricos e híbridos era inferior a 11%, o que indica um crescimento de 120%. Durante o mês, foram vendidos 25.800 veículos elétricos puros, 17.400 híbridos e 19.100 híbridos plug-in.

No comércio exterior, as vendas de veículos para outros países totalizaram 39.300 unidades, mostrando uma queda de 20,8% em relação ao mesmo período de 2025. Essa redução foi influenciada por um recuo de 35,4% nas exportações para a Argentina, principal parceiro comercial do Brasil no setor. Com exceção da Colômbia, houve uma diminuição nas exportações para todos os países da América Latina.

Em relação às importações, 45.200 automóveis entraram no Brasil em julho, resultando em um total de 344,1 mil unidades importadas no acumulado do ano, o que representa um aumento de 25,7% sobre 2025. Segundo a Anfavea, esse crescimento é impulsionado principalmente pela China, que mais que dobrou suas exportações para o Brasil, com um aumento de 105,4%, e pelo México, que elevou suas vendas em 23,8% na comparação com o ano passado.

“Esse volume de quase 350 mil é maior do que a produção no período da maioria das fábricas das nossas associadas, o que indica que poderíamos estar gerando mais demanda para nossas fábricas e fornecedores e, por tabela, mais empregos”, afirmou o presidente da Anfavea, Igor Calvet.

A produção nacional também apresentou resultados positivos, com 253,9 mil veículos produzidos em julho, um aumento de 5,9% em relação ao ano anterior e de 3,1% em comparação a junho deste ano. No total de 2026, a produção somou 1.626.098 unidades, representando um crescimento de 8,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse desempenho posiciona o Brasil como o segundo país com maior crescimento entre os produtores de veículos, atrás apenas da Índia, que registrou um aumento de 14,5%. Em contraste, potências como os EUA e a China apresentaram quedas de 11,7% e 4%, respectivamente, no primeiro semestre.

“É um resultado expressivo da nossa indústria, apesar das dificuldades nas exportações e da entrada de importados bem acima da média dos anos anteriores”, disse Calvet.

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