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Mundo

Senado dos EUA confirma Daniel Perez como embaixador; aguarda aval do Brasil

O Senado dos EUA aprovou a nomeação de Daniel Perez como embaixador no Brasil.

07/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h43
Senado dos EUA confirma Daniel Perez como embaixador; aguarda aval do Brasil

Votação em Washington terminou 51 a 47, com maioria de senadores republicanos. Agora falta o agrément do governo de Luiz Inácio Lula da Silva para que o indicado assuma.

O Senado dos Estados Unidos aprovou, nesta sexta-feira (7), a nomeação de Daniel Perez para ser o novo embaixador do país no Brasil. A votação ocorreu com 51 votos a favor e 47 contrários, refletindo um apoio majoritário à indicação feita pelo presidente Donald Trump, do Partido Republicano.

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Ainda assim, a confirmação de Perez enfrenta um obstáculo importante: ele precisa do agrément, que é a aprovação do governo brasileiro, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores. Essa etapa é crucial antes que o diplomata possa assumir oficialmente suas funções no Brasil.

O nome de Daniel Perez foi analisado em bloco, junto com outras indicações, em uma votação que demonstrou a polarização política no Senado norte-americano. Informações anteriores indicavam que a administração Lula optou por adiar a aprovação da indicação até o resultado do segundo turno das eleições, o que deixou representantes do governo Trump insatisfeitos. A expectativa inicial era que Perez pudesse se juntar à missão diplomática antes do primeiro turno eleitoral.

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Como reação a essa situação, o governo Trump tomou a decisão de cancelar o visto de Maria Luiza Ribeiro Viotti, que atualmente ocupa o cargo de embaixadora do Brasil em Washington. Essa medida foi vista como uma forma de pressão para acelerar a nomeação de Perez.

Apesar da aprovação no Senado dos EUA, o governo brasileiro não tem a intenção de vetar a indicação de Perez. No entanto, a concessão do agrément deverá ser postergada para o mês de novembro. Um dos fatores que contribuiu para essa demora é o processo de nomeação, no qual o governo Trump encaminhou formalmente o pedido de agrément ao Brasil apenas após a divulgação pública da indicação.

Esse procedimento é considerado uma quebra das normas diplomáticas, que usualmente demandam que o nome do embaixador seja submetido ao Legislativo do país de origem somente após a obtenção do agrément do país receptor.

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Votação em Washington terminou 51 a 47, com maioria de senadores republicanos. Agora falta o agrément do governo de Luiz Inácio Lula da Silva para que o indicado assuma.

O Senado dos Estados Unidos aprovou, nesta sexta-feira (7), a nomeação de Daniel Perez para ser o novo embaixador do país no Brasil. A votação ocorreu com 51 votos a favor e 47 contrários, refletindo um apoio majoritário à indicação feita pelo presidente Donald Trump, do Partido Republicano.

Ainda assim, a confirmação de Perez enfrenta um obstáculo importante: ele precisa do agrément, que é a aprovação do governo brasileiro, liderado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores. Essa etapa é crucial antes que o diplomata possa assumir oficialmente suas funções no Brasil.

O nome de Daniel Perez foi analisado em bloco, junto com outras indicações, em uma votação que demonstrou a polarização política no Senado norte-americano. Informações anteriores indicavam que a administração Lula optou por adiar a aprovação da indicação até o resultado do segundo turno das eleições, o que deixou representantes do governo Trump insatisfeitos. A expectativa inicial era que Perez pudesse se juntar à missão diplomática antes do primeiro turno eleitoral.

Como reação a essa situação, o governo Trump tomou a decisão de cancelar o visto de Maria Luiza Ribeiro Viotti, que atualmente ocupa o cargo de embaixadora do Brasil em Washington. Essa medida foi vista como uma forma de pressão para acelerar a nomeação de Perez.

Apesar da aprovação no Senado dos EUA, o governo brasileiro não tem a intenção de vetar a indicação de Perez. No entanto, a concessão do agrément deverá ser postergada para o mês de novembro. Um dos fatores que contribuiu para essa demora é o processo de nomeação, no qual o governo Trump encaminhou formalmente o pedido de agrément ao Brasil apenas após a divulgação pública da indicação.

Esse procedimento é considerado uma quebra das normas diplomáticas, que usualmente demandam que o nome do embaixador seja submetido ao Legislativo do país de origem somente após a obtenção do agrément do país receptor.

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