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Aracaju, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Fiji decreta emergência nacional após aumento acelerado de casos de HIV

Ministério da Saúde de Fiji declarou emergência após salto nos casos: hoje 1 em cada 60 pessoas vive com HIV; em 2025 houve 2.106 diagnósticos.

21/09/2026 · 03h59 · Atualizado às 10h08
Fiji decreta emergência nacional após aumento acelerado de casos de HIV

O Ministério da Saúde de Fiji anunciou medidas depois da alta de casos: uma em cada 60 pessoas vive com HIV no país. Em 2025 foram diagnosticadas 2.106 pessoas; há cinco anos a proporção era 1 em 167.

O Ministério da Saúde de Fiji declarou emergência nacional em razão do aumento dos casos de HIV no arquipélago. A medida foi tomada diante de dados que mostram avanço significativo da infecção entre a população.

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Segundo a pasta, atualmente uma em cada 60 pessoas que vivem em Fiji tem HIV. Há cinco anos, a proporção era de uma pessoa soropositiva para cada 167 habitantes, o que evidencia a aceleração na detecção de casos no período recente.

A população do arquipélago é estimada em menos de 1 milhão de pessoas. Ainda de acordo com a pasta, ao longo de 2025 foram diagnosticadas 2.106 pessoas com HIV em Fiji — número 16 vezes maior do que o registrado em 2019.

O alerta alcança de modo particular as gestantes: a pasta informou que duas em cada 100 mulheres grávidas vivem com HIV no país. Em 2025, pelo menos 59 bebês nasceram com o vírus por transmissão vertical de mãe para filho, e 18 dessas crianças morreram antes de completar o primeiro ano de vida.

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Como resposta à emergência, a pasta afirmou que ampliou o acesso gratuito a testes de detecção do HIV, estendeu a oferta de medicamentos de prevenção para pessoas em situação de risco, e garantiu tratamento para quem testar positivo. Também foi ampliado o fornecimento de agulhas para usuários de drogas injetáveis, com o objetivo de reduzir a propagação pelo compartilhamento de material.

A declaração de emergência nacional representa um movimento voltado à intensificação de ações de saúde pública, vigilância epidemiológica e ampliação da cobertura de prevenção e tratamento. As medidas anunciadas buscam interromper cadeias de transmissão e reduzir as consequências da infecção, especialmente entre grupos mais vulneráveis, como gestantes e recém-nascidos.

Os números divulgados pela pasta indicam uma mudança de cenário que obrigou as autoridades de saúde a reforçar políticas públicas, testar mais pessoas e aumentar o acesso aos medicamentos profiláticos e terapêuticos. A intensificação das ações também tem foco na distribuição de insumos que previnam a transmissão por via sanguínea entre usuários de drogas injetáveis.

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O reconhecimento formal da emergência nacional por HIV deverá orientar prioridades orçamentárias e operacionais no enfrentamento da epidemia, segundo as informações divulgadas pela pasta responsável pela saúde no país.

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O Ministério da Saúde de Fiji anunciou medidas depois da alta de casos: uma em cada 60 pessoas vive com HIV no país. Em 2025 foram diagnosticadas 2.106 pessoas; há cinco anos a proporção era 1 em 167.

O Ministério da Saúde de Fiji declarou emergência nacional em razão do aumento dos casos de HIV no arquipélago. A medida foi tomada diante de dados que mostram avanço significativo da infecção entre a população.

Segundo a pasta, atualmente uma em cada 60 pessoas que vivem em Fiji tem HIV. Há cinco anos, a proporção era de uma pessoa soropositiva para cada 167 habitantes, o que evidencia a aceleração na detecção de casos no período recente.

A população do arquipélago é estimada em menos de 1 milhão de pessoas. Ainda de acordo com a pasta, ao longo de 2025 foram diagnosticadas 2.106 pessoas com HIV em Fiji — número 16 vezes maior do que o registrado em 2019.

O alerta alcança de modo particular as gestantes: a pasta informou que duas em cada 100 mulheres grávidas vivem com HIV no país. Em 2025, pelo menos 59 bebês nasceram com o vírus por transmissão vertical de mãe para filho, e 18 dessas crianças morreram antes de completar o primeiro ano de vida.

Como resposta à emergência, a pasta afirmou que ampliou o acesso gratuito a testes de detecção do HIV, estendeu a oferta de medicamentos de prevenção para pessoas em situação de risco, e garantiu tratamento para quem testar positivo. Também foi ampliado o fornecimento de agulhas para usuários de drogas injetáveis, com o objetivo de reduzir a propagação pelo compartilhamento de material.

A declaração de emergência nacional representa um movimento voltado à intensificação de ações de saúde pública, vigilância epidemiológica e ampliação da cobertura de prevenção e tratamento. As medidas anunciadas buscam interromper cadeias de transmissão e reduzir as consequências da infecção, especialmente entre grupos mais vulneráveis, como gestantes e recém-nascidos.

Os números divulgados pela pasta indicam uma mudança de cenário que obrigou as autoridades de saúde a reforçar políticas públicas, testar mais pessoas e aumentar o acesso aos medicamentos profiláticos e terapêuticos. A intensificação das ações também tem foco na distribuição de insumos que previnam a transmissão por via sanguínea entre usuários de drogas injetáveis.

O reconhecimento formal da emergência nacional por HIV deverá orientar prioridades orçamentárias e operacionais no enfrentamento da epidemia, segundo as informações divulgadas pela pasta responsável pela saúde no país.

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