Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Política

Meta desativa anúncios de Lula no Facebook a 10 dias do 1º turno

Meta desabilitou temporariamente anúncios do perfil de Lula no Facebook a 10 dias do 1º turno; conta foi normalizada no mesmo dia.

28/09/2026 · 07h54
Meta desativa anúncios de Lula no Facebook a 10 dias do 1º turno

A conta de anúncios vinculada ao perfil de Luiz Inácio Lula da Silva no Facebook foi suspensa a 10 dias do 1º turno da eleição. A campanha recorreu e a Meta normalizou o acesso no mesmo dia; a equipe aguarda explicações.

A empresa Meta, controladora do Facebook, WhatsApp e Instagram, desabilitou os anúncios do perfil do candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Facebook a 10 dias do 1º turno da eleição. A suspensão atingiu a conta de anúncios vinculada ao perfil do presidenciável e ocorreu em um momento sensível da campanha.

Publicidade

A direção da campanha entrou com recurso contra a Meta, alegando que o bloqueio não foi justificado. A conta de anúncios de Lula no Facebook foi normalizada no mesmo dia, e a campanha do presidenciável aguarda manifestação da empresa para entender o que ocorreu.

A Meta ainda não explicou o motivo do bloqueio temporário e não se manifestou até o fechamento da reportagem. O episódio alimentou críticas e questionamentos no ambiente político e entre apoiadores, e reforçou o discurso de aliados de Lula de que empresas sediadas nos Estados Unidos atuariam em favor de adversários políticos do PT.

“Vamos trabalhar com o presidente Trump para pressionar os governos ao redor do mundo que estão perseguindo empresas americanas”

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

A declaração acima foi postada por Mark Zuckerberg, dono da Meta, nas redes sociais depois da posse de Donald Trump, em janeiro de 2025. Na mensagem, ele anunciou um alinhamento da companhia com o novo governo em Washington.

O contexto global e as relações entre governos e plataformas digitais seguem no centro do debate. A regulação das bigtechs no Brasil é defendida pelo atual governo brasileiro, gerando tensões com as gigantes de tecnologia e com o governo de Donald Trump, que tem criticado países ou administrações que buscam regulamentar as plataformas digitais e criar regras para evitar crimes no ambiente digital.

O episódio com a conta de anúncios do candidato ressalta preocupações sobre a influência de decisões de empresas de tecnologia em períodos eleitorais e reabre discussões sobre transparência e critérios para suspensões ou bloqueios de contas comerciais e de publicidade.

Publicidade

Até o momento, não há informações públicas adicionais sobre a fundamentação técnica ou de política interna que motivou o bloqueio temporário da conta. A campanha permanece em espera por uma explicação formal da Meta sobre o caso.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

A conta de anúncios vinculada ao perfil de Luiz Inácio Lula da Silva no Facebook foi suspensa a 10 dias do 1º turno da eleição. A campanha recorreu e a Meta normalizou o acesso no mesmo dia; a equipe aguarda explicações.

A empresa Meta, controladora do Facebook, WhatsApp e Instagram, desabilitou os anúncios do perfil do candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Facebook a 10 dias do 1º turno da eleição. A suspensão atingiu a conta de anúncios vinculada ao perfil do presidenciável e ocorreu em um momento sensível da campanha.

A direção da campanha entrou com recurso contra a Meta, alegando que o bloqueio não foi justificado. A conta de anúncios de Lula no Facebook foi normalizada no mesmo dia, e a campanha do presidenciável aguarda manifestação da empresa para entender o que ocorreu.

A Meta ainda não explicou o motivo do bloqueio temporário e não se manifestou até o fechamento da reportagem. O episódio alimentou críticas e questionamentos no ambiente político e entre apoiadores, e reforçou o discurso de aliados de Lula de que empresas sediadas nos Estados Unidos atuariam em favor de adversários políticos do PT.

“Vamos trabalhar com o presidente Trump para pressionar os governos ao redor do mundo que estão perseguindo empresas americanas”

A declaração acima foi postada por Mark Zuckerberg, dono da Meta, nas redes sociais depois da posse de Donald Trump, em janeiro de 2025. Na mensagem, ele anunciou um alinhamento da companhia com o novo governo em Washington.

O contexto global e as relações entre governos e plataformas digitais seguem no centro do debate. A regulação das bigtechs no Brasil é defendida pelo atual governo brasileiro, gerando tensões com as gigantes de tecnologia e com o governo de Donald Trump, que tem criticado países ou administrações que buscam regulamentar as plataformas digitais e criar regras para evitar crimes no ambiente digital.

O episódio com a conta de anúncios do candidato ressalta preocupações sobre a influência de decisões de empresas de tecnologia em períodos eleitorais e reabre discussões sobre transparência e critérios para suspensões ou bloqueios de contas comerciais e de publicidade.

Até o momento, não há informações públicas adicionais sobre a fundamentação técnica ou de política interna que motivou o bloqueio temporário da conta. A campanha permanece em espera por uma explicação formal da Meta sobre o caso.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA