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Trump deu ultimato secreto para Maduro deixar a Venezuela até sexta-feira (28); proposta foi rejeitada

Presidente dos EUA ofereceu saída segura para o líder venezuelano e sua família, mas recusou pedidos de anistia e imunidade no Tribunal Penal Internacional. Leia também Ataque com drones fecha oleoduto na Arábia Saudita; Iraque afasta comandante Os bastidores da escalada de tensão entre Washington e Caracas ganharam novos detalhes. Segundo apuração da agência Reuters, o […]

02/12/2025 · 14h05 · Atualizado às 18h40
Trump deu ultimato secreto para Maduro deixar a Venezuela até sexta-feira (28); proposta foi rejeitada

Presidente dos EUA ofereceu saída segura para o líder venezuelano e sua família, mas recusou pedidos de anistia e imunidade no Tribunal Penal Internacional.

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Os bastidores da escalada de tensão entre Washington e Caracas ganharam novos detalhes. Segundo apuração da agência Reuters, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu um ultimato direto ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro: ele deveria deixar o país para um destino de sua escolha, junto com seus familiares, até a última sexta-feira, 28 de novembro.

A revelação surge em um momento crítico, com os Estados Unidos aumentando significativamente sua presença militar no Caribe.

A negociação por telefone

A proposta teria sido apresentada pelo próprio Trump durante uma conversa telefônica com Maduro. Segundo as fontes ouvidas pela agência, a oferta consistia em uma saída negociada e segura do poder.

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No entanto, Maduro teria imposto contrapartidas para aceitar o exílio. O líder venezuelano teria solicitado anistia totalpara seus familiares e integrantes do alto escalão do regime, além da retirada das acusações contra ele no Tribunal Penal Internacional (TPI).

Donald Trump, contudo, recusou os pedidos de imunidade jurídica internacional.

A retaliação: Fechamento do espaço aéreo

O não cumprimento do prazo estabelecido (sexta-feira, 28) teve consequências imediatas. Diante da recusa de Maduro em deixar o poder sem as garantias exigidas, Trump foi às redes sociais no fim de semana declarar que o espaço aéreo acima e ao redor da Venezuela deveria ser considerado “completamente fechado”.

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A medida elevou a pressão diplomática e militar sobre o regime chavista, isolando ainda mais o país e gerando incertezas sobre os próximos passos da Casa Branca na região.


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Presidente dos EUA ofereceu saída segura para o líder venezuelano e sua família, mas recusou pedidos de anistia e imunidade no Tribunal Penal Internacional.

Os bastidores da escalada de tensão entre Washington e Caracas ganharam novos detalhes. Segundo apuração da agência Reuters, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu um ultimato direto ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro: ele deveria deixar o país para um destino de sua escolha, junto com seus familiares, até a última sexta-feira, 28 de novembro.

A revelação surge em um momento crítico, com os Estados Unidos aumentando significativamente sua presença militar no Caribe.

A negociação por telefone

A proposta teria sido apresentada pelo próprio Trump durante uma conversa telefônica com Maduro. Segundo as fontes ouvidas pela agência, a oferta consistia em uma saída negociada e segura do poder.

No entanto, Maduro teria imposto contrapartidas para aceitar o exílio. O líder venezuelano teria solicitado anistia totalpara seus familiares e integrantes do alto escalão do regime, além da retirada das acusações contra ele no Tribunal Penal Internacional (TPI).

Donald Trump, contudo, recusou os pedidos de imunidade jurídica internacional.

A retaliação: Fechamento do espaço aéreo

O não cumprimento do prazo estabelecido (sexta-feira, 28) teve consequências imediatas. Diante da recusa de Maduro em deixar o poder sem as garantias exigidas, Trump foi às redes sociais no fim de semana declarar que o espaço aéreo acima e ao redor da Venezuela deveria ser considerado “completamente fechado”.

A medida elevou a pressão diplomática e militar sobre o regime chavista, isolando ainda mais o país e gerando incertezas sobre os próximos passos da Casa Branca na região.


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