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Sergipe

Comerciários mantêm mobilização em Sergipe e rejeitam propostas patronais nas negociações da convenção coletiva

Os trabalhadores do comércio e serviços em Sergipe continuam mobilizados nas tratativas da Convenção Coletiva de Trabalho 2026. A pauta de reivindicações foi entregue ao setor patronal em novembro, mas as negociações não registraram progresso em razão de propostas dos empregadores consideradas retrocessos pela categoria.

12/03/2026 · 08h36 · Atualizado às 18h27
Comerciários mantêm mobilização em Sergipe e rejeitam propostas patronais nas negociações da convenção coletiva

Negociações da Convenção Coletiva de Trabalho 2026 permanecem sem avanços

Os trabalhadores do comércio e serviços em Sergipe continuam mobilizados nas tratativas da Convenção Coletiva de Trabalho 2026. A pauta de reivindicações foi entregue ao setor patronal em novembro, mas as negociações não registraram progresso em razão de propostas dos empregadores consideradas retrocessos pela categoria.

Diversas rodadas de negociação já foram realizadas desde o início do processo, inclusive com intermediação da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, segundo os representantes sindicais. Ainda assim, afirmam que o patronato tem desconsiderado as demandas e se mostrado relutante em fechar um acordo que promova valorização dos trabalhadores.

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Entre os pontos de maior preocupação está a intenção de implantar o chamado banco de horas, além de outras medidas que, na avaliação dos sindicatos, reduziriam conquistas históricas e ampliariam a precarização das relações de trabalho.

Os dirigentes sindicais destacam a necessidade de recuperar perdas salariais acumuladas e garantir reajuste para a categoria.

Outra proposta apresentada pelo patronato, segundo as entidades, viola a legislação ao prever que mulheres comerciárias cumpram escalas com dois domingos consecutivos de trabalho. Os sindicatos apontam que a medida aumentaria a sobrecarga da jornada, diminuiria tempo de descanso e de convívio familiar e atingiria de forma expressiva o grande contingente feminino que atua no setor.

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Os representantes afirmam que a luta prioritária é pela redução da jornada sem perda de salário e pela extinção da escala 6×1, mantendo a proteção de direitos já conquistados.

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A comissão de negociação dos trabalhadores é composta pelo Sindicato dos Comerciários de Sergipe, pelo Sindicato dos Empregados em Supermercados e pela Federação dos Empregados no Comércio e Serviços do Estado de Sergipe (Fecomse). Os dirigentes Ronildo Almeida, presidente da Fecomse, Manoel Oliveira, presidente do Sindicato dos Empregados em Supermercados, e Luan Almeida, presidente do Sindicato dos Comerciários de Sergipe, integram a comissão e afirmam que permanecem abertos ao diálogo, mas não aceitarão propostas que impliquem perda de direitos ou aumento da precarização.

A negociação segue em andamento, sem acordo fechado até o momento.

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Negociações da Convenção Coletiva de Trabalho 2026 permanecem sem avanços

Os trabalhadores do comércio e serviços em Sergipe continuam mobilizados nas tratativas da Convenção Coletiva de Trabalho 2026. A pauta de reivindicações foi entregue ao setor patronal em novembro, mas as negociações não registraram progresso em razão de propostas dos empregadores consideradas retrocessos pela categoria.

Diversas rodadas de negociação já foram realizadas desde o início do processo, inclusive com intermediação da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, segundo os representantes sindicais. Ainda assim, afirmam que o patronato tem desconsiderado as demandas e se mostrado relutante em fechar um acordo que promova valorização dos trabalhadores.

Entre os pontos de maior preocupação está a intenção de implantar o chamado banco de horas, além de outras medidas que, na avaliação dos sindicatos, reduziriam conquistas históricas e ampliariam a precarização das relações de trabalho.

Os dirigentes sindicais destacam a necessidade de recuperar perdas salariais acumuladas e garantir reajuste para a categoria.

Outra proposta apresentada pelo patronato, segundo as entidades, viola a legislação ao prever que mulheres comerciárias cumpram escalas com dois domingos consecutivos de trabalho. Os sindicatos apontam que a medida aumentaria a sobrecarga da jornada, diminuiria tempo de descanso e de convívio familiar e atingiria de forma expressiva o grande contingente feminino que atua no setor.

Os representantes afirmam que a luta prioritária é pela redução da jornada sem perda de salário e pela extinção da escala 6×1, mantendo a proteção de direitos já conquistados.

1000269895 e1773308506717

A comissão de negociação dos trabalhadores é composta pelo Sindicato dos Comerciários de Sergipe, pelo Sindicato dos Empregados em Supermercados e pela Federação dos Empregados no Comércio e Serviços do Estado de Sergipe (Fecomse). Os dirigentes Ronildo Almeida, presidente da Fecomse, Manoel Oliveira, presidente do Sindicato dos Empregados em Supermercados, e Luan Almeida, presidente do Sindicato dos Comerciários de Sergipe, integram a comissão e afirmam que permanecem abertos ao diálogo, mas não aceitarão propostas que impliquem perda de direitos ou aumento da precarização.

A negociação segue em andamento, sem acordo fechado até o momento.

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