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Justiça

Alcolumbre mantém quebra dos sigilos de Lulinha

Senado confirma decisão da CPMI do INSS apesar de protestos da base governista

03/03/2026 · 19h33
Alcolumbre mantém quebra dos sigilos de Lulinha

Senado confirma decisão da CPMI do INSS apesar de protestos da base governista

O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), decidiu nesta terça-feira (3) manter a deliberação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS que aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A medida rejeitou recurso da base aliada ao governo que pedia a anulação da votação simbólica, realizada na última quinta-feira (26/2).

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Alcolumbre anunciou no plenário do Senado, com base em parecer da Advocacia da Casa, que não viu indícios claros de violação ao regimento interno ou à Constituição que justificassem a interferência da Presidência da Casa no processo, reafirmando a legalidade da votação na CPMI do INSS.

A decisão intensifica a disputa política em Brasília: governistas alegaram erro na contagem de votos na CPMI, enquanto opositores sustentam que a aprovação ocorreu dentro das normas regimentais. A comissão investiga suspeitas de irregularidades no INSS e cita possíveis conexões de Lulinha com operadores envolvidos no caso.

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Senado confirma decisão da CPMI do INSS apesar de protestos da base governista

O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), decidiu nesta terça-feira (3) manter a deliberação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS que aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A medida rejeitou recurso da base aliada ao governo que pedia a anulação da votação simbólica, realizada na última quinta-feira (26/2).

Alcolumbre anunciou no plenário do Senado, com base em parecer da Advocacia da Casa, que não viu indícios claros de violação ao regimento interno ou à Constituição que justificassem a interferência da Presidência da Casa no processo, reafirmando a legalidade da votação na CPMI do INSS.

A decisão intensifica a disputa política em Brasília: governistas alegaram erro na contagem de votos na CPMI, enquanto opositores sustentam que a aprovação ocorreu dentro das normas regimentais. A comissão investiga suspeitas de irregularidades no INSS e cita possíveis conexões de Lulinha com operadores envolvidos no caso.

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