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Política

André Fernandes nega que Ciro Gomes combine apoio a Flávio Bolsonaro

Deputado do PL-CE nega que haja acordo entre Ciro Gomes e Flávio Bolsonaro.

23/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h05
André Fernandes nega que Ciro Gomes combine apoio a Flávio Bolsonaro

Após a convenção que selou a coligação com Ciro (PSDB), André Fernandes afirmou não haver negociação para apoiar Flávio Bolsonaro. Ele disse que a aliança é local e visa derrotar o candidato do PT, Elmano de Freitas.

O deputado federal André Fernandes, do PL do Ceará, declarou na quarta-feira (22 de julho de 2026) que não houve discussões sobre um apoio do candidato ao governo do Ceará, Ciro Gomes, ao senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro. A afirmação foi feita após a convenção do partido que oficializou a coligação estadual com Ciro Gomes, do PSDB.

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De acordo com Fernandes, o acordo entre o PL e Ciro Gomes é estritamente local, com o objetivo principal de derrotar o Partido dos Trabalhadores (PT), que tem como candidato o governador Elmano de Freitas. “Nunca teve esse acordo de ele votar em Flávio Bolsonaro, nunca teve… O nosso acordo é aqui no Ceará para derrotar o PT”, disse.

“Então, o nosso acordo é local. Nós do PL estamos apoiando Ciro Gomes. Ciro Gomes está nos apoiando, ou seja, nós do PL Ceará e está tudo bem”, completou o congressista.

Uma semana antes, em 18 de julho, Ciro Gomes havia mencionado que, com a desistência de Aécio Neves, estava avaliando apoiar Ronaldo Caiado, do PSD, ou Renan Santos, do Missão, para a Presidência da República, sem citar Flávio Bolsonaro.

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A omissão do sobrenome Bolsonaro nas articulações no Ceará é uma estratégia na disputa local. O grupo ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro tem se mostrado menos popular no estado, onde o PT obteve vitória em todos os 184 municípios nas eleições de 2022. Luiz Inácio Lula da Silva conquistou 3.807.782 votos, enquanto Bolsonaro teve 1.634.473.

André Fernandes também negou a existência de divergências internas no PL após a decisão de não lançar a vereadora Priscila Costa para o Senado, que agora concorrerá à Câmara dos Deputados. “Não tem esse afastamento, nunca houve. Na verdade, boa parte da imprensa sempre tentou aí pinçar essa briga e dizer que, enfim, havia divergência… Mas, quando perguntava para qualquer um do grupo, dizia: ‘Não, não tem divergência'”, declarou.

A possível candidatura de Priscila ao Senado gerou discordâncias entre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e Flávio. Michelle defendia o nome da vereadora, enquanto o grupo liderado por André Fernandes apoiava o deputado estadual Alcides Fernandes, pai do deputado. O impasse aumentou com a aproximação do PL cearense a Ciro na disputa pelo governo estadual, o que levou Michelle a criticar as articulações, enquanto Flávio participou do evento que oficializou a pré-candidatura de Alcides ao Senado.

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Ciro Gomes, em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram, expressou estar “profundamente honrado” com a homologação da aliança, ressaltando a importância de unir forças para combater a violência e a corrupção. Ele destacou que essa união representa um “exemplo para o Brasil” de como “diminuir a radicalização” e “colocar as diferenças de lado” para ajudar a população a superar os problemas.

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Após a convenção que selou a coligação com Ciro (PSDB), André Fernandes afirmou não haver negociação para apoiar Flávio Bolsonaro. Ele disse que a aliança é local e visa derrotar o candidato do PT, Elmano de Freitas.

O deputado federal André Fernandes, do PL do Ceará, declarou na quarta-feira (22 de julho de 2026) que não houve discussões sobre um apoio do candidato ao governo do Ceará, Ciro Gomes, ao senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro. A afirmação foi feita após a convenção do partido que oficializou a coligação estadual com Ciro Gomes, do PSDB.

De acordo com Fernandes, o acordo entre o PL e Ciro Gomes é estritamente local, com o objetivo principal de derrotar o Partido dos Trabalhadores (PT), que tem como candidato o governador Elmano de Freitas. “Nunca teve esse acordo de ele votar em Flávio Bolsonaro, nunca teve… O nosso acordo é aqui no Ceará para derrotar o PT”, disse.

“Então, o nosso acordo é local. Nós do PL estamos apoiando Ciro Gomes. Ciro Gomes está nos apoiando, ou seja, nós do PL Ceará e está tudo bem”, completou o congressista.

Uma semana antes, em 18 de julho, Ciro Gomes havia mencionado que, com a desistência de Aécio Neves, estava avaliando apoiar Ronaldo Caiado, do PSD, ou Renan Santos, do Missão, para a Presidência da República, sem citar Flávio Bolsonaro.

A omissão do sobrenome Bolsonaro nas articulações no Ceará é uma estratégia na disputa local. O grupo ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro tem se mostrado menos popular no estado, onde o PT obteve vitória em todos os 184 municípios nas eleições de 2022. Luiz Inácio Lula da Silva conquistou 3.807.782 votos, enquanto Bolsonaro teve 1.634.473.

André Fernandes também negou a existência de divergências internas no PL após a decisão de não lançar a vereadora Priscila Costa para o Senado, que agora concorrerá à Câmara dos Deputados. “Não tem esse afastamento, nunca houve. Na verdade, boa parte da imprensa sempre tentou aí pinçar essa briga e dizer que, enfim, havia divergência… Mas, quando perguntava para qualquer um do grupo, dizia: ‘Não, não tem divergência'”, declarou.

A possível candidatura de Priscila ao Senado gerou discordâncias entre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e Flávio. Michelle defendia o nome da vereadora, enquanto o grupo liderado por André Fernandes apoiava o deputado estadual Alcides Fernandes, pai do deputado. O impasse aumentou com a aproximação do PL cearense a Ciro na disputa pelo governo estadual, o que levou Michelle a criticar as articulações, enquanto Flávio participou do evento que oficializou a pré-candidatura de Alcides ao Senado.

Ciro Gomes, em um vídeo publicado em seu perfil no Instagram, expressou estar “profundamente honrado” com a homologação da aliança, ressaltando a importância de unir forças para combater a violência e a corrupção. Ele destacou que essa união representa um “exemplo para o Brasil” de como “diminuir a radicalização” e “colocar as diferenças de lado” para ajudar a população a superar os problemas.

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