No Brasil, diversas personalidades artísticas e do jornalismo já tentaram a sorte na política, abandonando suas carreiras em busca de cargos eletivos. Entre eles, nomes como Agnaldo Timóteo, Artur da Távola, Hélio Costa, Frank Aguiar, Sérgio Reis, Romário, Bebeto, Marcelinho Carioca, Netinho de Paula, Wagner Montes, Myriam Rios, Stepan Nercessian, Alexandre Frota, Tiririca, Moacyr Franco, Clodovil e Ferreira Netto se destacam.
Apesar de algumas vitórias, a maioria deles não conseguiu se reeleger ou obter sucesso em suas empreitadas políticas, o que gera um sentimento de reprovação por parte do público. A experiência política, para quem vem de outras áreas, pode ser arriscada, pois o que realmente importa é a votação na urna. Essa transição pode deixar marcas difíceis de lidar.
Em 2026, a situação não será diferente. Artistas como Silvia Abravanel e José Luiz Datena já confirmaram suas candidaturas e deixaram temporariamente suas atividades televisivas para entrar na corrida eleitoral. A popularidade desses nomes pode facilitar suas campanhas, mas os riscos associados a essa escolha precisam ser cuidadosamente avaliados.
“É preciso estar pronto para tudo e ter todas as consequências milimetricamente avaliadas”, afirmam especialistas sobre a decisão de artistas em se candidatar.
Ademais, em um cenário político cada vez mais polarizado, é fundamental que esses candidatos estejam preparados para lidar com opiniões divergentes e radicalizadas, o que pode impactar suas trajetórias eleitorais.
Além disso, a televisão continua a ser uma plataforma importante para a comunicação de massa. Programas como o “The Noite”, apresentado por Danilo Gentili, trazem convidados especiais, como Leila Cordeiro, que relembram momentos marcantes da TV brasileira. A presença de figuras reconhecidas contribui para a manutenção do interesse do público pela programação.
No âmbito das produções audiovisuais, a cobertura da Copa do Mundo tem sido elogiada, com transmissões de alto nível realizadas por diferentes emissoras. A qualidade das narrações e reportagens se destaca, refletindo um bom momento da televisão esportiva. Até mesmo mudanças na programação, como o retorno do programa “Vitrine” à TV Cultura, mostram a adaptação e evolução das emissoras.
Por fim, a indústria do entretenimento continua a se reinventar, com novas séries e formatos surgindo, como a produção “Brega Story”, que será ambientada no Pará. Essa nova série promete explorar a rica cultura musical da região, envolvendo um elenco renomado e uma narrativa envolvente.
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