Os juros futuros médios e longos estão em alta na manhã desta segunda-feira, 20 de julho de 2026, refletindo uma maior inclinação da curva de juros. Esse movimento ocorre em meio ao noticiário que envolve os conflitos entre os Estados Unidos e o Irã, que geraram incertezas no mercado.
O preço do petróleo, por sua vez, chegou a cair mais de 2% com relatos sobre uma possível trégua entre as duas nações. No entanto, os preços estavam sem uma direção única logo após as 9h, especialmente após o anúncio dos houthis sobre a imposição de uma ‘proibição de navegação marítima’ à Arábia Saudita, o que pode afetar o comércio marítimo na região.
Além disso, os rendimentos dos Treasuries nos Estados Unidos também mostraram um aumento significativo. No Brasil, a mediana do Boletim Focus referente ao IPCA de 2028, que já está no radar do Banco Central, apresentou uma elevação, passando de 3,70% para 3,78%. Essa expectativa de aumento reflete um ajuste nas projeções de inflação e na política monetária.
Às 9h10, a taxa de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 registrou uma mínima de 13,955%, em comparação com 13,960% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2029 subiu para 14,375%, em relação a 14,338%, enquanto o DI para janeiro de 2031 avançou para 14,575%, de 14,527% no ajuste da última sexta-feira, 17 de julho.
Esses aumentos nas taxas de juros geram preocupação entre a população, com 69% dos brasileiros expressando apreensão em relação ao aumento do custo de vida. O cenário financeiro continua em monitoramento, à medida que os mercados reagem às condições econômicas globais e locais.
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