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Aracaju, Quinta-feira, 16 de julho de 2026
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Bolsas da Europa fecham em queda diante de tensões no Oriente Médio

Economia

Bolsas da Europa fecham em queda diante de tensões no Oriente Médio

Bolsas europeias fecham em queda devido a tensões no Oriente Médio e balanços corporativos.

15/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h21
Bolsas da Europa fecham em queda diante de tensões no Oriente Médio

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As bolsas da Europa fecharam majoritariamente em queda nesta quarta-feira (15), pressionadas pela persistência das tensões no Oriente Médio. O cenário internacional, marcado por incertezas, impactou negativamente os mercados, que enfrentaram um aumento da aversão ao risco.

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A percepção de que a inflação nos Estados Unidos segue perdendo força ajudou a limitar parte das perdas, mas o alívio foi insuficiente para reverter a tendência negativa nas bolsas. Os balanços corporativos também geraram movimentos expressivos em algumas ações do setor de luxo, que apresentaram alta de 3,3% em algumas situações.

Em Londres, o índice FTSE 100 fechou em queda de 0,13%, marcando 10.515,92 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,51%, com 25.018,81 pontos. Já em Paris, o CAC 40 teve um leve ganho de 0,19%, fechando em 8.382,43 pontos. O FTSE MIB, em Milão, recuou 0,85%, alcançando 52.411,25 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,43%, com 19.272,50 pontos, enquanto o PSI 20, em Lisboa, perdeu 0,46%, fechando em 9.084,95 pontos. Vale ressaltar que essas cotações são preliminares.

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A Capital Economics avaliou que o PPI americano mais fraco proporciona ao Federal Reserve (Fed) mais tempo para avaliar os efeitos das tarifas antes de tomar decisões sobre a alteração dos juros. Os dirigentes do Banco Central Europeu (BCE), por sua vez, reafirmaram que continuam monitorando os impactos da alta do petróleo sobre a inflação e estão prontos para agir, se necessário.

Na agenda econômica, a produção industrial da zona do euro caiu 0,2% em maio em relação a abril, contrariando a expectativa de alta de 0,2%. Esses dados refletem as dificuldades enfrentadas pela economia da região, que ainda busca se recuperar de impactos anteriores.

Entre as ações, a holandesa ASML chegou a disparar após elevar novamente sua projeção de vendas para o ano, mas perdeu força ao longo da sessão, fechando em queda de 0,5%. Na Alemanha, as ações da Infineon recuaram cerca de 5,7%, enquanto a STMicroelectronics caiu cerca de 4,6%, evidenciando a fraqueza das fabricantes de chips em Wall Street.

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No setor de luxo, a suíça Richemont subiu 6,6% após divulgar vendas trimestrais que superaram as expectativas, impulsionando outras marcas como LVMH (+2%), Hermès (+2,4%), Kering (+3,5%) e Burberry (+1,6%). Por outro lado, entre as mineradoras, a Rio Tinto cedeu 1,5% mesmo após reportar aumento dos embarques de minério de ferro no segundo trimestre. A Antofagasta, que reafirmou seu guidance para 2026, perdeu 2,7% no mercado.

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A percepção de que a inflação nos Estados Unidos segue perdendo força ajudou a limitar parte das perdas, mas o alívio foi insuficiente para reverter a tendência negativa nas bolsas. Os balanços corporativos também geraram movimentos expressivos em algumas ações do setor de luxo, que apresentaram alta de 3,3% em algumas situações.

Em Londres, o índice FTSE 100 fechou em queda de 0,13%, marcando 10.515,92 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,51%, com 25.018,81 pontos. Já em Paris, o CAC 40 teve um leve ganho de 0,19%, fechando em 8.382,43 pontos. O FTSE MIB, em Milão, recuou 0,85%, alcançando 52.411,25 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 0,43%, com 19.272,50 pontos, enquanto o PSI 20, em Lisboa, perdeu 0,46%, fechando em 9.084,95 pontos. Vale ressaltar que essas cotações são preliminares.

A Capital Economics avaliou que o PPI americano mais fraco proporciona ao Federal Reserve (Fed) mais tempo para avaliar os efeitos das tarifas antes de tomar decisões sobre a alteração dos juros. Os dirigentes do Banco Central Europeu (BCE), por sua vez, reafirmaram que continuam monitorando os impactos da alta do petróleo sobre a inflação e estão prontos para agir, se necessário.

Na agenda econômica, a produção industrial da zona do euro caiu 0,2% em maio em relação a abril, contrariando a expectativa de alta de 0,2%. Esses dados refletem as dificuldades enfrentadas pela economia da região, que ainda busca se recuperar de impactos anteriores.

Entre as ações, a holandesa ASML chegou a disparar após elevar novamente sua projeção de vendas para o ano, mas perdeu força ao longo da sessão, fechando em queda de 0,5%. Na Alemanha, as ações da Infineon recuaram cerca de 5,7%, enquanto a STMicroelectronics caiu cerca de 4,6%, evidenciando a fraqueza das fabricantes de chips em Wall Street.

No setor de luxo, a suíça Richemont subiu 6,6% após divulgar vendas trimestrais que superaram as expectativas, impulsionando outras marcas como LVMH (+2%), Hermès (+2,4%), Kering (+3,5%) e Burberry (+1,6%). Por outro lado, entre as mineradoras, a Rio Tinto cedeu 1,5% mesmo após reportar aumento dos embarques de minério de ferro no segundo trimestre. A Antofagasta, que reafirmou seu guidance para 2026, perdeu 2,7% no mercado.

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