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Aracaju, Quarta-feira, 24 de junho de 2026
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Brasil Lança Plataforma para Conectar Investidores Chineses à Bolsa Brasileira

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Brasil Lança Plataforma para Conectar Investidores Chineses à Bolsa Brasileira

Brasil lança nova plataforma para conectar investidores chineses à bolsa brasileira.

24/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h49
Brasil Lança Plataforma para Conectar Investidores Chineses à Bolsa Brasileira

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O Brasil está promovendo um importante avanço na aproximação com o mercado financeiro chinês. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, participou nesta quarta-feira (24) do lançamento de uma parceria que disponibiliza dados do mercado de capitais brasileiro na Wind Financial Terminal, a principal plataforma de informações financeiras da China.

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Esta iniciativa estabelece uma conexão direta entre a B3, a bolsa de valores brasileira, e a ferramenta utilizada por gestores de recursos, bancos, seguradoras e corretoras chinesas, criando uma ponte que facilita o acesso dos investidores asiáticos aos ativos brasileiros.

A parceria faz parte de uma missão oficial da Fazenda à China, com o objetivo de ampliar a cooperação financeira, atrair investimentos e avançar em questões relacionadas à transição ecológica. Com a nova integração, usuários institucionais chineses terão acesso a informações cruciais do mercado brasileiro, incluindo:

  • cotações de ativos;
  • índices de mercado;
  • estatísticas de negociação;
  • dados de referência;
  • séries históricas.

De acordo com o Ministério da Fazenda, essa medida é um passo significativo para reduzir a distância entre investidores e oportunidades no Brasil, facilitando análises, comparações de mercado e decisões de alocação de recursos. Durante o evento em Xangai, Durigan ressaltou a importância da iniciativa para aumentar a transparência e posicionar o Brasil como um destino atrativo para investimentos internacionais.

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“O Brasil tem se consolidado como um porto seguro e dinâmico para o capital estrangeiro. Ao integrarmos os dados da B3 à principal plataforma financeira da China, estamos construindo uma ponte de transparência que reduz distâncias e dá aos investidores asiáticos as ferramentas necessárias para participarem ativamente do nosso crescimento”, declarou Durigan.

O governo brasileiro acredita que o maior acesso às informações do mercado nacional pode diversificar as fontes de financiamento da economia e aumentar a presença de investidores chineses no país. A expectativa é que essa integração contribua para fortalecer a cooperação financeira bilateral e amplie o fluxo de capital estrangeiro para setores estratégicos da economia brasileira.

O lançamento da plataforma ocorre durante a viagem oficial de Durigan a Xangai e Pequim, que vai até sexta-feira (26), e inclui discussões sobre instrumentos de financiamento, investimentos sustentáveis e a integração dos mercados financeiros entre os dois países. Entre os tópicos abordados estão a emissão de títulos Panda Bonds, a promoção do Programa Eco Invest Brasil, a Plataforma Brasil de Investimentos Climáticos e para a Transformação Ecológica (BIP) e o desenvolvimento do mercado regulado de carbono.

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A missão visa mobilizar recursos para projetos de transformação ecológica e fortalecer as cadeias produtivas. Além disso, busca modernizar a relação institucional com a China, trazendo investimentos produtivos, gerando inovação e fortalecendo a integração das cadeias de valor.

A agenda da missão inclui encontros com instituições financeiras e organismos multilaterais. Durante o mesmo dia, Durigan participou do Fórum Brasil–China sobre Finanças Verdes, onde discutiu o papel das finanças sustentáveis na relação entre os dois países. Na tarde desta quarta-feira (horário chinês), ele se reuniu com a presidenta do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), Dilma Rousseff, em Xangai. O NDB é conhecido como Banco do Brics. Na sequência, Durigan seguirá para Pequim, onde continuará a missão oficial.

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Esta iniciativa estabelece uma conexão direta entre a B3, a bolsa de valores brasileira, e a ferramenta utilizada por gestores de recursos, bancos, seguradoras e corretoras chinesas, criando uma ponte que facilita o acesso dos investidores asiáticos aos ativos brasileiros.

A parceria faz parte de uma missão oficial da Fazenda à China, com o objetivo de ampliar a cooperação financeira, atrair investimentos e avançar em questões relacionadas à transição ecológica. Com a nova integração, usuários institucionais chineses terão acesso a informações cruciais do mercado brasileiro, incluindo:

  • cotações de ativos;
  • índices de mercado;
  • estatísticas de negociação;
  • dados de referência;
  • séries históricas.

De acordo com o Ministério da Fazenda, essa medida é um passo significativo para reduzir a distância entre investidores e oportunidades no Brasil, facilitando análises, comparações de mercado e decisões de alocação de recursos. Durante o evento em Xangai, Durigan ressaltou a importância da iniciativa para aumentar a transparência e posicionar o Brasil como um destino atrativo para investimentos internacionais.

“O Brasil tem se consolidado como um porto seguro e dinâmico para o capital estrangeiro. Ao integrarmos os dados da B3 à principal plataforma financeira da China, estamos construindo uma ponte de transparência que reduz distâncias e dá aos investidores asiáticos as ferramentas necessárias para participarem ativamente do nosso crescimento”, declarou Durigan.

O governo brasileiro acredita que o maior acesso às informações do mercado nacional pode diversificar as fontes de financiamento da economia e aumentar a presença de investidores chineses no país. A expectativa é que essa integração contribua para fortalecer a cooperação financeira bilateral e amplie o fluxo de capital estrangeiro para setores estratégicos da economia brasileira.

O lançamento da plataforma ocorre durante a viagem oficial de Durigan a Xangai e Pequim, que vai até sexta-feira (26), e inclui discussões sobre instrumentos de financiamento, investimentos sustentáveis e a integração dos mercados financeiros entre os dois países. Entre os tópicos abordados estão a emissão de títulos Panda Bonds, a promoção do Programa Eco Invest Brasil, a Plataforma Brasil de Investimentos Climáticos e para a Transformação Ecológica (BIP) e o desenvolvimento do mercado regulado de carbono.

A missão visa mobilizar recursos para projetos de transformação ecológica e fortalecer as cadeias produtivas. Além disso, busca modernizar a relação institucional com a China, trazendo investimentos produtivos, gerando inovação e fortalecendo a integração das cadeias de valor.

A agenda da missão inclui encontros com instituições financeiras e organismos multilaterais. Durante o mesmo dia, Durigan participou do Fórum Brasil–China sobre Finanças Verdes, onde discutiu o papel das finanças sustentáveis na relação entre os dois países. Na tarde desta quarta-feira (horário chinês), ele se reuniu com a presidenta do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), Dilma Rousseff, em Xangai. O NDB é conhecido como Banco do Brics. Na sequência, Durigan seguirá para Pequim, onde continuará a missão oficial.

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