Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Segunda-feira, 22 de junho de 2026
Pular para o conteúdo

Brasil pode banir antibióticos para salvar exportações de carne à Europa

Agro

Brasil pode banir antibióticos para salvar exportações de carne à Europa

Senador Carlos Fávaro acredita que governo resolverá embargo da UE à carne brasileira.

21/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 04h46
Brasil pode banir antibióticos para salvar exportações de carne à Europa

Publicidade

O senador Carlos Fávaro afirma que o Brasil está disposto a retirar o uso de antibióticos na pecuária para evitar embargo da União Europeia. A medida pode preservar bilhões em exportações a partir de setembro.

Publicidade

Publicidade

O senador e ex-ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), manifestou confiança na possibilidade de resolver o embargo que a União Europeia (UE) deverá impor à carne brasileira a partir de setembro. Durante um evento do setor ferroviário em Dom Aquino, no Mato Grosso, Fávaro destacou que o governo brasileiro está comprometido em atender às exigências do bloco europeu.

“Não temos nenhum problema em retirar o uso de antibióticos, e se é isso que o comprador exige, nós vamos retirar. É essa a recomendação que fiz ao presidente Lula e sei que o ministro André (de Paula, da Agricultura) vai trabalhar nisso. Tenho certeza que até setembro estará resolvido”, afirmou Fávaro.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

A declaração acontece em um contexto em que a UE anunciou, em maio, a suspensão das importações de carnes do Brasil devido à falta de comprovação da adequação no controle do uso de medicamentos veterinários. Essa medida, se mantida, poderá impactar significativamente o setor de carnes brasileiro, que depende das exportações para o mercado europeu.

O governo brasileiro já está realizando esforços para reverter essa decisão. Em resposta ao embargo, o presidente Lula pediu que sejam feitas ofensivas diplomáticas e econômicas para garantir a continuidade das exportações. O cenário atual exige uma ação rápida e eficaz para evitar prejuízos ao agronegócio nacional, que é uma das principais fontes de receita do país.

O setor agropecuário brasileiro tem se mostrado resiliente, e a expectativa é que, com as medidas corretas, o Brasil consiga não apenas atender às exigências da UE, mas também fortalecer suas relações comerciais com outros mercados. A situação continua a ser monitorada de perto por autoridades e especialistas, que avaliam as melhores estratégias para enfrentar os desafios impostos pelo embargo.

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

Publicidade

O senador Carlos Fávaro afirma que o Brasil está disposto a retirar o uso de antibióticos na pecuária para evitar embargo da União Europeia. A medida pode preservar bilhões em exportações a partir de setembro.

O senador e ex-ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), manifestou confiança na possibilidade de resolver o embargo que a União Europeia (UE) deverá impor à carne brasileira a partir de setembro. Durante um evento do setor ferroviário em Dom Aquino, no Mato Grosso, Fávaro destacou que o governo brasileiro está comprometido em atender às exigências do bloco europeu.

“Não temos nenhum problema em retirar o uso de antibióticos, e se é isso que o comprador exige, nós vamos retirar. É essa a recomendação que fiz ao presidente Lula e sei que o ministro André (de Paula, da Agricultura) vai trabalhar nisso. Tenho certeza que até setembro estará resolvido”, afirmou Fávaro.

A declaração acontece em um contexto em que a UE anunciou, em maio, a suspensão das importações de carnes do Brasil devido à falta de comprovação da adequação no controle do uso de medicamentos veterinários. Essa medida, se mantida, poderá impactar significativamente o setor de carnes brasileiro, que depende das exportações para o mercado europeu.

O governo brasileiro já está realizando esforços para reverter essa decisão. Em resposta ao embargo, o presidente Lula pediu que sejam feitas ofensivas diplomáticas e econômicas para garantir a continuidade das exportações. O cenário atual exige uma ação rápida e eficaz para evitar prejuízos ao agronegócio nacional, que é uma das principais fontes de receita do país.

O setor agropecuário brasileiro tem se mostrado resiliente, e a expectativa é que, com as medidas corretas, o Brasil consiga não apenas atender às exigências da UE, mas também fortalecer suas relações comerciais com outros mercados. A situação continua a ser monitorada de perto por autoridades e especialistas, que avaliam as melhores estratégias para enfrentar os desafios impostos pelo embargo.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA