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Aracaju, Segunda-feira, 22 de junho de 2026
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Colômbia define novo presidente em segundo turno disputado entre esquerda e direita

Brasil

Colômbia define novo presidente em segundo turno disputado entre esquerda e direita

Colômbia encerra votação para o segundo turno da eleição presidencial com 41 milhões aptos.

21/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 04h48
Colômbia define novo presidente em segundo turno disputado entre esquerda e direita

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As urnas fecharam na Colômbia e o país aguarda o resultado que definirá o sucessor de Gustavo Petro. Mais de 41 milhões de eleitores escolheram entre Cepeda e De la Espriella.

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A votação para o segundo turno da eleição presidencial da Colômbia foi encerrada às 18h, no horário de Brasília, neste domingo. Mais de 41 milhões de eleitores estavam aptos a participar do pleito.

No embate eleitoral, o candidato de direita Abelardo de la Espriella concorre com o candidato de esquerda Iván Cepeda. O futuro presidente será aquele que obtiver o maior número de votos, independentemente de alcançar ou não a marca de 50% do total.

O vencedor do pleito tomará posse no dia 7 de agosto de 2026, sucedendo Gustavo Petro no cargo. A eleição é um reflexo das tensões sociais e econômicas enfrentadas pelo país, que ainda se recupera dos impactos da pandemia de Covid-19.

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O próximo presidente da Colômbia terá um desafio significativo pela frente, uma vez que deverá lidar com uma economia que cresceu apenas 2,6% no último ano, abaixo da média pré-pandêmica de 4%. A recuperação econômica do país depende, em grande parte, do consumo, aumento dos salários e gastos públicos, enquanto o investimento privado continua fraco, especialmente nos setores de petróleo e mineração.

A dívida pública colombiana gira em torno de 60% do PIB, e analistas apontam que a fraca arrecadação de receitas e os altos níveis de gastos complicarão a meta de déficit fiscal estabelecida em 5,3% do PIB para este ano.

Além dos desafios econômicos, o novo presidente precisará enfrentar questões de segurança, buscando recuperar o controle territorial em áreas dominadas por grupos armados ilegais e trabalhar na redução da violência e outros problemas de segurança pública.

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“Os próximos passos do novo governo serão cruciais para a estabilidade do país”, afirmam analistas sobre o cenário pós-eleitoral.

Com um Congresso dividido, a capacidade do novo presidente de implementar sua agenda econômica poderá ser limitada, exigindo negociações e concessões para avançar em suas propostas.

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A votação para o segundo turno da eleição presidencial da Colômbia foi encerrada às 18h, no horário de Brasília, neste domingo. Mais de 41 milhões de eleitores estavam aptos a participar do pleito.

No embate eleitoral, o candidato de direita Abelardo de la Espriella concorre com o candidato de esquerda Iván Cepeda. O futuro presidente será aquele que obtiver o maior número de votos, independentemente de alcançar ou não a marca de 50% do total.

O vencedor do pleito tomará posse no dia 7 de agosto de 2026, sucedendo Gustavo Petro no cargo. A eleição é um reflexo das tensões sociais e econômicas enfrentadas pelo país, que ainda se recupera dos impactos da pandemia de Covid-19.

O próximo presidente da Colômbia terá um desafio significativo pela frente, uma vez que deverá lidar com uma economia que cresceu apenas 2,6% no último ano, abaixo da média pré-pandêmica de 4%. A recuperação econômica do país depende, em grande parte, do consumo, aumento dos salários e gastos públicos, enquanto o investimento privado continua fraco, especialmente nos setores de petróleo e mineração.

A dívida pública colombiana gira em torno de 60% do PIB, e analistas apontam que a fraca arrecadação de receitas e os altos níveis de gastos complicarão a meta de déficit fiscal estabelecida em 5,3% do PIB para este ano.

Além dos desafios econômicos, o novo presidente precisará enfrentar questões de segurança, buscando recuperar o controle territorial em áreas dominadas por grupos armados ilegais e trabalhar na redução da violência e outros problemas de segurança pública.

“Os próximos passos do novo governo serão cruciais para a estabilidade do país”, afirmam analistas sobre o cenário pós-eleitoral.

Com um Congresso dividido, a capacidade do novo presidente de implementar sua agenda econômica poderá ser limitada, exigindo negociações e concessões para avançar em suas propostas.

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