A moeda americana avança nesta quinta com mercados atentos ao Fed e ao Banco Central. Incertezas globais pressionam o real e movimentam investidores.
O dólar começou a quinta-feira, 18 de junho de 2026, em alta em relação ao real e à maioria das demais moedas globais. Este movimento ocorreu após a decisão do Federal Reserve, que reforçou as expectativas de aumento das taxas de juros nos Estados Unidos ainda em 2026. No Brasil, os agentes do mercado estão reagindo ao comunicado do Banco Central sobre a política monetária.
Às 9h29, a cotação do dólar à vista subia 0,57%, alcançando R$ 5,1401 na venda. Essa valorização da moeda americana reflete as incertezas e as expectativas do cenário econômico tanto no Brasil quanto em outros países.
No dia anterior, 17 de junho, a moeda americana havia encerrado o dia com uma alta de 0,41%, cotada a R$ 5,1104. Este aumento já indicava uma tendência que se consolidou nesta quinta-feira, com o mercado atento às movimentações do Federal Reserve e às políticas monetárias do Banco Central brasileiro.
Às 11h30, o Banco Central planeja realizar um leilão de 60.000 contratos de swap cambial, cuja finalidade é a rolagem do vencimento que ocorrerá em 1º de julho. Esse tipo de operação é comum para a gestão da liquidez e para estabilizar a moeda nacional diante das oscilações do mercado internacional.
As expectativas em relação ao desempenho do dólar e do real são influenciadas por fatores como a inflação, a taxa de crescimento do PIB e as políticas monetárias adotadas pelos bancos centrais. O cenário atual exige atenção dos investidores, que devem acompanhar as próximas decisões e indicadores econômicos que podem impactar o mercado cambial.
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