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Aracaju, Quinta-feira, 16 de julho de 2026
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Exportações de tabaco brasileiro enfrentam desafios com sobretaxas dos EUA

Economia

Exportações de tabaco brasileiro enfrentam desafios com sobretaxas dos EUA

Sobretaxas dos EUA reduzem competitividade do tabaco brasileiro e impactam exportações.

16/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h15
Exportações de tabaco brasileiro enfrentam desafios com sobretaxas dos EUA

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As tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros afetam a competitividade do tabaco nacional no mercado norte-americano e devem reduzir as exportações do setor em 2026, segundo avaliação do SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco).

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Em manifestação, a entidade afirmou que as sobretaxas impactam contratos, o planejamento industrial e a renda dos produtores. Historicamente, os Estados Unidos respondem por cerca de 9% das exportações brasileiras de tabaco. Além das tarifas, o SindiTabaco expressou preocupação com o aumento da oferta global de tabaco, após o recorde das exportações brasileiras registrado em 2025, cenário que pode ampliar a concorrência no mercado internacional.

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“Diante desse contexto, a expectativa do Sinditabaco é que as exportações retornem ao patamar médio dos últimos cinco anos, em torno de US$ 2,6 bilhões, ficando significativamente abaixo do recorde de aproximadamente US$ 3,4 bilhões alcançado em 2025”, afirmou o presidente da entidade, Valmor Thesing.

Dados do MDIC/Secex (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), citados pelo sindicato, mostram que as exportações brasileiras de tabaco para os Estados Unidos somaram US$ 195,3 milhões em 2025, uma queda de 23,4% em relação aos US$ 255 milhões registrados em 2024. No primeiro semestre de 2026, os embarques alcançaram US$ 88,8 milhões, redução de 31% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

No primeiro semestre de 2026, os Estados Unidos estiveram entre os principais destinos do tabaco brasileiro, ao lado de Bélgica, China, Indonésia, Vietnã e Turquia. As exportações, de forma geral, caíram 15,94% no acumulado do primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando 173,6 mil toneladas. Em receita, o montante foi de US$ 1,07 bilhão, 21,42% menor na comparação interanual.

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Em manifestação, a entidade afirmou que as sobretaxas impactam contratos, o planejamento industrial e a renda dos produtores. Historicamente, os Estados Unidos respondem por cerca de 9% das exportações brasileiras de tabaco. Além das tarifas, o SindiTabaco expressou preocupação com o aumento da oferta global de tabaco, após o recorde das exportações brasileiras registrado em 2025, cenário que pode ampliar a concorrência no mercado internacional.

“Diante desse contexto, a expectativa do Sinditabaco é que as exportações retornem ao patamar médio dos últimos cinco anos, em torno de US$ 2,6 bilhões, ficando significativamente abaixo do recorde de aproximadamente US$ 3,4 bilhões alcançado em 2025”, afirmou o presidente da entidade, Valmor Thesing.

Dados do MDIC/Secex (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), citados pelo sindicato, mostram que as exportações brasileiras de tabaco para os Estados Unidos somaram US$ 195,3 milhões em 2025, uma queda de 23,4% em relação aos US$ 255 milhões registrados em 2024. No primeiro semestre de 2026, os embarques alcançaram US$ 88,8 milhões, redução de 31% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

No primeiro semestre de 2026, os Estados Unidos estiveram entre os principais destinos do tabaco brasileiro, ao lado de Bélgica, China, Indonésia, Vietnã e Turquia. As exportações, de forma geral, caíram 15,94% no acumulado do primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado, totalizando 173,6 mil toneladas. Em receita, o montante foi de US$ 1,07 bilhão, 21,42% menor na comparação interanual.

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