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Fechamento do Estreito de Ormuz favorece a China, aponta consultoria

Consultoria aponta que fechamento do Estreito de Ormuz favorece a China em meio à crise.

01/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h30
Fechamento do Estreito de Ormuz favorece a China, aponta consultoria

A China se destacou como a principal beneficiária do fechamento do Estreito de Ormuz, conforme o relatório da consultoria estratégica The Asia Group, com sede em Washington. O fechamento do estreito afetou o fluxo de petróleo bruto e outras commodities do Oriente Médio, impactando de maneira desigual as economias da Ásia, que dependem fortemente das importações de energia.

A capacidade da China de diversificar suas fontes de energia e acessar reservas estratégicas proporcionou ao país uma vantagem em meio à crise, que causou desestabilização em várias regiões, segundo a The Asia Group.

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“Do ponto de vista econômico e geopolítico, Pequim está usando a crise para promover a China como o parceiro estável de escolha”, escreveu a consultoria.

Além disso, a China também desempenhou um papel importante na mitigação do impacto global do aumento nos preços do petróleo, observando um crescimento nas exportações de tecnologias de energia limpa. O país tem utilizado a situação no Irã como uma oportunidade para reforçar sua imagem como líder capaz de resolver conflitos globais, superando a influência dos Estados Unidos.

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A consultoria destacou que a crise energética valida a estratégia de autossuficiência industrial da China. No entanto, se a escassez de energia continuar, o país poderá enfrentar um aumento nos preços das matérias-primas e uma desaceleração na economia global, o que diminuiria a demanda por suas exportações, em um momento em que a China se torna cada vez mais dependente delas para sustentar seu crescimento econômico.

“Esse é um problema a ser administrado, não uma crise”, concluiu a The Asia Group.

O Estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais importantes do mundo, pois conecta o Golfo Pérsico ao Mar da Arábia, sendo responsável por um grande volume de petróleo transportado globalmente. O fechamento deste estreito pode ter repercussões significativas não apenas para a China, mas para toda a economia mundial.

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A China se destacou como a principal beneficiária do fechamento do Estreito de Ormuz, conforme o relatório da consultoria estratégica The Asia Group, com sede em Washington. O fechamento do estreito afetou o fluxo de petróleo bruto e outras commodities do Oriente Médio, impactando de maneira desigual as economias da Ásia, que dependem fortemente das importações de energia.

A capacidade da China de diversificar suas fontes de energia e acessar reservas estratégicas proporcionou ao país uma vantagem em meio à crise, que causou desestabilização em várias regiões, segundo a The Asia Group.

“Do ponto de vista econômico e geopolítico, Pequim está usando a crise para promover a China como o parceiro estável de escolha”, escreveu a consultoria.

Além disso, a China também desempenhou um papel importante na mitigação do impacto global do aumento nos preços do petróleo, observando um crescimento nas exportações de tecnologias de energia limpa. O país tem utilizado a situação no Irã como uma oportunidade para reforçar sua imagem como líder capaz de resolver conflitos globais, superando a influência dos Estados Unidos.

A consultoria destacou que a crise energética valida a estratégia de autossuficiência industrial da China. No entanto, se a escassez de energia continuar, o país poderá enfrentar um aumento nos preços das matérias-primas e uma desaceleração na economia global, o que diminuiria a demanda por suas exportações, em um momento em que a China se torna cada vez mais dependente delas para sustentar seu crescimento econômico.

“Esse é um problema a ser administrado, não uma crise”, concluiu a The Asia Group.

O Estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais importantes do mundo, pois conecta o Golfo Pérsico ao Mar da Arábia, sendo responsável por um grande volume de petróleo transportado globalmente. O fechamento deste estreito pode ter repercussões significativas não apenas para a China, mas para toda a economia mundial.

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