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Aracaju, Segunda-feira, 22 de junho de 2026
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Festas juninas ficam mais baratas em 2026; frutas lideram queda de preços

Economia

Festas juninas ficam mais baratas em 2026; frutas lideram queda de preços

Cesta de itens juninos tem queda de preços em 2026, tornando festas mais acessíveis.

22/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h20
Festas juninas ficam mais baratas em 2026; frutas lideram queda de preços

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Itens da cesta junina registraram redução significativa de preços em 2026. Frutas típicas caíram 14,99% e o açúcar ficou entre os mais acessíveis, animando as famílias para as comemorações.

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A cesta de itens típicos de festas juninas sofreu uma redução significativa em 2026, de acordo com um levantamento da APAS (Associação Paulista de Supermercados). Com base no IPS (Índice de Preços dos Supermercados), diversos alimentos e ingredientes tradicionais apresentaram queda de preços, tornando as festividades mais acessíveis para as famílias.

Entre os produtos que tiveram a maior diminuição de preços, as frutas típicas lideraram a lista com uma queda de 14,99%. O açúcar, um dos ingredientes essenciais para as receitas juninas, também se destacou como o alimento isolado mais barato do período, apresentando uma redução de 13,88% nos últimos 12 meses. A farinha de trigo, amplamente utilizada em doces e salgados, teve uma queda de 7,88%.

Outros itens que apresentaram retrações significativas foram o alho (-5,16%), milho em conserva (-5,07%) e salsicha (-4,89%), todos amplamente utilizados para a produção de cachorro-quente e outros alimentos típicos. O ranking das maiores quedas de preços se completa com o creme de leite (-3,77%), a mandioca (-3,04%), os ovos (-2,58%), a paçoca (-2,52%), o tempero natural (-1,24%), o leite em pó (-0,91%) e o milho (-0,20%).

“A cesta junina deste ano apresenta um cenário heterogêneo”, afirma o economista-chefe da APAS, Felipe Queiroz.

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Queiroz destaca que a quantidade de itens tradicionais com preços em queda ajuda a aliviar o impacto no orçamento das famílias, permitindo que os consumidores possam desfrutar das tradições juninas sem comprometer tanto a renda familiar.

Além da redução nos preços dos alimentos, as principais festas juninas do país devem movimentar cerca de R$ 2,4 bilhões durante o período, segundo informações do Ministério do Turismo. Essa quantia pode estar ligada ao forte apreço dos brasileiros por esse tipo de celebração.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva revelou que 85% dos brasileiros maiores de 18 anos pretendem participar das comemorações de São João neste ano, um crescimento de 4% em relação a 2025. No Nordeste, 51% dos entrevistados pretendem ir a festas juninas de rua e gratuitas, o maior índice entre as regiões do país.

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Já no Sudeste, 44% manifestaram interesse em participar de festas, enquanto no Norte esse percentual é de 43%. No Sul, a preferência é por festas na casa de amigos ou familiares, com 43% das intenções. No Centro-Oeste, as festas em igrejas ou quermesses são as mais mencionadas, com 42%.

A região Nordeste, além de ser a mais apaixonada pelas festividades, também se destaca na movimentação de visitantes e na economia. Campina Grande, na Paraíba, espera receber cerca de 3,5 milhões de visitantes durante o ‘Maior São João do Mundo’, gerando aproximadamente R$ 800 milhões. Em Caruaru, Pernambuco, o evento deve atrair 4 milhões de pessoas e gerar um impacto econômico semelhante.

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Itens da cesta junina registraram redução significativa de preços em 2026. Frutas típicas caíram 14,99% e o açúcar ficou entre os mais acessíveis, animando as famílias para as comemorações.

A cesta de itens típicos de festas juninas sofreu uma redução significativa em 2026, de acordo com um levantamento da APAS (Associação Paulista de Supermercados). Com base no IPS (Índice de Preços dos Supermercados), diversos alimentos e ingredientes tradicionais apresentaram queda de preços, tornando as festividades mais acessíveis para as famílias.

Entre os produtos que tiveram a maior diminuição de preços, as frutas típicas lideraram a lista com uma queda de 14,99%. O açúcar, um dos ingredientes essenciais para as receitas juninas, também se destacou como o alimento isolado mais barato do período, apresentando uma redução de 13,88% nos últimos 12 meses. A farinha de trigo, amplamente utilizada em doces e salgados, teve uma queda de 7,88%.

Outros itens que apresentaram retrações significativas foram o alho (-5,16%), milho em conserva (-5,07%) e salsicha (-4,89%), todos amplamente utilizados para a produção de cachorro-quente e outros alimentos típicos. O ranking das maiores quedas de preços se completa com o creme de leite (-3,77%), a mandioca (-3,04%), os ovos (-2,58%), a paçoca (-2,52%), o tempero natural (-1,24%), o leite em pó (-0,91%) e o milho (-0,20%).

“A cesta junina deste ano apresenta um cenário heterogêneo”, afirma o economista-chefe da APAS, Felipe Queiroz.

Queiroz destaca que a quantidade de itens tradicionais com preços em queda ajuda a aliviar o impacto no orçamento das famílias, permitindo que os consumidores possam desfrutar das tradições juninas sem comprometer tanto a renda familiar.

Além da redução nos preços dos alimentos, as principais festas juninas do país devem movimentar cerca de R$ 2,4 bilhões durante o período, segundo informações do Ministério do Turismo. Essa quantia pode estar ligada ao forte apreço dos brasileiros por esse tipo de celebração.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva revelou que 85% dos brasileiros maiores de 18 anos pretendem participar das comemorações de São João neste ano, um crescimento de 4% em relação a 2025. No Nordeste, 51% dos entrevistados pretendem ir a festas juninas de rua e gratuitas, o maior índice entre as regiões do país.

Já no Sudeste, 44% manifestaram interesse em participar de festas, enquanto no Norte esse percentual é de 43%. No Sul, a preferência é por festas na casa de amigos ou familiares, com 43% das intenções. No Centro-Oeste, as festas em igrejas ou quermesses são as mais mencionadas, com 42%.

A região Nordeste, além de ser a mais apaixonada pelas festividades, também se destaca na movimentação de visitantes e na economia. Campina Grande, na Paraíba, espera receber cerca de 3,5 milhões de visitantes durante o ‘Maior São João do Mundo’, gerando aproximadamente R$ 800 milhões. Em Caruaru, Pernambuco, o evento deve atrair 4 milhões de pessoas e gerar um impacto econômico semelhante.

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