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Aracaju, Segunda-feira, 22 de junho de 2026
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Flávio Bolsonaro quer suspender reforma tributária e refazer modelo

Política

Flávio Bolsonaro quer suspender reforma tributária e refazer modelo

Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência, promete nova reforma tributária focada na redução de impostos.

22/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h33
Flávio Bolsonaro quer suspender reforma tributária e refazer modelo

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O senador e pré-candidato à presidência pelo PL prometeu rever a reforma tributária aprovada pelo Congresso. Ele defende redução gradual de impostos com novo modelo.

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O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL, anunciou nesta segunda-feira (22/jun.2026) sua intenção de implementar uma nova reforma tributária caso seja eleito. Durante o evento “Indústria na Agenda dos Presidenciáveis”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria em Brasília, ele destacou que a regulamentação da reforma aprovada pelo Congresso deverá ser suspensa para que um novo modelo, focado na redução gradual da carga de impostos, possa ser discutido.

Flávio, que votou a favor da reforma tributária no Congresso, criticou o resultado obtido, afirmando que a proposta acabou gerando a maior alíquota sobre consumo do mundo. “Eu votei a favor da reforma por entender que ela traria simplificação, mas ela trouxe a maior carga sobre o valor agregado do mundo, próxima de 30%”, disse o senador.

Ele destacou que as exceções criadas durante a tramitação da reforma aumentaram a alíquota para outros setores da economia, o que acaba por onerar ainda mais aqueles que permaneceram nas regras da nova legislação. “Os setores que foram mais fortes conseguiram se incluir fora das regras da reforma tributária. E essa carga acaba ficando ainda maior para quem ficou dentro”, declarou.

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Além disso, Flávio Bolsonaro criticou a tributação sobre profissionais liberais, considerando excessiva a cobrança prevista na nova legislação. “Como a gente pode falar de uma reforma tributária que vai meter quase 30% do lucro de um profissional liberal, médico, advogado ou dentista, e mais 10% sobre o que exceder R$ 50 mil para passar o dinheiro da pessoa jurídica para a pessoa física? É uma maluquice”, afirmou.

Segundo ele, o aumento da carga tributária poderá incentivar a inadimplência e a sonegação. “É óbvio que isso vai descambar para a inadimplência e para sonegação”, declarou.

O pré-candidato ressaltou que sua proposta inclui a suspensão da regulamentação da reforma atual, visando discutir um modelo mais eficaz. “Quando eu falo disso, vou suspender a regulamentação da reforma tributária. É para dar tempo de fazermos uma reforma tributária de verdade, com redução de carga tributária ao longo dos anos, previsibilidade e ajuste fiscal”, afirmou.

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No evento, Flávio também criticou as políticas econômicas do governo atual, mencionando que o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estaria contribuindo para a migração de empresas brasileiras para o Paraguai devido à alta carga tributária e aos juros elevados. “O maior problema do Brasil hoje chama-se governo Lula. Não à toa, o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad foi eleito o melhor presidente da economia do Paraguai, com mais de 200 empresas transferidas do Brasil para lá”, declarou.

Ele destacou que o Paraguai oferece condições mais favoráveis aos investimentos, como energia mais barata e maior segurança jurídica, o que, segundo Flávio, representa o legado deixado pelo atual governo brasileiro.

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O senador e pré-candidato à presidência pelo PL prometeu rever a reforma tributária aprovada pelo Congresso. Ele defende redução gradual de impostos com novo modelo.

O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL, anunciou nesta segunda-feira (22/jun.2026) sua intenção de implementar uma nova reforma tributária caso seja eleito. Durante o evento “Indústria na Agenda dos Presidenciáveis”, promovido pela Confederação Nacional da Indústria em Brasília, ele destacou que a regulamentação da reforma aprovada pelo Congresso deverá ser suspensa para que um novo modelo, focado na redução gradual da carga de impostos, possa ser discutido.

Flávio, que votou a favor da reforma tributária no Congresso, criticou o resultado obtido, afirmando que a proposta acabou gerando a maior alíquota sobre consumo do mundo. “Eu votei a favor da reforma por entender que ela traria simplificação, mas ela trouxe a maior carga sobre o valor agregado do mundo, próxima de 30%”, disse o senador.

Ele destacou que as exceções criadas durante a tramitação da reforma aumentaram a alíquota para outros setores da economia, o que acaba por onerar ainda mais aqueles que permaneceram nas regras da nova legislação. “Os setores que foram mais fortes conseguiram se incluir fora das regras da reforma tributária. E essa carga acaba ficando ainda maior para quem ficou dentro”, declarou.

Além disso, Flávio Bolsonaro criticou a tributação sobre profissionais liberais, considerando excessiva a cobrança prevista na nova legislação. “Como a gente pode falar de uma reforma tributária que vai meter quase 30% do lucro de um profissional liberal, médico, advogado ou dentista, e mais 10% sobre o que exceder R$ 50 mil para passar o dinheiro da pessoa jurídica para a pessoa física? É uma maluquice”, afirmou.

Segundo ele, o aumento da carga tributária poderá incentivar a inadimplência e a sonegação. “É óbvio que isso vai descambar para a inadimplência e para sonegação”, declarou.

O pré-candidato ressaltou que sua proposta inclui a suspensão da regulamentação da reforma atual, visando discutir um modelo mais eficaz. “Quando eu falo disso, vou suspender a regulamentação da reforma tributária. É para dar tempo de fazermos uma reforma tributária de verdade, com redução de carga tributária ao longo dos anos, previsibilidade e ajuste fiscal”, afirmou.

No evento, Flávio também criticou as políticas econômicas do governo atual, mencionando que o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estaria contribuindo para a migração de empresas brasileiras para o Paraguai devido à alta carga tributária e aos juros elevados. “O maior problema do Brasil hoje chama-se governo Lula. Não à toa, o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad foi eleito o melhor presidente da economia do Paraguai, com mais de 200 empresas transferidas do Brasil para lá”, declarou.

Ele destacou que o Paraguai oferece condições mais favoráveis aos investimentos, como energia mais barata e maior segurança jurídica, o que, segundo Flávio, representa o legado deixado pelo atual governo brasileiro.

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