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Aracaju, Quinta-feira, 18 de junho de 2026
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Foragido após matar companheira na frente das filhas, homem tem prisão decretada

Policial

Foragido após matar companheira na frente das filhas, homem tem prisão decretada

Homem está foragido após matar a companheira diante das filhas em São Gonçalo, RJ.

18/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h55
Foragido após matar companheira na frente das filhas, homem tem prisão decretada

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Erick Otávio Araújo assassinou a parceira em São Gonçalo (RJ) por não aceitar o fim do relacionamento. O crime ocorreu na frente das duas filhas do casal e a Delegacia de Homicídios já emitiu mandado de prisão.

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Um homem identificado como Erick Otávio Araújo está foragido após cometer o feminicídio de sua companheira na frente de suas duas filhas em São Gonçalo, no Rio de Janeiro. O crime ocorreu no último sábado, dia 13 de junho de 2026, e a Polícia Civil já registrou o caso.

De acordo com as investigações, Erick não aceitou a separação do casal e, em um ato de violência, matou a parceira. Após o crime, o suspeito fugiu do local, e as autoridades estão mobilizadas para localizá-lo. A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí está à frente do caso e já emitiu um mandado de prisão contra o homem.

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A situação alarmante dos feminicídios no Brasil se reflete em dados preocupantes. Entre janeiro e março de 2026, o país registrou 399 vítimas, o que representa uma média de quatro mulheres mortas por dia. Este número é considerado o mais alto desde o início dos registros em 2015, segundo informações do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Janeiro foi o mês mais letal, com 142 casos, seguido por fevereiro, com 123, e março, com 134. Comparando a esses dados com o mesmo período do ano anterior, houve um aumento de aproximadamente 7,5%, quando foram contabilizados 371 feminicídios.

Os estados mais afetados incluem São Paulo, com 86 casos, seguido por Minas Gerais (42), Paraná (33) e Rio de Janeiro, que registrou 20 feminicídios. Outros estados também apresentaram números preocupantes, como Goiás (18), Pará (17) e Santa Catarina (12), entre outros.

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O feminicídio, tipificado como crime hediondo pela Lei n° 13.104 de 2015, é considerado quando uma mulher é morta em decorrência de sua condição de sexo feminino, englobando práticas de violência doméstica e discriminação. A situação exige uma atenção urgente das autoridades e da sociedade para combater essa violência que afeta tantas mulheres.

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Um homem identificado como Erick Otávio Araújo está foragido após cometer o feminicídio de sua companheira na frente de suas duas filhas em São Gonçalo, no Rio de Janeiro. O crime ocorreu no último sábado, dia 13 de junho de 2026, e a Polícia Civil já registrou o caso.

De acordo com as investigações, Erick não aceitou a separação do casal e, em um ato de violência, matou a parceira. Após o crime, o suspeito fugiu do local, e as autoridades estão mobilizadas para localizá-lo. A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí está à frente do caso e já emitiu um mandado de prisão contra o homem.

A situação alarmante dos feminicídios no Brasil se reflete em dados preocupantes. Entre janeiro e março de 2026, o país registrou 399 vítimas, o que representa uma média de quatro mulheres mortas por dia. Este número é considerado o mais alto desde o início dos registros em 2015, segundo informações do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Janeiro foi o mês mais letal, com 142 casos, seguido por fevereiro, com 123, e março, com 134. Comparando a esses dados com o mesmo período do ano anterior, houve um aumento de aproximadamente 7,5%, quando foram contabilizados 371 feminicídios.

Os estados mais afetados incluem São Paulo, com 86 casos, seguido por Minas Gerais (42), Paraná (33) e Rio de Janeiro, que registrou 20 feminicídios. Outros estados também apresentaram números preocupantes, como Goiás (18), Pará (17) e Santa Catarina (12), entre outros.

O feminicídio, tipificado como crime hediondo pela Lei n° 13.104 de 2015, é considerado quando uma mulher é morta em decorrência de sua condição de sexo feminino, englobando práticas de violência doméstica e discriminação. A situação exige uma atenção urgente das autoridades e da sociedade para combater essa violência que afeta tantas mulheres.

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