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Aracaju, Quarta-feira, 15 de julho de 2026
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Fósseis brasileiros revelam novas evidências sobre as primeiras formas de vida

Ciência e Espaço

Fósseis brasileiros revelam novas evidências sobre as primeiras formas de vida

Estudo revela que as primeiras evidências de vida no fundo marinho eram de bactérias.

15/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 13h34
Fósseis brasileiros revelam novas evidências sobre as primeiras formas de vida

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Um estudo recente trouxe novas informações sobre as primeiras evidências de vida no fundo marinho, sugerindo que não eram organismos complexos, mas sim aglomerados de bactérias e macroalgas baseados em filamentos. A pesquisa foi realizada no Brasil e os resultados foram publicados pela Elsevier.

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Os fósseis analisados, preservados há mais de 540 milhões de anos, trouxeram novo entendimento sobre a evolução da vida na Terra, até então interpretada de maneira diferente pelos pesquisadores. A descoberta indica que organismos filamentosos já estavam presentes no fundo do mar em ambientes com indícios primários de vida.

A equipe de pesquisa, que incluiu acadêmicos da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade de Harvard, utilizou tecnologias avançadas para localizar vestígios de DNA geralmente difíceis de preservar. A análise morfológica dos fósseis foi fundamental para identificar características específicas de cada espécie envolvida no estudo.

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Os pesquisadores identificaram um grupo microbiano preservado em três dimensões em fósseis filamentosos da Formação Tamengo, no Grupo Corumbá, no sudoeste de Mato Grosso do Sul — região conhecida por reunir alguns dos fósseis mais antigos do mundo.

Antigamente, os primeiros sinais de vida na Terra eram atribuídos à meiofauna, conjunto de animais invertebrados que habitavam solo ou sedimentos, reconhecidos por meio das biotubulações que formavam. Com as novas análises morfológicas e geocronológicas, porém, os pesquisadores descobriram que esses organismos eram na verdade filamentosos, semelhantes a fungos.

As evidências que sustentam a descoberta incluem características biológicas encontradas nos sedimentos fósseis, como divisão da parede celular e restos de matéria orgânica, além de filamentos consistentes com material microbiano. Os cientistas também identificaram pelo menos três espécies distintas coexistindo no mesmo ambiente, incluindo algas bentônicas de cores vermelhas e verdes, e grandes bactérias, como cianobactérias e bactérias oxidantes de enxofre.

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Um estudo recente trouxe novas informações sobre as primeiras evidências de vida no fundo marinho, sugerindo que não eram organismos complexos, mas sim aglomerados de bactérias e macroalgas baseados em filamentos. A pesquisa foi realizada no Brasil e os resultados foram publicados pela Elsevier.

Os fósseis analisados, preservados há mais de 540 milhões de anos, trouxeram novo entendimento sobre a evolução da vida na Terra, até então interpretada de maneira diferente pelos pesquisadores. A descoberta indica que organismos filamentosos já estavam presentes no fundo do mar em ambientes com indícios primários de vida.

A equipe de pesquisa, que incluiu acadêmicos da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade de Harvard, utilizou tecnologias avançadas para localizar vestígios de DNA geralmente difíceis de preservar. A análise morfológica dos fósseis foi fundamental para identificar características específicas de cada espécie envolvida no estudo.

Os pesquisadores identificaram um grupo microbiano preservado em três dimensões em fósseis filamentosos da Formação Tamengo, no Grupo Corumbá, no sudoeste de Mato Grosso do Sul — região conhecida por reunir alguns dos fósseis mais antigos do mundo.

Antigamente, os primeiros sinais de vida na Terra eram atribuídos à meiofauna, conjunto de animais invertebrados que habitavam solo ou sedimentos, reconhecidos por meio das biotubulações que formavam. Com as novas análises morfológicas e geocronológicas, porém, os pesquisadores descobriram que esses organismos eram na verdade filamentosos, semelhantes a fungos.

As evidências que sustentam a descoberta incluem características biológicas encontradas nos sedimentos fósseis, como divisão da parede celular e restos de matéria orgânica, além de filamentos consistentes com material microbiano. Os cientistas também identificaram pelo menos três espécies distintas coexistindo no mesmo ambiente, incluindo algas bentônicas de cores vermelhas e verdes, e grandes bactérias, como cianobactérias e bactérias oxidantes de enxofre.

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