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Funcionária de maternidade é acusada de tentar sequestrar recém-nascida em Teresina

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Funcionária de maternidade é acusada de tentar sequestrar recém-nascida em Teresina

Técnica de enfermagem é acusada de tentar sequestrar recém-nascida em maternidade no Piauí.

14/07/2026 · 20h59
Funcionária de maternidade é acusada de tentar sequestrar recém-nascida em Teresina

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No dia 6 de julho, uma técnica de enfermagem da Maternidade Dona Evangelina Rosa, localizada em Teresina, Piauí, foi flagrada tentando sequestrar uma recém-nascida. O caso ganhou destaque no último fim de semana, após ser exibido no programa “Fantástico”.

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Segundo informações da Polícia Civil, a criança foi retirada da maternidade pela própria tia, que percebeu uma movimentação estranha e abordou a funcionária. A investigada, identificada como Auricélia Rocha, teve sua prisão preventiva decretada pela Justiça, mas não foi presa em flagrante, pois as autoridades não foram acionadas imediatamente após o incidente.

A tia da bebê, Daniela Beatriz, estava com a criança, acreditando que Auricélia a levaria para exames médicos.

Auricélia, que estava uniformizada, não estava de serviço naquele dia, mas entrou na maternidade e informou à mãe da bebê, uma adolescente de 14 anos, que levaria a criança para exames. Enquanto aguardava o retorno da recém-nascida, Daniela ficou atenta aos movimentos da profissional.

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Imagens de câmeras de segurança mostraram Auricélia caminhando pelo hospital com a bebê nos braços por volta das 13h40. Após algum tempo, a técnica apareceu sem a criança, mas com uma bolsa preta grande. Em seguida, entrou em um banheiro. Essa atitude levantou suspeitas em Daniela, que decidiu segui-la. Ao sair do banheiro, Auricélia já estava com roupas diferentes.

Daniela questionou a funcionária e, ao verificar a bolsa, encontrou a sobrinha. Após retirar a recém-nascida, a tia acionou outros profissionais da maternidade para relatar a situação.

Durante a investigação, a polícia fez uma busca na residência de Auricélia e encontrou um cômodo preparado para a chegada de um bebê, com berço, banheira, fraldas e roupas infantis. Amigos e familiares da suspeita acreditavam que ela estava grávida, embora não houvesse confirmação por meio de exames.

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A defesa de Auricélia alegou que a técnica apresenta sintomas de esquizofrenia e faz uso de medicamentos psiquiátricos, o que poderia afetar sua compreensão sobre a gravidade dos atos. Contudo, a Polícia Civil afirmou que, até o momento, não há evidências suficientes que comprovem uma condição que a isente de responsabilidade criminal.

A direção da Maternidade Dona Evangelina Rosa lamentou o incidente e garantiu que seus protocolos de segurança não falharam, destacando que a unidade possui reconhecimento facial, controle de acesso e equipes preparadas para situações de risco.

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No dia 6 de julho, uma técnica de enfermagem da Maternidade Dona Evangelina Rosa, localizada em Teresina, Piauí, foi flagrada tentando sequestrar uma recém-nascida. O caso ganhou destaque no último fim de semana, após ser exibido no programa “Fantástico”.

Segundo informações da Polícia Civil, a criança foi retirada da maternidade pela própria tia, que percebeu uma movimentação estranha e abordou a funcionária. A investigada, identificada como Auricélia Rocha, teve sua prisão preventiva decretada pela Justiça, mas não foi presa em flagrante, pois as autoridades não foram acionadas imediatamente após o incidente.

A tia da bebê, Daniela Beatriz, estava com a criança, acreditando que Auricélia a levaria para exames médicos.

Auricélia, que estava uniformizada, não estava de serviço naquele dia, mas entrou na maternidade e informou à mãe da bebê, uma adolescente de 14 anos, que levaria a criança para exames. Enquanto aguardava o retorno da recém-nascida, Daniela ficou atenta aos movimentos da profissional.

Imagens de câmeras de segurança mostraram Auricélia caminhando pelo hospital com a bebê nos braços por volta das 13h40. Após algum tempo, a técnica apareceu sem a criança, mas com uma bolsa preta grande. Em seguida, entrou em um banheiro. Essa atitude levantou suspeitas em Daniela, que decidiu segui-la. Ao sair do banheiro, Auricélia já estava com roupas diferentes.

Daniela questionou a funcionária e, ao verificar a bolsa, encontrou a sobrinha. Após retirar a recém-nascida, a tia acionou outros profissionais da maternidade para relatar a situação.

Durante a investigação, a polícia fez uma busca na residência de Auricélia e encontrou um cômodo preparado para a chegada de um bebê, com berço, banheira, fraldas e roupas infantis. Amigos e familiares da suspeita acreditavam que ela estava grávida, embora não houvesse confirmação por meio de exames.

A defesa de Auricélia alegou que a técnica apresenta sintomas de esquizofrenia e faz uso de medicamentos psiquiátricos, o que poderia afetar sua compreensão sobre a gravidade dos atos. Contudo, a Polícia Civil afirmou que, até o momento, não há evidências suficientes que comprovem uma condição que a isente de responsabilidade criminal.

A direção da Maternidade Dona Evangelina Rosa lamentou o incidente e garantiu que seus protocolos de segurança não falharam, destacando que a unidade possui reconhecimento facial, controle de acesso e equipes preparadas para situações de risco.

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