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Saúde

Hospital de Cirurgia iniciará transplantes de fígado pelo SUS no primeiro trimestre de 2026

A Fundação de Beneficência Hospital de Cirurgia (FBHC) se prepara para oferecer transplantes de fígado a partir do primeiro trimestre de 2026, com atendimento totalmente custeado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O anúncio foi comemorado pelo médico anestesiologista e pré-candidato ao Senado, Dr. Eduardo Amorim, que considera o serviço um avanço expressivo para a […]

03/12/2025 · 08h42
Hospital de Cirurgia iniciará transplantes de fígado pelo SUS no primeiro trimestre de 2026

A Fundação de Beneficência Hospital de Cirurgia (FBHC) se prepara para oferecer transplantes de fígado a partir do primeiro trimestre de 2026, com atendimento totalmente custeado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O anúncio foi comemorado pelo médico anestesiologista e pré-candidato ao Senado, Dr. Eduardo Amorim, que considera o serviço um avanço expressivo para a rede pública de saúde em Sergipe.

Funcionário da unidade há décadas, Amorim ressaltou o legado do Hospital de Cirurgia, que completa 100 anos em 2 de maio do próximo ano. Segundo ele, a instituição superou períodos de escassez de medicamentos e equipamentos sucateados, mas hoje dispõe da infraestrutura necessária para realizar transplantes de fígado, rim e outros procedimentos de alta complexidade.

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Histórico pioneiro

Sergipe foi o primeiro estado das regiões Norte e Nordeste a realizar um transplante de coração, em 1986, justamente nas dependências do Hospital de Cirurgia. Amorim, então estudante de medicina, presenciou o marco e lembra que, à época, o feito colocava a medicina sergipana entre as mais avançadas do país.

Outro serviço retomado é o transplante renal, que voltou a ser oferecido em 2025 após 13 anos de interrupção para pacientes do SUS. “O Hospital de Cirurgia é um instrumento precioso”, afirmou o médico, sublinhando que o estado conta com equipes qualificadas nas diversas especialidades necessárias para os procedimentos.

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Esforço para ampliar atendimento

No Senado Federal, Eduardo Amorim utilizou a tribuna para criticar o período em que Sergipe ficou sem realizar transplantes de rim e coração. Atualmente, o estado possui cerca de 2 000 pacientes renais aguardando um órgão, e muitos precisaram se deslocar para outras unidades da federação para conseguir atendimento.

Com a inclusão do transplante de fígado na rede pública, o Hospital de Cirurgia pretende reduzir a necessidade de deslocamento de pacientes para centros fora do estado e consolidar Sergipe como referência regional em procedimentos de alta complexidade.

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A Fundação de Beneficência Hospital de Cirurgia (FBHC) se prepara para oferecer transplantes de fígado a partir do primeiro trimestre de 2026, com atendimento totalmente custeado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O anúncio foi comemorado pelo médico anestesiologista e pré-candidato ao Senado, Dr. Eduardo Amorim, que considera o serviço um avanço expressivo para a rede pública de saúde em Sergipe.

Funcionário da unidade há décadas, Amorim ressaltou o legado do Hospital de Cirurgia, que completa 100 anos em 2 de maio do próximo ano. Segundo ele, a instituição superou períodos de escassez de medicamentos e equipamentos sucateados, mas hoje dispõe da infraestrutura necessária para realizar transplantes de fígado, rim e outros procedimentos de alta complexidade.

Histórico pioneiro

Sergipe foi o primeiro estado das regiões Norte e Nordeste a realizar um transplante de coração, em 1986, justamente nas dependências do Hospital de Cirurgia. Amorim, então estudante de medicina, presenciou o marco e lembra que, à época, o feito colocava a medicina sergipana entre as mais avançadas do país.

Outro serviço retomado é o transplante renal, que voltou a ser oferecido em 2025 após 13 anos de interrupção para pacientes do SUS. “O Hospital de Cirurgia é um instrumento precioso”, afirmou o médico, sublinhando que o estado conta com equipes qualificadas nas diversas especialidades necessárias para os procedimentos.

Esforço para ampliar atendimento

No Senado Federal, Eduardo Amorim utilizou a tribuna para criticar o período em que Sergipe ficou sem realizar transplantes de rim e coração. Atualmente, o estado possui cerca de 2 000 pacientes renais aguardando um órgão, e muitos precisaram se deslocar para outras unidades da federação para conseguir atendimento.

Com a inclusão do transplante de fígado na rede pública, o Hospital de Cirurgia pretende reduzir a necessidade de deslocamento de pacientes para centros fora do estado e consolidar Sergipe como referência regional em procedimentos de alta complexidade.

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