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Irã fecha Estreito de Ormuz após acusar EUA e Israel de violar trégua

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Irã fecha Estreito de Ormuz após acusar EUA e Israel de violar trégua

Irã fecha Estreito de Ormuz após alegações de violação da trégua por EUA e Israel.

20/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h22
Irã fecha Estreito de Ormuz após acusar EUA e Israel de violar trégua

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A decisão eleva drasticamente as tensões globais e ameaça o fornecimento mundial de petróleo. A Guarda Revolucionária iraniana emitiu alertas após alegações de violações ao acordo firmado na última quarta-feira.

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O Irã anunciou neste sábado o fechamento do Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo, conforme informações da agência de notícias Reuters. A decisão foi tomada após alegações de que os Estados Unidos e Israel teriam violado a trégua estabelecida entre as partes.

A medida acirra a tensão no contexto das negociações que estão em andamento entre os países. Os Estados Unidos e o Irã buscam avançar no acordo provisório assinado na última quarta-feira, cujo objetivo é encerrar os conflitos por um período de quatro meses.

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A Guarda Revolucionária do Irã emitiu um alerta a todos os navios, recomendando que não se aproximassem do estreito, que é crucial para o abastecimento global de petróleo e gás. A justificativa para essa decisão inclui a menção a “crimes” cometidos por Israel no Líbano e a suposta violação, por parte dos Estados Unidos, de compromissos que visavam estabelecer um cessar-fogo.

Apesar do anúncio do fechamento, o Comando Central dos Estados Unidos informou que 55 navios mercantes cruzaram o Estreito de Ormuz neste sábado, o que demonstra que, até o momento, a situação de navegação não foi afetada de forma significativa.

A assinatura do protocolo do acordo para encerrar a guerra previa a reabertura total do Estreito de Ormuz a partir de sexta-feira, 19 de junho. Contudo, com o fechamento anunciado, o futuro das negociações se torna incerto.

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Conforme reportado pela mídia estatal iraniana, uma delegação de alto nível de Teerã partiu para a Suíça, onde conversas com os Estados Unidos estão agendadas para começar neste domingo. O vice-presidente norte-americano, JD Vance, também confirmou que participará do encontro, que conta com a mediação do Paquistão.

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A decisão eleva drasticamente as tensões globais e ameaça o fornecimento mundial de petróleo. A Guarda Revolucionária iraniana emitiu alertas após alegações de violações ao acordo firmado na última quarta-feira.

O Irã anunciou neste sábado o fechamento do Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo, conforme informações da agência de notícias Reuters. A decisão foi tomada após alegações de que os Estados Unidos e Israel teriam violado a trégua estabelecida entre as partes.

A medida acirra a tensão no contexto das negociações que estão em andamento entre os países. Os Estados Unidos e o Irã buscam avançar no acordo provisório assinado na última quarta-feira, cujo objetivo é encerrar os conflitos por um período de quatro meses.

A Guarda Revolucionária do Irã emitiu um alerta a todos os navios, recomendando que não se aproximassem do estreito, que é crucial para o abastecimento global de petróleo e gás. A justificativa para essa decisão inclui a menção a “crimes” cometidos por Israel no Líbano e a suposta violação, por parte dos Estados Unidos, de compromissos que visavam estabelecer um cessar-fogo.

Apesar do anúncio do fechamento, o Comando Central dos Estados Unidos informou que 55 navios mercantes cruzaram o Estreito de Ormuz neste sábado, o que demonstra que, até o momento, a situação de navegação não foi afetada de forma significativa.

A assinatura do protocolo do acordo para encerrar a guerra previa a reabertura total do Estreito de Ormuz a partir de sexta-feira, 19 de junho. Contudo, com o fechamento anunciado, o futuro das negociações se torna incerto.

Conforme reportado pela mídia estatal iraniana, uma delegação de alto nível de Teerã partiu para a Suíça, onde conversas com os Estados Unidos estão agendadas para começar neste domingo. O vice-presidente norte-americano, JD Vance, também confirmou que participará do encontro, que conta com a mediação do Paquistão.

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