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Israel quer manter tropas no Líbano e negocia com EUA

Internacional

Israel quer manter tropas no Líbano e negocia com EUA

Israel está em negociações com os EUA para manter tropas no sul do Líbano.

18/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h56
Israel quer manter tropas no Líbano e negocia com EUA

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Assessores de Netanyahu confirmam conversas sigilosas com Washington sobre presença militar israelense no sul do Líbano. O movimento ocorre logo após acordo entre EUA e Irã pela soberania libanesa.

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Israel está em negociações com os Estados Unidos para manter seu destacamento de tropas no sul do Líbano. A informação foi confirmada por dois funcionários israelenses, incluindo um alto assessor próximo ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, nesta quinta-feira (18).

O funcionário, que optou por não se identificar devido à sensibilidade das conversas, fez os comentários um dia após a assinatura de um acordo provisório entre os EUA e o Irã, que visa garantir “a integridade territorial e a soberania do Líbano”.

A situação no Líbano se intensificou após o grupo radical Hezbollah abrir fogo contra Israel em 2 de março, em apoio ao Irã. Desde então, Israel tem realizado uma ampla campanha aérea e terrestre, com a justificativa de erradicar as operações do grupo.

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Forças israelenses caracterizam as áreas ocupadas no Líbano, Gaza e Síria como “zonas tampão” entre eles e seus inimigos, um ponto central da política de segurança vigente. Netanyahu tem se mostrado resistente a pedidos de retirada dessas regiões.

Um dos altos funcionários mencionou que Israel está “conduzindo negociações difíceis” com Washington sobre a possibilidade de manter suas tropas na região ao sul do rio Litani, no Líbano. O oficial ressaltou que o país não recuará em suas posições a respeito da presença militar na área.

Um segundo funcionário afirmou que o desfecho das negociações dependerá, em última instância, da postura do presidente dos EUA, Donald Trump, que pode optar por pressionar a questão e ameaçar com represálias caso Israel não atenda aos termos do acordo provisório estabelecido com o Irã.

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Até o momento, o gabinete de Netanyahu não se manifestou sobre o assunto após os pedidos de comentário. A situação continua a gerar atenção internacional, dado o potencial impacto nas relações entre os países envolvidos e a estabilidade da região.

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Israel está em negociações com os Estados Unidos para manter seu destacamento de tropas no sul do Líbano. A informação foi confirmada por dois funcionários israelenses, incluindo um alto assessor próximo ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, nesta quinta-feira (18).

O funcionário, que optou por não se identificar devido à sensibilidade das conversas, fez os comentários um dia após a assinatura de um acordo provisório entre os EUA e o Irã, que visa garantir “a integridade territorial e a soberania do Líbano”.

A situação no Líbano se intensificou após o grupo radical Hezbollah abrir fogo contra Israel em 2 de março, em apoio ao Irã. Desde então, Israel tem realizado uma ampla campanha aérea e terrestre, com a justificativa de erradicar as operações do grupo.

Forças israelenses caracterizam as áreas ocupadas no Líbano, Gaza e Síria como “zonas tampão” entre eles e seus inimigos, um ponto central da política de segurança vigente. Netanyahu tem se mostrado resistente a pedidos de retirada dessas regiões.

Um dos altos funcionários mencionou que Israel está “conduzindo negociações difíceis” com Washington sobre a possibilidade de manter suas tropas na região ao sul do rio Litani, no Líbano. O oficial ressaltou que o país não recuará em suas posições a respeito da presença militar na área.

Um segundo funcionário afirmou que o desfecho das negociações dependerá, em última instância, da postura do presidente dos EUA, Donald Trump, que pode optar por pressionar a questão e ameaçar com represálias caso Israel não atenda aos termos do acordo provisório estabelecido com o Irã.

Até o momento, o gabinete de Netanyahu não se manifestou sobre o assunto após os pedidos de comentário. A situação continua a gerar atenção internacional, dado o potencial impacto nas relações entre os países envolvidos e a estabilidade da região.

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